Casamento gay – a verdade da mentira

" Só interessa o amor. O casamento não passa de um papel!"

 

Este foi o grande argumento para apoucar o casamento entre duas pessoas de sexo diferente. Não tinha interesse nenhum só os parvos e quem acredita nessas tontices da procriação e da família é que ía nisso do casamento.

 

Agora, como determinaram que é moda casar os gays, os mesmos que vomitavam aquela frase, usam-na em sentido contrário. "quem se ama não se pode casar"!

 

Mas trata-se só de um papel, o amor é que une as pessoas, é a única coisa que interessa, para quê o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo?

 

Os gays não apresentam nenhuma razão sólida para terminarem com a instituição casamento tal qual a conhecemos. nem uma !

 

Mas não parece que proteger o casamento, a família e a procriação seja coisa de somenos, bem pelo contrário, trata-se de um alicerce fundamental da sociedade em que vivemos. O contrato casamento é um contrato entre duas pessoas de sexo diferente e assim deve continuar. As uniões de facto já protegem juridicamente os contraentes do mesmo sexo que queiram viver juntos.

 

As instituições fundamentais da nossa sociedade não podem estar à mercê de modas!

Comments


  1. Lamento muito que ainda existam pessoas que pensam assim. Casamento não é só sexo e procriação. Casamento, é amor, companheirismo e amizade. Se casamento fosse só sexo e procriação, então que fazer aos casais que não tem filhos (por opção)? Será que antes de duas pessoas se casarem deveriam ter de preencher um questionario sobre se pretendem ou não ter filhos? E se a resposta fosse negativa, negava-se a essas pessoas o direito de casarem? Então e os casais que vivem em união de facto e que tem filhos, que fazer a essas crianças? Se duas pessoas se amam, e pretendem casar, devem poder fazê-lo. Pois, o casamento deverá ser uma opção de cada um. E não uma imposição de ninguém. Eu acharia muito injusto, que o estado me recusa-se a possibilidade de me casar, só porque tenho uma ou outra caracteristica que fosse entendida com “anormal”. Apesar da lei da união de facto já dar alguns direitos em caso de falecimento de um dos membros do casal, não dá os mesmos que um casamento. E como tal, acho prefeitamente lógico e justo que duas pessoas possam optar entre aquilo que creem ser o mais favorável para elas. Não me parece, em nada, que a possibilidade de das pessoas do mesmo sexo casarem vá afectar “as instituições da nossa sociedade”. O casamento, não é mais do um acto civil, onde duas pessoas assinam um contrato, no qual se compromentem a uma série de coisas. Ora, não é mais nem menos do que um contrato de trabalho, ou outro. Logo, algo a que todas as pessoas tem direito. Muito sinceramente, esta questão, faz-me lembrar aquele livro sobre uma revolta numa quinta (que creio chamar-se a revolta dos porcos), onde a determinada altura os porcos assumem o controlo da quinta, e uns eram mais iguais que outros.


  2. Mas um contrato tem clausulas e uma delas é que o casamento é entre duas pessoas de sexo diferente.Podem casar, unir-se, fazerem o que quizerem, mas não lhe chamem casamento, este fica para os heteros. Não é só uma questão de nome?

  3. maria monteiro says:

    Luís, como muito bem diz o “sopro-do-coração”… também lamento muito que ainda existam pessoas que pensam assim….


  4. Uma das técnicas é lamentar as opiniões dos outros. Eu compreendo muito bem os gays, mas não concordo.É assim a democracia. E, continuo a não ver nenhum argumento válido por parte da posição gay. Faz-me lembrar os argumentos de quem é contra o aborto, não apresentavam nenhum argumento, (se não se fazem nos hospitais fazem-se nas escadas esconsas.)Se não casam. unem-se!!


  5. Casamento vem de acasalar. Só acasalam macho e fêmea.Tudo o resto é puro e simples ajuntamento, emparelhamento, amantizamento ou o raio que o parta.Deixem-se de lérias.Se essa história for para a frente eu divorcio-me imediatamente. Não quero o meu nome escrito no rol dos invertidos.Isto já está  a passar das marcas!.Que o conservador os ajunte, com marcha nupcial, latim e flores de laranjeira e lavre os assentos em letra gótica mas no livro dos ajuntamentos. Nunca no dos casamentos.Respeitem os que se casaram. Eu exijo!


  6. É de lamentgar é a ousadia, a insolência de quem quer exigir uma igualdade que na essência, não tem.


  7. Nem mais! Se isto do casamento gay for para a frente, avançamos com o direito de termos “o casamento-procriação” ou “o casamento-família”.

