Depois de nos sacar o BPN por 40 milhões

Mira Amaral acusa o governo de usar a fiscalidade verde para sacar mais impostos aos contribuintes. Sacam-nos tudo…

Classe nédia: a dicção de Mira Amaral

São conhecidas as dificuldades de dicção de Mira Amaral. Só isso explica que o jornalista tenha percebido que o banqueiro se tenha considerado um membro da “classe média”.

Do mesmo modo que transforma os RR num G, Mira Amaral (Miga para os amigos) trocou um N por um M. Na verdade, Mira Amaral pertence à classe nédia, um conjunto de pessoas assim conhecida porque as respectivas contas bancárias estão anafadas, uma vez que, sem se mexer, vão engordando, graças ao dinheiro – agora, sim – da classe média.

O ex-ministro, num raro assomo de honestidade, acredita que é tempo de pagar os favores que tem recebido do país e é por isso que defende que lhe devem aumentar os impostos.

Espero que isto esclareça algumas pessoas mais impulsivas que declararam que o senhor, por estar a brincar com quem vive com dificuldades, devia ir – e passo a citar – “ para a puta que o pariu!”. Também não me parece correcto afirmar que o senhor, para além de precisar de terapia da fala, seja merecedor de terapia do falo. Contenção, senhores!

Amorim, Isabel e Amaral sacam, a Albuquerque entra à grande

Amorim, Mira Amaral e a princesa Isabel exigem mais 100 M € do Estado Português. O BPN, vendido pela ridicularia de 40 M €, é um rio que corre célere e abundante montanha abaixo, afogando ainda mais na desgraça os nossos escassos dinheiros públicos.

Albuquerque, a genial financeira de ‘swaps’ e do contrato de venda do BPN, voltará a não resistir ao patológico vício de gastadora compulsiva de dinheiros dos contribuintes.

O corticeiro, o “fala e cospe” e a filha do “Zezé de Angola”, através do BIC, terão mais 100 M € de receita garantidos.

Posteriormente a Albuquerque, se chamada à AR, vai declarar que ela, alma de alva inocência, jamais desembolsou tal dinheiro. “O cheque foi emitido por um funcionário do Tesouro”, alegará.

A actual Ministra de Estado e das Finanças, é consabido, foi professora de Economia de Passos Coelho, na Lusíada. Para muitos já se tinha tornado notório que o PM sai à mestra, co-autora dos orçamentos falhados do Gaspar.

Diz que é preciso despedir funcionários públicos (5)

Contrato de venda do BPN leva BIC a exigir 100 milhões ao Estado

Mira Amaral é da classe média

Por Noémia Pinto

Encontrei estas pedras na praia. Primeiro, apanhei a branca. Achei-a tão linda, de uma brancura tão imaculada e tão redondinha, dava mesmo vontade de a agarrar.
Passado um bocado, encontrei a patela preta. Tão escura, ali, molhada pela água do mar, de uma beleza tão indescritível. A terceira apanhei-a porque… não sei por que motivo. Simplesmente porque olhei para ela e me senti cativada por esta pedra de forma e relevo irregulares. Com estas pedras na mão, senti-me como se segurasse na mão o nosso país, o mundo em que vivemos. As pedras pretas/ cinzento escuro, sombras negras que cada vez nos ameaçam mais, vindas de todo o lado, qual saga do Harry Potter. Ao mesmo tempo, fascinam-nos, como me fascinaram estas pedras que jaziam ali, inertes e molhadas. Todos queremos pertencer à equipa que ganha, mesmo que essa não seja a melhor equipa. Ninguém quer estar com as minorias sofredoras deste mundo. É muito mais confortável ajudá-las com tempo e hora marcados e prosseguirmos com as nossas vidinhas tão cheias de comodismos e coisas boas. E aqui lembro-me da inesquecível abertura do Trainspotting: [Read more…]

É oficial: Mira Amaral passa a ser sinónimo de idiota

“Sou classe média, não sou rico”, disse o grandessíssimo Mira Amaral!

BPN: Lá vai Barão

A frase “Lá vai Barão…” foi uma expressão de uso corrente no Brasil, nos anos 80 do século passado. Em Portugal,  Jô Soares popularizou-a através de um ‘sketch’ televisivo. O significado quantitativo-monetário era materializado através desta nota:

lá vai barao

Valia, pois, 1.000 cruzeiros, moeda entretanto substituída pelo ‘real’. A frase, ou o bordão humorístico se quiserem, era utilizado para caracterizar o desaparecimento súbito de avultadas somas de dinheiro.

A injecção de um empréstimo de mais 300 milhões de euros, depois dos 600 milhões investidos no aumento de capital do BNP, oferecido ao BIC por 40 milhões é, de facto, mais uma das atrevidas obscenidades típicas do actual governo.

