Pedro Rosa Mendes, a Antena 1 e mais 4 cronistas por tabela

António Granado, Gonçalo Cadilhe, Rita Matos, Raquel Freire e Pedro Rosa Mendes faziam a crónica Este Tempo na Antena 1. Agora já não fazem. Isto não tem nenhuma relação de causalidade com esta crónica do Pedro Rosa Mendes que desmonta a farsa relvista da RTP em Angola, ao serviço da nação, com a omnipresença desse expoente do servilismo conhecido por Fátima Campos Ferreira.

Vou indignar-me? dizer que é censura? chamar nomes ao Relvas? dantes dizia-se que uma imagem vale mais que mil palavras, velhos tempos. Hoje um vídeo pode-me poupar um milhão:

(obrigado pelo vídeo Dario, estou-te a dever uma)

Comments

  1. marai celeste ramos says:

    Relvas é a personificação da DEMÊNCIA – até fenotipicamente

  2. Paulo says:

    Para denunciar os Relvas, os Moedas, os Marco António Costas e a outra tropa fandanga do Rouxinol de Massamá e do aracnídeo Ângelo Correira, que por aí se pavoneiam pornograficamente de bandeirinha de Portugal à lapela, nunca podem faltar as palavras. O Relvas não é demente muito menos fenotipicamente. É portuguesinho de gema, carreirista e chupista que faz pela vidinha com muita flexibilidade da própria coluna vertebral mas que é implacável quando lhe pisam os calos. É perigoso e sinistro com as suas maneiras mesurentas e sorrizinho sempre colado à tromba de caixeiro viajante que papa as criadas das pensões onde fica. Ou muito me engano ou a RTP já está apalavrada à chusma de algozes e proxenetas do povo e riquezas de Angola. É preciso, portanto, dar a patinha aos senhores de Angola que há muito dinheiro a ganhar e mostrar que somos umas pêgas muito profissionais, sabemos muito bem quem manda.
    A Fatucha Campos Ferreira é lacaia bem treinada, mana de outro Zagalinho, o Paulo Campos Ferreira que, não tarda, também vai ter a sua recompensa por tantos anos de arrastada mediocridade parlamentar (não será apenas uma mísera presidência de comissão parlamentar onde, aliás, se porta mal). Nada me espanta na actividade genuflexória desta senhora que gosta muito do seu Portugal Portugalinho muito portugalucho. Deve ter feito o frete por amor à Pátria e ao Dono. Fica-lhe bem. Não se deve cuspir no prato onde se come nem desconhecer o dono, como diz o povinho de quem ela tanto gosta, assim pequenino, obediente, modesto, agradecido pelas porradas que leva. “-Vai buscar a chibata que tu precisas e eu também!” (in “O Costa d’África”, real.: João Mendes, 1954).

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