Steve Jobs, o maior mentiroso de sempre

Steve Jobs: “O maior empresário da nossa era”.

Já chega.  Há um respeitoso silêncio no luto alheio, há a verdade e há a pachorra.

Steve Jobs foi o maior vígaro do digital, do bit que tal como a banha da cobra estica mas não dobra, tudo cura e resolve, ao alcance do preguiçoso mental que há em nós. Inventou a roda 3 ou 4 vezes, embora ela já rodasse antes de ele dizer que aquilo era uma i-roda.

Não, o sistema operativo sem linha de comandos não o inventou, foi a burra da Xerox. Steve Jobs criou o software que só se podia comprar a ele, de uma forma tão proprietária que nem Bill Gates, outro génio do mesmo ramo, foi capaz de tanto.

Não, o leitor de música portátil digital não o criou,  já existia o conceito walkman que era da burra da Sony, ainda a acreditar em K7´s e que nunca nos impôs termos de pagar duas ou três vezes a música que ouvimos.

Não, os telefones inteligentes já existiam, Steve Jobs apenas lhes deu outro nome e outra obrigação, o que é meu quando o uso a ti pago.

Não, os tablets já funcionavam, apenas lhes deu outro i,  e outra imposição: serei teu cliente para sempre.

Faltam aqui umas hiperligações comprovativas? pois faltam. Estou tão cansado do jornalismo do frete e da preguiça, da devoção acrítica por alguém que apenas teve em vida a tanga suprema do marketingue: roubar a roda, caminhar sobre ela feito acrobata, mudar-lhe o nome e enganar ignorantes, que quero se googlem (já agora, o Altavista existia antes, o algoritmo é outra conversa) ou se calem. Tão simples como isto: a maçã era dos Beatles, até o logotipo fanou por esticão.

Se Steve Jobs foi o maior empresário do meu tempo o meu tempo foi o tempo do gamanço das ideias, da embalagem para tótós, da mistificação, da cumplicidade do jornalista e do cliente, ambos alcoólatras  acéfalos, e sobretudo da mentira enquanto mercadoria. E assim temos a grande crise que merecemos tendo como ícone os Al Capone’s que adoramos.

Comments


  1. Nem todos os jornalistas alinham pela mesma bitola; este já teve que se defender no Twitter: http://www.guardian.co.uk/technology/2011/oct/06/steve-jobs-obituary

    No entanto, é preciso olhar para além do óbvio: os computadores pessoais antes eram massificados antes do Apple II? Não. Algum computador pessol com o paradigma WIMP tinha sido massificado antes do Lisa (ou do Mac, vá)? Não. Algum leitor de áudio digital era massificado antes do iPod? Não. Até recentemente, o paradigma Tablet era massificado antes do iPad? Não.

    O génio de Jobs não está nas “invenções” que lhe atribuem (no início, se não fosse o “outro” Steve, o Wozniak, nada tinha acontecido) – o verdadeiro génio, o visionário, está na energia, na entrega e na capacidade de criar mercados onde eles não existiam, beneficiando os consumidores e a própria concorrência. Provavelmente, o Android não teria existido sem o iPhone. O Windows provavelmente não teria existido sem o MacOS. E por aí fora.

    O trabalho dos jornalistas tem estado a ser mal feito, sim; mas também não é preciso ir para o extremo oposto.


    • Eu de computadores pouco ou nada sei; sei que os mais LINDOS que até hoje vi são da Apple. E como os olhem também comem…

  2. Pisca says:

    A banha da cobra do I(qualquer coisa), é um facto e vende, vende mesmo muito bem, por um principal motivo, “é bem ter uma I(qualquer coisa)”, na sua esmagadora maioria os utilizadores de pc’s ou smartphones ficariam bem servidos com um magalhães ou um telefone de um qualquer chinês, o uso que lhe dão é igual, mas, como são importante sou julgam-se importantes, ter uma maçã dentada é o “must” das suas vidas e o tal Steve vendeu-lhes isso até à exaustão

    Ainda ontem olhava uma prateleira numa Fnac aqui perto, e via uma outra coisa em voga, um caderno de capa preta, com uma folhas em branco e um elástico em volta (10 euritos mais uns restos), Moleskine acho que se chama aquilo, falo do mais pequenino

