Uma inconstitucionalidade e um buraco, as prendas do Rosalino

Hélder Rosalino, hoje, porventura estará mais aliviado. Sai do governo e regressa ao Banco de Portugal, esse albergue de trabalhadores ‘barões’, beneficiários de condições de remuneração imunes a sacrifícios, reforçadas de privilégios adicionais. Usufruem de regime de relações contratuais de trabalho próprio, sob protecção do BCE.

O Banco de Portugal, de resto, é um albergue de luxo, por onde desfilaram figuras destacadas da política. Do PR a Silva Lopes, incluindo Oliveira e Costa e muitos, muitos outros amparados do regime e/ou incompetentes para supervisionar o ‘sistema financeiro nacional’, como Vítor Constâncio.

O caso do BPN é paradigmático – há outros, como o BCP e restante banca – e pequena-grande parte do fadário das ‘contas públicas’ nacionais que justificam as injustiças, umas vezes tentadas outras conseguidas, de castigar através da diminuição os rendimentos de reformados e pensionistas, o grupo etário mais envelhecido e indefeso da sociedade portuguesa.    [Read more…]

Simulador de rescisões

Simulador de rescisoes

Governo lança simulador para quem queira rescindir com o Estado

O amanuense Rosalino limita a liberdade sindical

Rosalino é sintrense, da terra de queijadas. Umas com qualidade, outras sem ela. Depende do fabricante, dos ingredientes e até da inspiração do pasteleiro.

O que acontece com o processo de fabrico das queijadas é semelhante ao que pode suceder no progresso etário, social e político de alguns indivíduos. Às vezes, saem azedos, prepotentes e ufanam-se de poderes que, no passado, jamais imaginaram alcançar. Rosalino, amanuense,  tipo Sousa Lara que pensou ter punido Saramago, é mais uma daquelas figuras burlescas, de espírito serventuário. Ingressou no Banco de Portugal (BdP) e então atingiu o zénite.

Com efeito, o banco central é o habitat natural de quadros da índole de Cavaco Silva, Oliveira Costa, António Borges, Vítor Gaspar e outras sinistras e arrogantes figuras. Por outro lado, mantém uma equipa de segundo plano; os tais amanuenses, tipo Rosalino, que, uma vez chamados a funções governamentais, encarnam a alma e o poder de Alexandre III da Macedónia, o Grande ou Magno, respeitando com fidelidade o pensamento aristotélico.

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Despedir Professores – o alfa e o ómega da política educativa

Hélder Rosalino assumiu ontem que é intenção do governo despedir funcionários públicos. Creio que no fim da reuniãosorriso1 com os representantes das estruturas sindicais da Função Pública.

À noite, o Governo vem dizer algo diferente:

este secretário de Estado nunca admitiu esta hipótese nem de forma explícita nem de forma implícita

Complicado? Nem por isso – um disse a verdade, mas que sendo inconveniente…

Eis a citação das palavras do Governante que abriu demasiado a boca:

“eu não assumiria isso (despedimento) como uma crítica, mas como uma realidade objectiva”

Ora, em 600 mil funcionários públicos, cerca de 1/6 são docentes, logo, um em cada seis funcionários públicos que vier a ser despedido poderá ser um professor. [Read more…]

Hélder Rosalino não sabe ler

baby-eating-booksSaia uma Constituição com molho de manteiga para o secretário de estado dos despedimentos.

 

Da série ai aguenta, aguenta (9)

Salários. Em dois anos houve trabalhadores a perder mais de 5000€