Cavaco Silva alerta para “gravidade” da “apatia cívica” dos jovens [TVI24]
Passar eleições e mandatos sem abrir a boca não é para todos.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Cavaco Silva alerta para “gravidade” da “apatia cívica” dos jovens [TVI24]
Passar eleições e mandatos sem abrir a boca não é para todos.
Há um caso de violência policial? ao dobrar da esquina, ultrapassando veredas, galgando montanhas, encolhendo planícies, ele aí está, o curioso personagem que defenderá sempre a autoridade, sejam quais forem as evidências em contrário, o lambe-chuis.
O lambe-chuis, vários tratados o afirmam, tem basicamente um fetiche sexual pelas fardas, seja quem for que as vista (mas gritou pelo Kaulza quando o Marcelo permitiu mulheres na polícia), reencarna o velho legionário seu avô, pateta fardado com armas de carnaval, embora agora ande travestido de liberal, seja lá o que eles querem dizer com isso, e no equipamento um objecto em peculiar o fascina, orgasmos seguidos lhe explodem quando um cassetete é manipulado com precisão.
Deve a autoridade puxar do cassetete? para o lambe-chuis é uma evidência: claro que sim. Qual a função do cassetete? partir cabeças. E da autoridade? exercê-la. Ora a autoridade, é sabido, exerce muito melhor de cima para baixo do que noutra posição qualquer (embora o lambe-chuis por vezes se imagine de gatas, mas a sua vida privada não é para aqui chamada). Logo o cidadão deve ser, por esta ordem: empurrado, quebrado na cabeça, e eventualmente aproveitado, espalhando-se outras negras por diferentes partes do corpo, é sabido que as partes do corpo são muito ciumentas entre si, e o que é para uma que seja para todas. [Read more…]
Eis que a Marisa Matias coloca o pontinho no i: são egos, senhores, são egos. E tantas orelhas ficaram a arder.
É verdade, João José Cardoso: “o drama, o horror, a tragédia“. Efectivamente, no dia 13 de Maio de 2015, no sítio do costume.
O drama:
O horror:
A tragédia:
E basicamente a explicação está correcta…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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