    Qualquer loja de bairro tem algo parecido, mas não tem o mesmo elan, nem a marca
    .
    Ser bem e importante é ter os top dos tops, mesmo que nem saibamos para quê
    Depois há sempre um “Esteves” por aí para nos enfiar isso na mona

    Prefiro o Estebes do Herman é mais genuino, e sempre trás a Graciete por atacado

    • Anon says:

      Isso mantém-te entretido com a televisão enquanto os outros fazem história por ti !
      “Entretém-te filho, entretém-te….” !! Mandai os eruditos para a fogueira que essa gente
      com a mania que é inovadora não faz cá falta nenhuma! Aliás para que é que serve mesmo o computador !?!?!


    • O Moleskine é um acessório de moda e, pelo menos, aparenta ter mais qualidade.
      Claro que se calhar podia dizer a mesma coisa dos produtos da Apple… e acabava por não discordar muito de si.


  3. É sempre bem falar em Sony, o gigante da indústria audiovisual que insistiu muitas vezes em fabricar máquinas só aptas a digerir os consumíveis Sony.
    Entretanto, a concorrência tem-lhes feito frente e lá vão admitindo intercâmbios com outros fabricantes.
    Por seu turno, os meus computadores Mac também trabalham com software livre. Até corre Windows.

  4. zeca alfredo says:

    Critica sem nexo nenhum!! conhece os conceitos de usuabilidade, design, marca? Já existia tudo antes do Steve Jobs então porque é que nunca tinham sido postos numa cadeira de valor? é por ter feito isso que o Steve Jobs é mentiroso?!
    Eu sei, eu sei, a culpa é minha por perder tempo a ler isto.

  5. Anon says:

    Realmente …. graças a “idiotas” como o Jobs e Gates qualquer imberbe sem conhecimento de causa e que, provavelmente, nunca utilizou o computador para pesquisar sobre a história da computação emite opiniões para todo o mundo poder atestar o seu nível de imbecilidade !


  6. Vedes, cá está mais um fundamentalismo. De esquina, de circunstância, de pouca dura, mas fundamentalismo. Não que não seja verdade muito (ou quase tudo) do que aqui se diz. Apenas não é a única e muito menos a maior ou a absoluta.

    Começando pelo fim, a maçã foi roubada por um e por outros. A Adão, já que a este a terá dado Eva que por sua vez também a surripiou do Éden (Ou seria das Galerias Valdemar?). E todos sabemos que está “retido” na garganta desde então, sempre a subir e a descer, o bocado que ali falta.

    Steve Jobs será um vendedor de banha da cobra, um esperto, um habilidoso, mas foi-o sempre muito mais o Bill Gates que enganou, inclusivamente o próprio Jobs e mais tarde fartou-se de driblar a Aple (Macintosh), ao mesmo tempo que condicionava irremediavelmente as tecnologias e o desenvolvimento. A História do Bill Gates é muito semelhante à do Belmiro, mas numa escala incomensuravelmente maior: os primeiros que tramou foram justamente os que o apoiaram enquanto jovem estudante e empreendedor (Zilog e IBM).

    Pouca gente terá presente a “chantagem” que desenvolveu nos anos 90 sobre a própria Intel, capturando-a literalmente bem como o seu plano de R&D, assim como os jogos de títeres a que submeteu a Cyrix e a AMD. Durante cerca de 15 anos (de 80 a 95) vendeu um sistema operativo (MS/Dos) que não chegava a completar após cada lançamento como forma (ou trampolim) para vender a “versão seguinte”, e assim tivemos mais de 20 versões do MS/Dos, definitivamente abandonado em finais de 90 na versão 6.22.

