Embora tenha criado, ao longo dos últimos anos, uma imagem de rigor, Nuno Crato limita-se a tomar decisões importantes, usando de uma enorme leviandade com a educação dos jovens portugueses, talvez porque ser um assunto que não lhe interessa, uma vez que é Ministro da Educação de direito e não de facto.
Durante a apresentação de um livro de José Azcue, em que o autor, segundo parece, defende a importância das turmas pequenas, Nuno Crato volta a proferir uma série de disparates, regressando à argumentação de que antigamente até havia turmas com mais de trinta alunos.
Com a falta de rigor e de preocupação que o caracterizam, ainda diz coisas como: “quando se está a fazer experiências de laboratório, convém que a turma seja mais reduzida, mas se se está a dar uma lição sobre outro assunto qualquer pode-se facilmente ir aos 30 [alunos] que não vai haver problema nenhum”.
De Nuno Crato já só espero que saia do Ministério da Educação o mais depressa possível. Enquanto não sai, gostaria que nos explicasse por que razão as turmas não podem ter 35 ou 40 alunos.






com Crato tudo é esperável – avariou
Porque não cabem nas salas – só por isso.
Olha que cabem e nem é preciso apertar assim tanto: não pode é haver espaços entre as mesas.