
Se nas próximas “presidenciais” os portugueses levarem a abstenção a um resultado superior a 50% do universo eleitoral, talvez qualquer coisa comece a mudar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Se nas próximas “presidenciais” os portugueses levarem a abstenção a um resultado superior a 50% do universo eleitoral, talvez qualquer coisa comece a mudar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
discordo da abstenção. Existem opções fora do sistema e as pessoas teimam em não as ver. Pequenos partidos, movimentos, candidatos fora do bloco central existem, é preciso é saber olhar para eles.
Nuno…não te sentes uma pessoa só e abandonada aqui no meio da esquerdalhada-patisserie?
concordo com a abstenção nas legislativas, não votei nas ultimas e não vou votar nas proximas a não ser que os candidatos sejam santos, mas como não acredito nisso, nem vou votar.
Já nas presidenciais e porque os candidatos me merecem respeito, voto no manuel alegre.
Não, editor69, o Nuno sente-se muito bem aqui. Entre amigos.
É pá, obrigado editor69. Às vezes interrogo-me sobre quem sou, o que faço, para onde vou e ao menos já me dá pistas para uma das questões. Refiro-me, claro, à segunda: faço figura de tolo dando conversa a trolls.
@Jorge Felizcorno…
“troll”…
está verdadeiramente na moda nos blogues…trendy…trendy…chic…
quase tanto como andar de óculo de massa na FNAC Chiado.
ó 69, discutiria cabalmente esse assunto com uma sandocas de iscas e um tinto de rasgar goelas.
agora bolos, não faz o meu género. cada um é para o que nasce.
@Zecardoso…isca é assim um pouco para o abichanado nao achas?…já o tinto…carrascão…
é pra equilibrar a coisa é isso?
Nã…bolos também não sou muito dado…umas gomas ácidas ainda marcham…mas bolos não.E também sou muito dado a hamburgueres…posso?
Iscas, meu caro, é muito de homem. Conheci uma mulher que adorava iscas, foi-se a ver, era lésbica.
O bifinho de hamburgo é admissível com uma boa mostarda e quilos de cebola, mas aqueles pãezinhos onde os envolvem, com sementinhas transgénicas, adocicados, consta que provocam alterações hormonais irreversíveis.
Mas cada um mete à boca o que gosta, e bom apetite.
@Zeca…a iscazinha macia macia é coisa de menina mesmo ainda que lesbica…ser lésbica não a põe homem…sabia?…
de homem é sandes de courato com pêlo(se possivel pretos para arranhar a garganta como lhe parece agradar)…
já as sementes trans se assim fosse andava por aí muita boa a gente a falar fininho…hamburger quer se no prato e comido com as mãos para se poder lamber os tais quilos de cebola a escorrer pela boca…à homem como lhe parece também agradar…cada qual lhe agrada o que lhe vai na alma!
Bom proveito 🙂
Vai interessante, a vossa lição gastronómica.