    Ainda em 1980 criou uma coisita chamada Windows que nasceu logo com dois meses de vida, o Windows 2.0. Manteve-o anos a fio como uma espécie de plataforma de brincar à margem do MS-DOS. No fim da década de 80, face à progressão dos ambientes de trabalho para os padrões WYSIWYG e paper-white (sobretudo nas gráficas, jornais e quejandos), lançou o Windows 3.1 e depois aquilo que ainda espantará a todos e sobretudo aos mais velhos nestas andanças: Um sistema operativo de m… que se substituiu às mais bem desenvolvidas e sofisticadas soluções de suporte aos sistemas de informação corporativa (os grandes sistemas). Começou com uma versão de rede corriqueira (Windows 3.11, também chamado Windows for Work Groups), uma rede ponto-a-ponto (peer to peer) e para partilha de recursos que mais não era que uma aplicação lançada sobre o DOS e não um sistema operativo, em 95 lançou uma versão mais bem dissimulada o Win95 (continuava a correr sobre DOS), seguindo-se as versões bienais remendadas pelos sucessivos support packs, ao mesmo tempo que lançava uma plataforma nova, o NT (e o NTFS surripiado).

    Começando nesta altura a sua pressão sobre a Intel, viria a entrar num jogo em que os processadores eram desenvolvidos para correr Microsoft e foi progredindo a sua versão do Windows no mesmo padrão do MS-DOS: Estando cada versão sempre incompleta e defeituosa, em vez de a acabar ou terminar, lança-se uma versão nova para substituir a anterior. Imagine-se este exemplo na construção de moradias ou apartamentos!…

    Ao contrário do Jobs que, se não criou, procurou quem criasse para inovar, Bill Gates apenas e só copiou. O MS/Dos do CPM da Digital Research; o Windows, driblando uns putos (GEM Works, etc.) e copiando o resto pela APLE. O NTFS, da Novell Incorporation, de cujo Infoshare/Netware copiou igualmente modos e protocolos. Aparentemente criou as primeiras redes em ambiente gráfico (até aos Windows Server) mas é mentira, o único protocolo de rede com o qual se estabelecia uma relação minimamente segura era o TCP/IP, criado ou pela AT%T ou pela Xerox nos anos 60 e que nesta mesma Altura já tinha criado o conceito de Internet (TCP/IP = Tranfer Control Protocol/Internet Protocol) e que o Windows não foi nem de perto o primeiro sistema a usar (Unix, Xenix, Novell Netware, e ainda muitos sistemas “proprietários”)

    De resto, o próprio Windows enquanto tal é uma mistificação, aquilo a que se chama Windows afinal é um volumoso e pesado grupo (são milhares) de aplicações e utilitários catrapiscados no tempo aqui, ali e acolá.

    De todo em todo, chegou onde queria, este Bily the Kid (muito mais “longe”, ou mais “alto” que o Jobs), ficou praticamente sozinho no mercado das soluções de informação sejam pessoais, de pequena, média ou grande dimensão, fez desaparecer, umas atrás das outras, as grandes empresas de tecnologia dos anos 60, AT&T, a Sperry, a Barroughs (e depois Unisys), a NCR, etc., a outras relegou-as para uma espécie de colonato tecnológico (IBM, SUN e outras).

    Resumindo e concluindo,

    Em 1990 tínhamos um computador 80.386 com 64 MB de RAM a correr Unix, com terminais “estúpidos” (Multiuser) a processar facturas, contas correntes, correspondência, etc. Hoje, temos máquinas com processadores que multiplicaram por mil a potência daqueles, RAMs de 4GB per cápita, onde corre um pesado Windows server que se articula com “terminais” igualmente potentes e a correr sistemas pesados, para processar… facturas, contas correntes, correspondência, etc.! Em 90 a máquina era rigorosamente do operado ao passo que hoje o operador é da máquina, que é escravizada pelo sistema e “possuída” pelos vírus e antivírus, pelo mal, spy e antiware, pelas centenas de actualizações do Windows para “corrigir falhas de segurança”

    Para além das nuances de Sega Mega Saturn ou Flipper dos nosso computadores, nada mais se desenvolveu, tudo o que está a ser usado foi desenvolvido há mais de 40 anos pelas empresas entretanto asfixiadas.

    Imagine-se que se passava o mesmo no sistema de carrinhos de ferro: Melhoraram os assentos, o bar está mais catita, até já tem televisão, há sandes de delícias do mar com atum e alface e os sumos da moda, e até uns agradáveis capuccinos. Mas tudo o mais é o de sempre, o tipo de aço dos carris, os sistemas de propulsão, os sistemas de segurança, etc.