O empréstimo será titulado pela CGD, a mando da governação. Trata-se, pois, de dinheiros de contribuintes, muitos dos quais exauridos por direitos de retribuição arbitrariamente eliminados; ou por impostos, sobretudo os directos, os indirectos e o confisco, que lhes esvaziam os escassos recursos, nos casos em que estes existem – muitos, na miséria, estão despojados de meios.

De facto, Coelho e Portas, com grande despudor, estão a privilegiar Américo Amorim, Isabel dos Santos e o também despudorado Mira Amaral.

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BPN: ao cavaquismo o que é do cavaquismo

A oferta pelo governo do BPN ao BIC vale também pelo simbolismo. Começa por ser uma prenda à cleptocracia angolana e ao homem mais rico de Portugal, Américo Amorim, aquele que se dá bem com todos, hábito que lhe vem do PREC, altura em que multiplicou a fortuna. Quanto a isso nada de estranho, mais uma variante da caridade agora tão presidencialmente institucionalizada.

Mas sendo o BIC presidido pelo reformado Mira Amaral (18.156 euros mensais, paga-lhe a CGD após 18 de meses de trabalho), o ministro de Cavaco responsável entre outras barbaridades pela destruição da indústria nacional, pode dizer-se que de uma devolução se trata: o cavaquismo tinha um banco, assaltou-se a si próprio levando-o à falência, e recupera-o com capital injectado e metade dos trabalhadores, naturalmente nós pagaremos as indemnizações aos que vão ser despedidos, além dos 2,4 mil milhões de euros que já se sabia.

Tudo está bem quando acaba bem. Dias Loureiro e Oliveira Costa sorriem, um no seu exílio, o outro aguardando um julgamento de que já conhecemos o resultado, começou a temporada de verão na Aldeia da Coelha. Não me voltem é a falar da Grécia como exemplo chocante de esbanjamento de dinheiros públicos em proveito da casta dominante: esse Euro-2011 já o ganhámos nós, marcando golos na própria baliza.

Nuclear, sim, muito obrigado

Onde anda o Mira Amaral? Alô, Mira Amaral? Chama-se Mira Amaral à cabine de som.

Ó engenheiro Mira Amaral, deixe lá as calças do Patrick Monteiro de Barros, o dr. Passos Coelho quer debater o nuclear consigo.

Reformados e pensionistas: Mira Amaral

18.156 euros

(…)apesar da reforma de 18.156 euros mensais que lhe é paga pelo Estado, desde 2004, aos 56 anos de idade, por ter estado 18 meses na CGD, para onde foi a convite do Governo do PSD que aceitou pagar-lhe a reforma de luxo.

Puxapalavra

Mira Amaral veio hoje a público dizer que a pensão que vai receber por sair da Caixa Geral de Depósitos foi combinada antes da sua entrada para a instituição. Num comunicado, diz ainda que há já um mês que pediu para deixar a CGD.

TSF

Mira Amaral – um homem sem vergonha

Mira Amaral, engenheiro de base e economista por pós-graduação, resolveu sair também a terreiro e proclamar: “a economia portuguesa não aguenta mais impostos”. Ao estilo de sábio membro do ‘Conselho de Anciãos’, a ilustre figura avisa: “é urgente, é imperioso fazer cortes do lado da despesa…”. O aviso, claramente dirigido ao seu partido, é redundante, se tivermos em conta as posições da direcção do PSD, a quem, Mira Amaral, se pretende colar.

De há muito, a falta de vergonha dos homens públicos é fenómeno comum, mas Mira Amaral é um destro praticante da ignomínia. Integrou os quadros do BPI, transitando do adquirido Banco de Fomento, privatizado nos anos 90. No início da década actual, reformou-se do BPI com indemnização e pensão substanciais. Algum tempo depois, ingressou na CGD, por influência do PSD; porém, ao final de 18 meses, viria a deixar a instituição do Estado, com uma obscena pensão de reforma de mais de 18.000 euros mensais; e não foi o único, porquanto também o seu ajudante de campo e ex-secretário de estado, Eng.º Alves Monteiro, teve percurso semelhante, embora a valores mais baixos. Até Bagão Félix, então Ministro das Finanças, benfiquista de alma e coração, ficou verde.

Hoje, Mira Amaral, administra o Banco BIC, ao serviço de Amorim e de Isabel dos Santos, a princesa do reino corrupto de Angola. Um homem que, além de retribuições de privados que não discuto, em função da desfaçatez de arrecadar cerca de 250.000 euros anuais de uma instituição pública, perdeu a moral – e igualmente a vergonha – para falar em desperdícios de dinheiros públicos, mormente em cortes de despesas. Sr. Mira Amaral: ajude o País, prescindindo da abjecta situação de reformado da CGD!

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