Passos defende que se deixe “para trás das costas os fatalismos” [P]
Comecemos pela coligação. Não há fatalismo se não for reeleita.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Passos defende que se deixe “para trás das costas os fatalismos” [P]
Comecemos pela coligação. Não há fatalismo se não for reeleita.
“Nós temos, portanto, de dizer às pessoas quais são as nossas prioridades, o que é que queremos fazer; com o resto, não se preocupem, as pessoas sabem com o que contam do PSD. Por isso é que nós não temos pressa de apresentar programas, nem medidas, nem ideias, porque temo-las apresentado consistentemente ao longo destes anos, e as pessoas sabem com o que é que contam da nossa parte“, afirmou Pedro Passos Coelho.
E o que se pode contar da parte desta gente é austeridade eterna.
Mais cortes nas pensões e mais cortes nos salários. Quanto às pensões, o governo ainda não explicou, e nem vai explicar, como se constata pelas declarações de Passos Coelho, de onde vêem os 600 milhões que a ministra das finanças disse serem precisos. É o programa escondido, para ser revelado depois das eleições. Quanto a salários, Cartoga, o ideólogo do programa deste governo, afirmou na passada semana, em duas ocasiões, que se devia ter cortado mais nos salários. Se é isso que devia ter sido feito e não o foi, está claro o que é que a coligação vai fazer se voltar a ser governo. Novamente, o programa escondido, esse mesmo que Passos Coelho diz que não precisa de apresentar, porque os portugueses sabem o que esperar.
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Sabemos todos da prudência que nos deve acompanhar quando usamos armas pesadas e de pontaria duvidosa como as Ciências Sociais. Porém, ai de nós, elas parecem contagiar muita gente com a convicção de que tais saberes se podem usar sem que deles se tenha grande conhecimento, isto é, não faltam os “especialistas” que, tendo lido um digest de tretas sobre, por exemplo, Psicologia e Direito, desatem a disparar sentenças que, à falta de verdadeira ciência, se sustentam em dogmas e no senso comum do mais rasteiro. E se sujeitos que tais forem pagos para isso, vale tudo, a coisa transforma-se em espectáculo, numa espécie de feira de freeks muito praticada pelas estações de televisão nos programas da manhã.
Mas és cliente de tais programas, perguntareis vós? Na verdade, não. Mas, infelizmente, não me têm faltado oportunidades para os ver sempre que tenho de passar ocasionais férias nos HUC. A simpatia com que alguns serviços instalam televisões nos quartos tem este preço – tendo a vantagem inopinada de nos testar e consolidar o sistema imunitário. Também em zaps caseiros páro, por vezes espantado, ao ouvir as peremptórias ”análises” supostamente psicossociológicas, dos enérgicos comentadores residentes. A irresponsabilidade, a indigência científica, a falta do mais elementar sentido ético, andam à solta. E não me venham com eventuais currículos lustrosos ou argumentos de autoridade. Quem se sujeita – a troco de uma boa remuneração, claro – a transformar a sua ciência em instrumento de predação pública de verdadeiros problemas humanos – sobretudo se a tais problemas puder ser dado aquele tom berrante que tão bem acompanha as indignações de papelão – não merece a menor consideração. E a entusiástica gritaria com que os pivôs de serviço acompanham estas sessões de banha-da-cobra jurídico-psicossociológica não ajuda nada. Mas, parece, vende bem.
A orientação politico-ideológica do “jornal” Observador só será novidade para quem não sabe o que é o Observador. Com uma linha editorial claramente de direita, um painel repleto de colunistas de direita e extrema-direita – aguarda-se com expectativa a indignação de Rui Ramos contra mais este episódio de facciosismo só ao nível do lobby dos humoristas de esquerda – e uma estreia logo a mostrar ao que vinha, na qual recorrendo a meias verdades levou a cabo um exercício de beatificação do destacado criminoso neo-nazi Mário Machado, este órgão que congrega a fina flor dos neoliberais fanáticos pela submissão total do Estado ao sector privado e dos saudosistas do Estado Novo, entre outros, nunca tentou esconder ao que vinha. Nem precisa. Eles são o que escolhem ser.
“O Banco central britânico está a fazer uma avaliação ao impacto da saída da UE para o país, e os riscos que isso acarreta. Mas os Planos Brexit foram parar ao e-mail do The Guardian.” (Diário Económico)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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