Manuela transmitia as notícias como se estivesse a acusar sempre alguem, e como se fosse a juíza em todo e qualquer assunto. Isto teria sido permitido a outro qualquer jornalista?
Bem sei que tinha documentos e vídeos e que tinha o dever de os publicar. Mas tinha o direito de transmitir a sua própria opinião? Não tinha! Se este caminho tivesse pés para andar aonde nos levaria? A assassinatos de caracter em directo? Isto é defensável num estado de Direito, só porque dá audiências? Não é defensável.
Há, evidentemente, neste caso muita coisa para esclarecer. A primeira é o “timming”. Agora porquê? Tem a ver com as fugas de informação de dentro do Ministério Público que dava Sócrates como livre de suspeitas no processo Freeport? Se é assim, temos uma guerra dentro do Ministério Público e há uma voz que foi calada. Espero que essa voz apareça noutra estação de televisão. Vingança da Prisa por incumprimentos negociais e ou ambições negadas?
Estamos a assistir a um fecho de ciclo de um poder que o usou em seu proveito e em proveito de muita gente, não só na TVI mas tambem na RTP, há anos atrás. O ciclo de nascer, viver e morrer é o mais natural possível, qualquer sistema percorre esse caminho. O poder do casal Moniz está na fase final.
Tudo isto seria natural se Sócrates tivesse credibilidade bastante, mas não tem.
Por isso, resta a pergunta. Agora porquê?




ado não me interessa






rá ainda “fugido” para o oriente. E, coincidências das coincidências, também se chama José Pinto de Sousa. O “gordo” ou o “bernardo”, como era conhecido, recebia os pagamentos “azuis”, e era o principal negociador no caso Freeport.






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