Todas as faces de uma grande participação

                 HÓQUEI INDOOR GARANTE ELITE

A Federação Europeia de Hóquei (EHF), tendo em consideração a candidatura de Portugal à organização do Eurohockey Indoor Championship II, competição em que o nosso país iria participar, concedeu esse privilégio à FPH que, oportunamente, havia negociado com o município de Paredes a sede da prova.
Tratando-se da segunda divisão europeia, Portugal, no entanto, era o país com melhor ranking (11.º) para um eventual wild-card se alguma das selecções apuradas para a divisão A viesse a desistir da prova. Foi o que aconteceu com a recente desistência dos Países Baixos, selecção classificada em 3.º lugar no ranking absoluto, que, em boa hora, abriu as portas do principal campeonato aos nossos Linces.
Manteve-se a prova em Paredes, sem Portugal, e seria ganha pela Irlanda.
Com um grupo de muita qualidade, alicerçado em atletas dos melhores clubes nacionais, atletas que jogam actualmente nos melhores campeonatos da Europa (Holanda, Bélgica, Alemanha…) e ainda com a presença dos dois irmãos luso-belgas, Laurens Halfmann e Quentin Halfmann, Portugal partiu para Lovaina, na Bélgica, com algumas fundadas expectativas. Como objectivo primeiro, a manutenção no principal escalão da Europa (uma espécie de purgatório a permitir o sonho de chegar ao paraíso, que seria uma classificação até ao 4.º lugar, que garantiria a presença no próximo Campeonato do Mundo. [Read more…]

O equívoco de Pinto da Costa

Os amigos são para as ocasiões mas ser Presidente do FC Porto é para todas as situações. E se um amigo de Jorge Nuno Pinto da Costa ameaça/agride sócios do clube numa assembleia do mesmo e, alegadamente, faz candonga com bilhetes do FC Porto, então o Presidente do FC Porto, o máximo representante de todos os sócios não percebe a importância e a razão do cargo que ocupa.

Açores: a escolha que se impõe

Os açorianos foram chamados a decidir a nova composição do parlamento regional e, mais deputado, menos deputado, ficou “tudo como dantes, quartel-general em Abrantes”.

A AD, que congrega PSD, CDS e PPM, consegue 26 deputados. Em 2020, PSD tinha conseguido 21, CDS 3 e PPM 2. Ou seja: 26 deputados.

O PS perde 2 deputados, o BE perde 1, a IL mantém o deputado que tinha e o CH consegue mais 3.

Contas feitas, as alterações na aritmética parlamentar são insignificantes.

E, sobretudo, não mudam o essencial: sem maioria, José Manuel Bolieiro deve encontrar uma solução para garantir a governabilidade da região autónoma dos Açores.

Espero que essa solução não passe por acordos com a extrema-direita.

E que o PS esteja à altura dos tempos que vivemos e se abstenha de chumbar os orçamentos da AD.

Porque quando a escolha é entre a democracia e o retrocesso iliberal, conservadores, liberais, social-democratas e socialistas estão na mesma trincheira. E devem saber entender-se para a preservar.

Foi assim que se derrubou a extrema-direita na Polónia.

É assim que se impede a extrema-direita de chegar ao poder em França.

E talvez seja essa a solução para impedir o regresso da marioneta de Putin à Casa Branca.

Acima de tudo, é essencial preservar a democracia.

Porque sem democracia, as diferenças ideológicas não contam.

São todas suprimidas.

É este o “valor mais alto que se alevanta”.

Democracia.

PSP e GNR têm razão

É um erro tremendo, parece-me, concluir que o que move milhares de polícias são as maquinações de um qualquer Ventura.

É óbvio que a extrema-direita quer instrumentalizar o protesto, mas as reivindicações das forças de segurança são antigas e bem anteriores a criação da unipessoal neosalazarista que dá pelo nome de Chega.

