* À Beltronica, a Direcção-Distrital de Finanças de Lisboa perdoou em 1999 10 milhões de euros em impostos, relativos aos anos de 1995 e 1996 e que prescreveram nesse ano. Via http://www.misturagrossa.net/?p=175
Breve recolha de alguns exemplos depois de ler isto.










Este é um bom exemplo da chamada discricionaridade da Administração Pública. Chama uns processos e deixa precrever outros e não dá satisfações a ninguem! isto é feito por estruturas organizadas dentro das autarquias e da Administração central.Já viram alguma notícia sobre estas estruturas? Nunca! Se algum dirigente toca na organização começam a chover notícias nos jornais !
Os escândalos autárquicos muito raramente chegam aos jornais. Vão-se sabendo nos corredores mas logo são tacitamente abafados.
Gostei foi da notícia do Público com o e-mail. Bem, eu nunca tinha percebido como alguém chega a estes altos cargos… sempre imaginei que seria como qualquer outra pessoa que apresenta o currículo e depois vai a uma entrevista de emprego… mas afinal não! É mesmo só por cunhas! É um bocado como as “mulheres da limpezas”! “Ó Birinha, não arranja aí um lugar para a minha cunhada?”
E nestes 35 anos em que é que falhamos para deixar que haja este tipo de recrutamentos?
maria, há demasiado poder dos partidos e demasiada fraquesa da sociedade civil.Isto explica-se por terem nascido depois de 40 anos sem partidos e ser preciso tornar atraente a vida partidária. Tomaram o freio nos dentes!
Pois é. O lógico que os partidos não estejam interessados em combater a corrupção e, dentro da sociedade civil, haver gente que também está nessa onda esperando a todo o custo que se lhes abra uma fresta para entrarem também nessa “vidinha de prosperidade”.
Quando não há ética em quem manda não se pode pedir ética a quem obedece!