Vasco Lourenço – Maiorias e minorias: Uma lição leonina

BLOGGER CONVIDADO – VASCO LOURENÇO

 

 

Depois das eleições legislativas de 27 de Setembro passado, o país anseia que os vários partidos consigam encontrar uma solução política, que permita constituir um governo minimamente estável.

Para isso, face à inexistência de uma maioria absoluta, é indispensável que a MAIORIA e as diversas MINORIAS se entendam, no essencial. É isso que os Portugueses exigem a todos: que a Maioria saiba ouvir as minorias, aceitando parte das suas posições e que as Minorias se não convençam, porque são necessárias, que se podem transformar em maioria, determinando o essencial do resultado final.

Essa, é uma das essências da Democracia.

Na assembleia-geral do Sporting Clube de Portugal (SCP) de 13 deste mês de Outubro, assistimos ao que considero uma verdadeira e autêntica lição de democracia.

Porque participei nessa acção, porque desejo esclarecer certos pontos, que levaram alguns a “enfiar uma carapuça” que lhes não era dirigida, mas, fundamentalmente, porque há que aproveitar o sucedido para fazer pedagogia aos políticos deste nosso Portugal, recordo o que ali se passou.

Em assembleia-geral anterior, o então Conselho Directivo do SCP viu chumbada uma proposta que considerava imprescindível para a sua política. Fez “ouvidos moucos” às posições das minorias existentes, teimou em manter a sua proposta inalterada e, apesar de obter a maioria dos votos, não alcançou a maioria qualificada, que os Estatutos do clube impõem para as decisões que estavam em causa. Resultado, não conseguiu ver aprovada a sua proposta.

 

Depois das eleições legislativas de 27 de Setembro passado, o país anseia que os vários partidos consigam encontrar uma solução política, que permita constituir um governo minimamente estável.

Para isso, face à inexistência de uma maioria absoluta, é indispensável que a MAIORIA e as diversas MINORIAS se entendam, no essencial. É isso que os Portugueses exigem a todos: que a Maioria saiba ouvir as minorias, aceitando parte das suas posições e que as Minorias se não convençam, porque são necessárias, que se podem transformar em maioria, determinando o essencial do resultado final.

Essa, é uma das essências da Democracia.

Na assembleia-geral do Sporting Clube de Portugal (SCP) de 13 deste mês de Outubro, assistimos ao que considero uma verdadeira e autêntica lição de democracia.

Porque participei nessa acção, porque desejo esclarecer certos pontos, que levaram alguns a “enfiar uma carapuça” que lhes não era dirigida, mas, fundamentalmente, porque há que aproveitar o sucedido para fazer pedagogia aos políticos deste nosso Portugal, recordo o que ali se passou.

Em assembleia-geral anterior, o então Conselho Directivo do SCP viu chumbada uma proposta que considerava imprescindível para a sua política. Fez “ouvidos moucos” às posições das minorias existentes, teimou em manter a sua proposta inalterada e, apesar de obter a maioria dos votos, não alcançou a maioria qualificada, que os Estatutos do clube impõem para as decisões que estavam em causa. Resultado, não conseguiu ver aprovada a sua proposta.

 

 

 

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