    Dito de outra forma, o Bil Gates não inventou o automóvel em nenhum dos seus aspectos, sequer desenvolveu a tecnologia dos motores ou os sistemas de carburação ou combustão, não inventou o ABS, o controlo de estabilidade ou de tracção a direcção assistida. Vende-nos automóveis cujo essencial foi desenvolvido nas Detroits dos anos sessenta, mas com design e cores atractivas, ao mesmo tempo que ocupou o habitáculo reduzindo o espaço de conforto e complexificou até ao paroxismo da confusão o Tablier (ou Desktop, se se preferir).

    Steve Jobs será mentiroso, trampolineiro, oportunista, mas não chega aos calcanhares do Bill, por um lado, nem condicionou tão irremediavelmente a Investigação e Desenvolvimento (I&D) em seu estrito e egocêntrico benefício. Aliás, por isso mesmo é que a fortuna do segundo não se comparará à do primeiro.

  7. Guido Brunetti says:

    A maçã, dos Beatles, e a outra maçã, da Apple, estiveram em tribunal muitos anos. Quando há cerca de 2 anos, salvo erro, houve acordo, o site de música da Apple, o iTunes, obteve, na sequência das decisões/acordos judiciais sobre o uso da “maçã”, autorização para vender os álbuns dos Beatles. Em pouco tempo foram vendidos mais álbuns do que até então.
    Como diria o outro, “elementar caro Watson!”.


  8. Caro JJC, longe de ser um fan boy da Apple ou de qualquer outra coisa, e muito longe de endeusar quem quer que seja, faltou dizer algumas coisas. O logotipo e o nome têm origem no facto de Jobs ter trabalhado, na juventude, num pomar de maçãs, o nome dos Mac surge do tipo de maçã McIntochs.
    O homem não inventou nada e roubou tudo? Por acaso, não, até criou algumas coisas. Não sozinho, claro, mas ajudou a criar. Criou aparelhos que funcionam e, convém dizer, cheios de estilo, bonitos e funcionais. São merdices? Podem ser, mas são merdices com design.
    Talvez tenha faltado a maior de todas as evidências: foi um empresário. Mas não um empresário qualquer. Não é um qualquer que transporta, em cerca de 16 anos, uma empresa na falência a uma das maiores do mundo e que, recentemente, teve mais dinheiro em caixa que o próprio governo dos EUA. Terá sido um trapaceiro? Não sei, talvez, mas se o foi, foi cheio de estilo.

  9. Guilherme Pombeiro says:

    Oh João J…. Não me lembro do resto do nome e não estou com pachorra para voltar ao início da página. Será esse o problema? A inveja de eu saber quem foi Steve Jobs e saber pelo que foi responsável e de só saber que o seu primeiro nome é João e porque veio dizer uma série de barbaridades à procura de reconhecimento? Triste.

    Mas ao Steve não tira os grandes progressos tecnológicos e todas as tendências que diz que ele impôs. Impôs. Porquê? Porque podia e porque conseguia. Já a de achar que o Steve Jobs é o maior mentiroso de sempre não me parece que cole. Experimente por um i antes da frase, talvez assim consiga alguma coisa. E, ironicamente, com a ajuda do próprio Steve.

    Bom… Vou voltar a ouvir as músicas que tenho meu iPod, que infelizmente as k7 do meu antigo Walkman já foram comidas pela humidade e pelo tempo. Depois vou pedir a alguém os últimos 10 minutos da minha vida de volta, por ter sido parvo o suficiente para ler isto e responder.

  10. Konigvs says:

    Nunca tive um ai pode, um ai fone, nem um ai pede, nem os outros ais todos!
    Mas aqui deixo o meu obrigado a esse senhor por ter mudado a minha vida para sempre, sem ele a minha vida teria sido completamente diferente!
    A forma como a imprensa e os seus fãs publicitam a genialidade desse senhor quase nos faz crer que estamos na presença de um Einstein, estranhamente, sem nunca ter criado um produto que não existisse já antes.
    Depois do texto que acabo de ler, só constato o que sempre pensei – o homem era sim um excelente vendedor!! Tão bom vendedor que até no Telejornal – pago por todos nós mesmo os que não têm televisor – apresentavam reportagens que mais não era que publicidade gratuita.

