
Pagaram, não foi?
03/05/2017 by

Não vejo qual é o escândalo. A artista explica a obra (ups!, lá se vai a mística), encarregado-se da vertente plástica (em vez de esferovite).
“A minha obra é feita em plástico e não em esferovite como a outra.”
“Não é uma coisa pendurada entre duas palmeiras”
“A minha obra acende-se à noite e é fluorescente.”
É “em PVC com um sistema de iluminação de cor verde, para poder dar aquela ideia da fluorescência”.
[post actualizado]
Em Fátima
02/05/2017 by

Foi instalado um terço gigante da autoria de Joana de Vasconcelos. Mesmo assim, Francisco mantém a visita programada.
Elogio do carreirismo
24/06/2013 by
José Xavier Ezequiel
Há meses que ouço na rádio, logo pela manhã, o anúncio da exposição de Joana Vasconcelos no Palácio da Ajuda. Dela diz o texto do anúncio que é “a mais prestigiada artista portuguesa da actualidade.”
Ora, na minha opinião, este tipo de afirmação roça a publicidade enganosa (cf. Código da Publicidade, art° 11°), por não ser facilmente mensurável essa coisa do prestígio. Até porque ninguém me convence que Paula Rego, que por cá parece ter agora caído em desgraça, não continua a ser a mais prestigiada portuguesa, viva, no domínio das artes plásticas. Pelo menos nas paredes que contam, bem entendido. [Read more…]
Um cacilheiro em Veneza II
31/05/2013 by

Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza 2013 (http://bit.ly/11bu6yt)
Ainda estou a recuperar da machadada final — golpe desferido sem dó, nem piedade — e da mágoa de não ter conseguido ver em directo aquilo que queria. Em diferido verei.
A propósito, quando leio ‘Taxing the rich’, lembro-me não só dos Aerosmith, mas também desta excelente versão e desta obra de arte.
Quanto aos Aerosmith da retentiva (sim, da retentiva) e para que não haja dúvidas, Krugman já esclareceu não se tratar nem de inveja, nem de desejo/vontade/intenção de castigar os ricos, apenas o reconhecimento da necessidade de o equilíbrio ser atingido através de compensações. Creio que se trata de algo tão elementar, como saber-se que atirar gente para o desemprego não é solução, antes pelo contrário: mas há quem discorde.
E, claro, desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
Ao contrário de Veneza, mesmo sem o cacilheiro, o fim-de-semana sem hífenes (*fim de semana) não tem nem lógica, nem piada.
Por menos do que isto caiu o Império Romano
18/04/2013 by
Estado da nação
24/03/2013 by
Quem tem Joana Vasconcelos não precisa de photoshop
23/03/2013 by

Inauguração da exposição de Joana Vasconcelos, no Palácio da Ajuda, ontem.
(Fonte: Presidência da República)
Homenagem a Joana Vasconcelos
15/12/2012 by
Apropriação, descontextualização e subversão de Fernando Campos.
A escala consente
28/06/2012 by
(Texto de Marcos Cruz )
(Quadro de Adão Cruz)
A Joana Vasconcelos é, de acordo com o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, “uma artista de uma modernidade assustadora”. Ele lá saberá por que acha isso. A frase, em si, pouco diz. Cada um de nós, face ao conhecimento que tem quer do SEC quer da JV quer do meio artístico quer da conjuntura nacional quer seja do que for que conte para o caso, pode interpretá-la como lhe apetecer. Na minha opinião, o SEC pretende dizer: a JV é uma artista à frente do seu tempo, visionária. E não: a modernidade que consagra a JV como artista é assustadora. A mim, porém, faz-me mais sentido esta segunda hipótese. [Read more…]
Grande Mulher (em tudo!)
20/06/2012 by
A artista Joana Vasconcelos é a primeira mulher a expor no palácio de Versalhes!!
Em véspera do jogo Portugal-República Checa, passa despercebida esta vitória portuguesa! E ainda para mais, a de uma mulher!
Joana não é apenas a primeira, mas “a mais jovem artista contemporânea a ter o privilégio de se apresentar em Versalhes”, leio no DN do dia 18.
“As mulheres e a condição da mulher estão no centro do trabalho” desta artista que será a representante oficial na Bienal de Veneza em 2013!
Leva Portugal para Versalhes, leva mais que 11: a ouriversaria do Minho, o fado de Amália, as tapeçarias de Portalegre, crochet do Pico, as cerâmicas de Rafael Bordalo Pinheiro, a escrita de Valter Hugo Mãe, as fotografias do pai, o design de Henrique Cayatte, a cozinha portuguesa e a louça da Vista Alegre.
Parabéns Joana. Uma salva de palmas para si, que é portuguesa da cabeça aos pés!!












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