  8. maria monteiro says:

    eu que fui convidada para ser testemunha de casamento dos meu amigo Carlos (ex-casado pela igreja católica, pai de dois filhos e já avô) com o José (ex-casado, pai de uma filha) continuo á espera…


  9. Maria, pode ser madrinha da união de facto…


  10. Cá estamos outra vez, Luís. Eu ainda pensei não dizer nada mas é mais forte do que eu. Só gostava de perceber porque motivo uma lei que não retira direitos a ninguém, apenas os atribui a quem os não tinha, pode provocar tanta urticária. Que mais te dá se o Manel e o José ou a Maria e a Joana se casarem? Que perdes com isso? Passas a ter o direito de casar com um moço jeitoso mas antes preferias arrancar as unhas do pés com alicate do que fazer isso? Pois não te cases. O casamento, gay ou hetero, vai continuar a ser facultativo. 

  11. maria monteiro says:

    Se para mim o casamento não passa dum papel, para eles é importante assim como o foi do primeiro casamento. Eles já vivem em união de facto.


  12. Carla, se eu estivesse certo que casar fazia pessoas felizes, podes crer que não me oporia, mas um papel não faz pessoas felizes. O que leva os gays a quererem casar? Já têm todos os aconchegos jurídicos (e bem), a sociedade já aceita as uniões de facto, a seguir vem a opção (se calhar aqui até estamos de acordo, é mais importante a formação das pessoas que a sua orientação sexual).Qual é a ideia final? Aceitamos que somos diferentes ou não?


  13. opção não, adopção…e quanto a esta, embora não tenha nunca estudado o assunto em termos estatísticos, a verdade é que os casos que conheço de crianças adoptadas por gays, são gays ou para lá caminham…


  14. Então só te opões porque achas que serão infelizes? Porque se estivesses certo de que os faria felizes, não te oporias, segundo disseste.  Mas essa é uma opção de cada um e acho que não devem ser muitos os divorciados que se casaram convencidos de que iam ser infelizes. 


  15. Sim, mas não te esqueças que do outro lado, há pessoas que têm opinião e para quem o casamento é muito importante, enquanto instituição social e familiar.


  16. Eu não acho que vão ser infelizes, acho é que não é passaporte para a felicidade de ninguem. A frase “só o amor é que interessa” é uma grande verdade, não pode é ser utilizada levianamente. e ao jeito de cada um.

  17. Francisco Leite Monteiro says:

    Luis – Depois de ler o seu texto e os comentários que o mesmo suscitou, bem como as suas respostas, continuo, obviamente, a acreditar, cada vez mais, que “o casamento só é admissível e possível entre duas pessoas de sexo diferente”, com há dois dias escrevi.


  18. És um péssimo representante da comunidade «gay». Não sabes responder com argumentos, só sabes responder com insultos. És tão básico na «argumentação» que até chega a ser trágico. O mais trágico de tudo, no entanto, é que até terias razão se não abrisses a boca.


  19. Concordo totalmente com a Carla. Já desisti de argumentar, mas continuo sem perceber por que razão alguns heterossexuais se sentem tão incomodados pelo casamento dos «gays». Em que é que se sentem dimunuídos? Dizes que é um contrato com cláusulas. Pois bem, as cáusulas de um contrato podem ser alteradas. E dentro em breve, um casamento irá ser uma união entre duas pessoas, seja qual foir o sexo. Aí, já não havérá assunto. Morreu. Venha a adopção!


  20. Pois o problema é esse mesmo, é que não morre, há muita gente que ficará muito chocada com o desvirtuamento do casamento. Tu julgas que uma decisão destas não tem consequências, mas tem.


  21. Vocês habitueam-se. É uma questão de começarem a preparar-se para lutar contra a adopção, porque o casamento é um dado adquirido. E aí, a argumentação será: casar ntudo bedm, mas adoptar? Podes ter a certeza: só vai ser notícia o primeiro casamento gay. E, mais tarde, o primeiro divórcio gay. Depois, deixa de ser notícia.


  22. O morcão do Marco António, já veio com o último argumento, ” tradicional,cultural e antropologicamente…” está tudo dito, e o João Semedo do BE diz que “é diferente, mas não é…” já estou esclarecido.Venha a adopção para os miúdos ficarem todos com uns certos tiques, embora não saiba se estar na Casa Pia seja melhor.

  23. maria monteiro says:

    os muros humanos são sempre os mais difíceis…

  24. Francisco Leite Monteiro says:

    O tempo dirá – e não será necessário esperar muito – se “o casamento é um dado adquirido”. A força da razão provará que é a mais forte.


  25. Caro Francisco, o problema é que se parte de um erro tremendo. o de o casamento não ter qualquer valor.