Hoje há cinema

Johnny Guitar, às 23h, na RTP2.  Um quarto de hora antes João Bénard da Costa explica porque foi este o filme da sua vida. Da minha não é o, mas faz parte. E se não faz parte da sua experimente. Não dói nada.

Comments

  1. Carla Romualdo says:

    isto é que é serviço público, avisar quando vale a pena ligar a televisão. O western mais feminino de sempre, saturado de cor, com uma Joan Crawford a enfrentar o olhar da outra (como se chama a outra?) e ordenar aos “croupiers”: Keep the wheel spinning, I like to hear it spin.
    Memorável


  2. A outra é uma tal Mercedes. Mente-me, diz a Joan. Vale tanto como um assobia-me que se ouvirá de uma Lauren, noutro filme.
    Há diálogos que mandam muito romance de 500 páginas às urtigas.

  3. mjrijo says:

    Vou experimentar…e depois vejo se doeu ou não.

  4. mjrijo says:

    Afinal doeu… mas aguentei firme até não aguentar mais e mudar de canal.Gostos não se discutem e tá dito

  5. carla romualdo says:

    ah, pois, e às vezes até parece que só nos dói a nós, mas não há porque forçar. A mim acontece-me com os filmes do lars von Trier. Toda a gente acha fabuloso e eu vou ficando incomodada, angustiada, mal-disposta, agoniada, até dizer “porra, não aguento mais!”
    Agora já nem tento.

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