  11. Manuel Correia says:

    Bom… cada um terá, como é óbvio e legítimo, a sua ideia e o seu pensamento. Que se não goste da Apple também aceito. Nunca tive nada da Apple. Nem tenho. Mas pelo menos tenho o respeito devido por quem, bem ou mal, muito fez para que hoje, o meu amigo esteja hoje à frente do seu computador ou IPad, ou IPhone, ou I… qualquer coisa. A inveja é um dos piores dos Sete Pecados Mortais, se é que existem pecados mortais. Por favor, e sem qualquer animosidade contra si, que não conheço, pense um pouco antes de dizer BARBARIDADES!

  12. J.Pinto says:

    Querem ver que o mundo anda doido e o nosso amigo João José Cardoso descobriu agora que, afinal, é tudo mentira.

    A inovação dos seus produtos (da Apple), o design, a estratégia seguida, etc, é tudo uma mentira!!

    Não é verdade que a Apple, apesar de vender menos do que a sua rival, consegue lucros fabulosos; não é verdade que os clientes anseiam pela apresentação de cada produto novo; não é verdade que a Apple é uma das empresas mais valiosas do mundo; nada disto é verdade. Ou então é verdade, mas andamos todos enganados.

    Está descoberta a pólvora.


  13. Gostei de ler 🙂

  14. António Reis says:

    O Steve não percebia nada de nada. Inteligente é o gajo que escreveu isto. Coitado


  15. ..se isto correr mal, eu deixo-te umas laranjas na campa…

  16. António says:

    “Everything is a remix” ou “nanos gigantium humeris insidentes” (ou para o autor perceber: Ninguém faz nada sem construir sobre o passado.)

    Criticar isso chamando alguém de mentiroso é não ter a mínima noção do passado da humanidade, ou como se constrói o futuro…

    (e é a mais ridícula das criticas que se pode fazer à apple, no meio de tanto que dá para criticar. Até a Sony construiu sobre o que outros antes fizeram sem o mesmo sucesso empresarial…)


  17. O hype de marketing da apple é gritante ao ponto de tocar a religiosidade.
    Design com obsolescência programada, para tecnologia de ghetto fino a preços californianos.
    Marcas que são tão boas e grandes que os seus utilizadores tem de reverenciar os seus produtos. E se algo corre mal a culpa será certamente destes e não da marca.
    A Sony, Mercedes, Toyota e outras que tais já perceberam que esse sistema só funciona durante algum tempo.
    Com a apple acontecerá o mesmo.
    No fundo é sempre a massificação que vence no mercado.
    O que sobra da apple é a concorrência que fez à Microsoft e meia dúzia de gestos estilosos para usar um ecrã táctil. Dizer que mudou o mundo ou a maneira como nos relacionados é pouco menos do que lavagem cerebral de massas.

    Obrigado pelo artigo e pela frontalidade.


  18. João, seu texto é digno de um IDIOTA, me desculpe mas você deveria pensar mais antes de escrever. Vá criar alguma coisa. Vá pensar algo positivo e deixe de criticar e ser IDIOTA cara! Você, na verdade tem INVEJA do Steve Jobs. Ele criou o computador pessoal junto com o Wozniak. Foi homem do ano por quantas vezes. Você é um João Ninguém cara! Estpou perdendo meu tempo escrevendo isso para você, quem sabe você abre os olhos e pensa algo construtivo na sua vida. Não é nada pessoal com você. Só deveria pensar mais antes de falar das pessoas. Principalmente se tratar-se do Gênio que foi Steve. Ele revolucionou nossa forma de pensar. Hospitais usam computadores, redes bancárias usam e você quando fala mal dele, está usando algo que ele criou junto com Woz, ai vai… Steve Jobs foi um grande homem. Revolucionário, gênio e boa pessoa. Ele apenas tinha obsessão pela perfeição.


  19. Ámen.

  20. marcos says:

    Apple II massificante? De tiraram isto? Massificante foi o PC da IBM, com o DOS comprado de Gates. Jobs era um grande falastrão e nunca teve uma ideia criativa em sua vida. Acho o culto a este panaca que achava que ia curar câncer de pâncreas com acupuntura no mínimo ridícula.

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  1. […] certo que o título Steve Jobs, o maior mentiroso de sempre é manifestamente exagerado e provocatório, a bem dizer as mentiras sobre as supostas grandes […]