Guerra da Guiné (Pequenas memórias)

Ainda Canquelifá, a minha primeira estadia no mato. Permaneci em Canquelifá durante o terceiro trimestre de 1966. Muitas coisas boas e más aconteceram durante esse tempo. Relatá-las levava um livro.

Canquelifá (à direita e em cima o nosso aquartelamento)

Na consulta

Gabinete de consulta

Novamente Fátima Demba, a companheirinha de todos os dias.

De novo os filhos do Anso

O Anso (que foi fuzilado após a independência, segundo me contaram), o alferes Duarte, o filho do Régulo e eu.

O Régulo do Pachisse (de óculos). Convidava-me muitas vezes para um wisky na sua palhota.

A Mesquita

O sino da Sé

A Sé Catedral

No mato, travessia de um charco

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