Novo Governo, novos Ministros! (as minhas apostas)

José sócrates disse no debate de ontem que ia haver novos Ministros no próximo Governo. Em cada pasta, um ministro que não era dessa pasta. As minhas apostas para os novos Ministros são as seguintes:
Presidência do Conselho de Ministros – Augusto Santos Silva
Ministro dos Negócios Estrangeiros – Nuno Severiano Teixeira
Ministro das Finanças – Vieira da Silva
Ministro da Defesa – Luis Amado
Ministro da Administração Interna – Rui Pereira
Ministra da Justiça – Pedro Silva Pereira
Ministro do Ambiente – Jaime Silva
Ministro da Economia – J. P. Sá Couto
Ministro da Agricultura – Nunes Correia
Ministro das Obras Públicas – Jorge Coelho (em acumulação com a Mota-Engil)
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social – Alberto Costa
Ministro da Saúde – Correia de Campos (regresso triunfal)
Ministro da Educação – Valter Lemos
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Maria de Lurdes Rodrigues (agora para lixar os professores do Superior)
Ministro da Cultura (pasta sem titular desde a saída de Isabel Pires de Lima) – José António Pinto Ribeiro
Ministro para a Comunicação Social (nova pasta) – Emídio Rangel
Secretário de Estado para a TVI – Emídio Rangel

Comments


  1. Isto, se nenhum for infectado com a Gripe A:Jornal Nacional da TVI (7 de Setembro de 2009) – o embuste da Gripe A e os biliões ganhos pelas farmacêuticas com o medicamento TamifluJornalista da TVI: Um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal é o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral. Fernando Maltês afirma que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e trata-se, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião.Director Geral de Saúde Espanhol: Se morrem muitas pessoas em Espanha por contaminação atmosférica, ninguém presta atenção. Ou se morrem tantas pessoas por fumar, ninguém lhes presta atenção. Mas se, pelo contrário, morrem duas pessoas com gripe, presta-se muita atenção. É lógico, eu entendo, mas pouco a pouco a sociedade tem que amadurecer e dedicar o tempo que cada problema requer em função da sua gravidade.Dr. Fernando Maltês: O Tamiflu, desde o princípio desta pandemia, tem sido encarado pela população como uma espécie de fármaco milagroso, o que não é verdade. E no que diz respeito à eficácia, concretamente no vírus da gripe, é uma eficácia que está, digamos, mal documentada. Se houver um conjunto de factores que digam – vale a pena administrar o fármaco – o médico administra, caso contrário, balançando os efeitos benéficos com os potenciais riscos, é preferível não administrar.Jornalista da TVI: Já lá vão quatro meses desde que foi confirmado o primeiro caso de Gripe A em Portugal e, até agora, não há qualquer morto a registar. Em média, por ano, morrem em Portugal mais de mil e quinhentas pessoas de gripe, sem aberturas de telejornais e sem a Ministra da Saúde todos os dias nas televisões.A verdade é que o mundo está preocupado com a Gripe A e já há empresas a ganhar milhões à custa do H1N1 (vírus da Gripe A) . A farmacêutica Roche, por exemplo, cujas vendas do seu Tamiflu caíram quase 70% quando o mundo percebeu que já não havia perigo de uma Gripe Aviária, vê agora as vendas desse mesmo medicamento dispararem em mais de 200%.Ajuda importante também para a Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A, a 8 euros cada uma (48 milhões de euros) , teve um ano difícil do ponto de vista financeiro. Eis senão quando, surge o tal vírus, H1N1, que deverá render, só ao laboratório britânico, cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.VÍDEO da notícia na TVI (http://citadino.blogspot.com/2009/09/jornal-nacional-da-tvi-o-embuste-da.html)

  2. Luis Moreira says:

    Eu fazia voltar a Izabel Pires de Lima. fiquei admirador dela depois de ter oferecido um milhão de euros ao Museu Russo por três meses de exposição cá no sítio, quando os nossos museus não têm cheta.