“Os Truques” apresentam uma hipótese. Ou melhor, 65.250 hipóteses amarelas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“Os Truques” apresentam uma hipótese. Ou melhor, 65.250 hipóteses amarelas.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
O problema da imprensa com Tiago Brandão Rodrigues é terem alguém na Tutela da Educação que não satisfaça as opções ideológicas de ensino dos patrões dessa imprensa.
O homem mudou os métodos de avaliação dos alunos? Parece que sim! Segundo um padrão que não estratifique ainda mais o ensino, face uma série de condicionalismos que ultrapassam as obrigações da tutela, mas que a escola tem de viver com ela, por ex. as dificuldades económicas e sociais do agregado familiar, a relação parental, isolamento urbano. Para o anterior governo um aluno ainda jovem, podia ser, mau, medíocre, satisfatório, bom e muito bom. Em função dessa avaliação os alunos ainda jovens, ficariam num sistema de aprendizagem distinto uns dos outros, e seriam encaminhados muito novos, para a escolas profissionais das “artes culinárias, cantoneiras, agrícolas, mecânicas, …
Os outros, se tivessem juízo, eles e os pais, poderiam almejar outro patamar, maís nobre e mais exigente, o ensino secundário. No final seguiriam para as Universidades caso tivessem vontade, notas de acesso, e condições económicas.
O homem achou que pagar “rendas” a instituições privadas de ensino, com escolas públicas ali mesmo ao lado era um desperdício de dinheiro, mesmo que o desempenho nessas escolas fosse superior às publicas. Fazer floreados com o dinheiro dos contribuintes é uma maravilha. Nomeadamente escolhendo alunos, e deixando a “merda” de fora para a escola pública. Assim, também eu!
O homem quer acabar com o negócio do “livro novo” em cada “ano novo”, escolar, diga-se. Como se a “ciência”, vulgo Saber, evoluísse tanto e tão rapidamente que em cada inicio de Setembro tivéssemos necessidade de rever conteúdos programáticos.
Poderíamos ainda descobrir mais algumas boas razões, mas estas já são suficientes para que a casta que tem sugado o erário publico à conta da educação não andasse atormentada.
Até o Dr.Salazar e o Marcelo Caetano se insurgiriam contra esta casta sugadora.
Eu, pessoalmente não considero que Tiago Brandão Rodrigues tenha feito uma boa entrada na condição de ministro. Até porque relativamente às mudanças na avaliação deveria ter esperado pelo inico deste ano para as efetuar.
Mas, depois de Nuno Crato, difícil é não fazer melhor.
Poderíamos ainda descobrir mais algumas boas razões, mas estas já são suficientes para que a casta que tem sugado o erário publico à conta da educação, ande atormentada.