É importante não ignorar as muitas razões que os agentes da GNR, PSP e guardas prisionais tem para protestar. Viaturas a cair aos pedaços, equipamentos obsoletos, esquadras sem condições e salários a anos-luz das responsabilidades que carregam aos ombros são algumas. E não são poucas. Atribuir-lhes o suplemento que reivindicam é o mínimo que se exige ao Estado português. [Read more…]

No silêncio… mas na história…

… a explodir e a exigir respeito institucional

A distribuição tem nome

Os agricultores estão na rua a lutar pela sua sobrevivência. A comunicação social fala na ministra, nas políticas ambientais europeias, nos custo de produção e na “grande distribuição”.

Essa tal “grande distribuição” é a grande responsável pela asfixia dos agricultores. E essa tal de “grande distribuição” tem um nome. Um, não. Vários: Modelo Continente, Pingo Doce, Mercadona, Lidl, etc. Sim, é preciso que a comunicação social largue o chavão “grande distribuição” e chame a coisa pelos seus nomes. Para que o consumidor saiba que o Continente, o Pingo Doce, Lidl, Mercadona e tantos outros com a sua política de preços asfixia os agricultores. A ministra é uma incompetente? É. As políticas europeias são hipócritas? São. O preço do petróleo é um problema? Claro que sim. Estes três exemplos são a ponta do iceberg. O corpo da coisa que asfixia os agricultores: a grande distribuição.

Cujos actores são nossos conhecidos. Diariamente. Seja na publicidade com que alimentam a comunicação social, seja por serem o sítio onde vamos comprar as verduras, a fruta ou a carne. A grande distribuição que matou as mercearias ou os talhos e que agora tenta matar os cafés e os restaurantes. Enquanto asfixia os produtores. Continente, Pingo Doce, Mercadona ou Lidl, entre outros. Sim, os seus vizinhos.

A direita mete nojo

Só sabem falar mal e criticar. Não se calam com a Saúde, a Educação, a Justiça, a Polícia, a Agricultura, a Habitação, a pobreza, os impostos, a TAP, a corrupção, o TGV, o aeroporto, as contas marteladas, etc. Até parece que está tudo mal. Não está. É óbvio que não está. Não está tudo, caramba. Tem de haver alguma coisa a funcionar bem. Não me lembro de nenhuma, mas de certeza que há.

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Vamos falar de memória?! De traição?! A sério?!

A história não é benevolente com quem não reconhece
a sua evolução e se mantém refém do passado” (José Maria Pedroto)

Créditos: sapo.desporto.pt

Começo a estar farto dos Alvarinho, dos Koehler, dos Lobo, dos avençados haters do Facebook, ou à espera dos Rio e dos Pinto da Costa, pai ou filho, para não ir mais longe. Apadrinhar um demarcado candidato da oposição tornou-se, no meu clube de paixão, um crime de lesa memória ou de injuriosa traição. Vamos falar de memória?! De traição?! A sério?!
As redes sociais, patrocinadas e protegidas por obstinados, chegaram também às eleições do FC Porto. Do mais soez ao mais escabroso, tudo é possível dizer. E escreve-se! Estranhamente, contra um único candidato, André Villas Boas. Este tornou-se o superlativo inimigo público a combater e derrubar. Todos, entre já assumidos ou porventura prestes a assumirem, preparam o festim se ele não vencer as eleições de Abril. Porquê? Porque partiu à conquista final da verdadeira cadeira de sonho, contra o sistema (de que fazem parte os actuais detentores do poder no Dragão, mas também aqueles que se perfilam, por interesses inconfessáveis, numa tácita aliança com JNPC, à boa maneira de outros palcos alegadamente menos asseados que o desporto, contudo criadores de mimetismos peregrinos no santuário desportivo).
Chega-se ao ponto de insultarem quem, ao sabor da sua forma enviesada de ver a coisa, terá estado no Dragão, contra o Moreirense, unicamente “para apoiar os clubes da capital, ver o Porto perder para poderem dividir”.
Surreal!

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A lebre do regime