São 3 horas da manhã em Toronto e New York. Donald Trump acaba de ser eleito presidente dos Estados Unidos da América e de fazer o seu discurso de vitória, após ter recebido um telefonema de Hillary Clinton reconhecendo a derrota. Vitória por margem mínima e um discurso paroquial, muito ao estilo babado dos patos bravos contentes consigo mesmos e distribuindo agradecimentos a vivos e a mortos, que enumeram pelo nome e parentesco. A multidão delira. E começa agora o caminho para o detestar porque, tendo recebido todas as promessas, será defraudada. Donald Trump, um construtor civil, um outsider sem preparação nem experiência, com ousadia e sem medir aquilo que são as consequências políticas, não pode saber neste momento que a realidade é uma trela curta e dura. A partir de agora, está nas mãos da oposição e da comunicação social que não lhe há-de perdoar nada. O povo, esse será o eterno adiado.
A campanha eleitoral foi vergonhosa, muito graças a este homem desbocado e sem freio. Deu ao mundo uma imagem lamentável. No entanto, acabou por ser eleito porque o povo americano está sequioso de mudança e causticado de abusos. A América está perigosamente dividida. Também o mundo está num momento perturbador e esta vitória da xenofobia, do racismo, da intolerância, vem animar os grupos nazis e fascistas que medram um pouco por toda a parte. Esta é a hora da verdade para a União Europeia, dirigida por uma clique medíocre e autoritária. Apenas o milagre duma substituição de dirigentes a poderia salvar, mas não é certo que isso aconteça. Trump será um factor de tensão permanente nas relações internacionais. O Canadá, seu vizinho a norte, vai passar um mau bocado.
Talvez Hillary Clinton não fosse a pessoa mais adequada para este momento da América e do mundo pelo facto de ser excessivamente do sistema em vigor, mas poderia proporcionar uma evolução pacífica porque é inteligente e a idade a amadureceu. Mas os povos, quando estão fartos e cansados, acreditam em tudo o que for diferente. Nem pensam que quem promete muros nunca fará pontes.
Marine Le Pen, apressou-se a felicitar Trump. A Klu Klux Kan ofereceu os seus préstimos. É de mau agouro.
Como cantava a Laura Alves, “aguenta Zé que é serviço”. É isso. Vamos aguentar.






Com a eleição deste agente soviético, palhaço populista que agrada aos desempregados e “novos pobres” da globalização, inimigo das acordos comerciais como o TTIP apadrinhados por figuras democratíssimas como o Dr. Barroso da Goldman Sachs, e grande amigalhaço do energúmeno Vladimir Putin, o mundo está agora mais longe de uma Terceira Guerra Mundial com a Rússia pois a camarilha do George Soros e da Madeleine Albright encontra-se agora mais afastada do “botão vermelho” do arsenal nuclear norte-americano! Que m*rda! Já agora saudo a autora e a sua coerente posição anti-Soviética ao longo das décadas tanto em Portugal como no Canadá.
Guerra mundial talvez não haja, mas Putin vai poder anexar a Europa de Leste se quiser e Trump vai fazer de conta que não vê. Vai estar ocupado a erger muros e a fazer da saúde dos americanos um artigo de luxo novamente.
E na UE, corremos o risco de os nossos “Trump” ganharem, as eleições francesas do próximo ano prometem ser animadas.
Não é por Trump acertar por vezes no diagnóstico das maleitas do sistema, que concordo com as suas soluções para as resolver.
Não é o fim do mundo, mas não se augura nada de bom nos próximos anos.
Concordo plenamente! O que é preciso agora é o George Soros organizar uma revolução colorida nos USA, igual à Revolução Maidan que organizou na Ucrânia, para restaurar a democracia e os direitos humanos para a comunidade internacional poder assim poder proseguir com a agendada Terceira Guerra Mundial com a Rússia! Isto é necessário porque o Vladimir Putin é simultaneamente o novo ditador faxista e o novo tirano comunista estalinista que ameaça este Novo Mundo Globalizado neo-liberal criado por grandes estadistas, autênticos génios sem par como, por exemplo, a grande Madeleine Albright ou o Dr. Durão Barroso, que convém não esquecer salvou o mundo das armas de destruição em massa de Saddam Hussein em 2003 quando este energúmeno, um autêntico Putin daqueles tempos, estava prestes a destruir o mundo dentro de 45 minutos com as suas armas de destruição em massa, altura em que o Dr. Durão Barroso organizou a Cimeira das Lajes que salvou o mundo da sua destruição iminente através do famoso ultimato lançado pelo grande George W. Bush ao Saddam!