As pessoas que se enfurecem com a verdade são aquelas que vivem na mentira

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Hoje ao final da tarde estava sossegado no meu escritório a terminar um relatório para regressar a casa quando recebo um telefonema.

Atendi normalmente o telefone. A conversa começou normalmente. Tranquilamente ainda tentei manter a conversa num tom normal mas rápidamente passei a ser insultado aos gritos, seguido de um chorrilho de ameaças e mentiras.

Disse-me tudo o que lhe veio à cabeça e acto continuo desligou o telefone.

Uma atitude de um cobarde que me pareceu ser de alguém que estava de cabeça completamente perdida.

O objectivo será intimidar-me? Está enganado. O que poderá levar uma pessoa a ter este tipo de atitude? Parece-me que apenas o desespero.

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Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!

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Informo que tomei esta difícil decisão de não permitir comentários aos meus textos após uma longa reflexão depois de uma campanha inqualificável em que fui alvo de ataques pessoais e profissionais sustentados em escabrosas mentiras, insultado e até ameaçado, quase diariamente, ao longo de vários meses.

Peço desculpa, por esta minha decisão, aos meus companheiros do Aventar e aos leitores que civilizadamente comentavam os meus textos, mas estou convicto que compreenderão esta minha difícil opção.

Eu sou um democrata, defensor absoluto do debate, da pluralidade de ideias e da liberdade de expressão, porém não posso permitir que alguns cobardes aproveitando-se da possibilidade de poderem comentar os meus textos usem esta funcionalidade para diariamente, várias vezes por dia, atacarem a minha honorabilidade e idoneidade pessoal.

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O meu desejo para 2016: a moralização da vida política e pública

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Durante este ano fui alvo nas redes sociais e também no Aventar dos mais violentos ataques com o objectivo de tentarem, colocar em causa, a minha honestidade, verticalidade e dignidade pessoal e profissional, coincidentemente ou talvez não, após uma denúncia que apresentei relativamente ao vice-presidente e porta-voz do PSD, Marco António Costa.

Dizem-me que, primeiro, vasculharam toda a minha vida, da minha família e das minhas empresas.

Como não apanharam nada viraram-se para as redes sociais, a que se juntou mais tarde o Aventar. De forma cobarde, a coberto do anonimato da Internet, através de perfis falsos, área onde pensam ser especialistas, tentaram colocar em causa a minha honestidade e idoneidade pessoal e profissional com escabrosas mentiras, ameaças e insultos vergonhosos, usando os mais variados argumentos.

 

Mas também aqui falharam dada a onda que se criou no país ao lado da minha causa pela moralização da vida política e pública. Foram ” engolidos ” pelo país e pelos portugueses a quem estou eternamente grato pelo seu apoio. Apesar de tudo isto ainda pululam por aí vários cobardes.

Um dos argumentos apresentados por esses cobardes, por sinal o mais ” light “, era que tinha feito a denúncia por uma questão de protagonismo pessoal.

Hoje, no último dia do ano de 2015, tenho que confessar que cedi a essa tentação tendo dado uma entrevista a umas das mais importantes revistas mundiais intitulada ”  Homem Especial “.

Mas como sou sempre de assumir o que faço deixo aos leitores do Aventar, em primeira mão a capa da revista do mês de Janeiro, que a partir de amanhã estará à venda nas bancas em todo o mundo.

Termino com o meu desejo que em 2016 o nosso país passe a ter mais políticos que dignifiquem vida pública e politica.

Votos, para todos os autores e leitores do Aventar, de um excelente 2016 com saúde e sucessos.

Novas da Sicília

Paulo Vieira da Silva denunciou Marco António Costa.

A vida continuou, a justiça entrou em acção, e com o habitual dinamismo da sociedade portuguesa agora o denunciante escreve isto na sua página do Facebook.

liberdade segurança

Afastamento temporário por questões de segurança

No seguimento da denúncia efectuada, por mim, à PGR, PJ e DCIAP, relativamente a Marco António Costa, e com o decorrer normal do processo de investigação, as perseguições e ameaças à minha pessoa e à minha Família têm aumentado nos últimos dias.

Estas perseguições e ameaças têm sido denunciadas junto das entidades judiciais competentes e juntas ao processo de inquérito.

Nos últimos dias tenho também sido avisado por diversos amigos e leitores para tomar cuidados acrescidos. Por isso, peço-vos desculpa, mas por uma questão de segurança da minha Família e minha, deixarei de escrever, temporariamente, nesta minha página.

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Meet António Albuquerque

Uma história com insultos, ameaças e um marido de uma ministra pronto para partir cabeças.

Paulo Padrão, Director de Comunicação do BES, ameaça fisicamente um bloguer do Aventar

Porque vários de nós, aqui no Aventar, se têm insurgido contra o comportamento lamentável de Paulo Padrão, Director de Comunicação do BES – Banco Espírito Santo, urge dar uma explicação a quem nos lê. É que através dos comentários foi possível perceber que nem todos os leitores perceberam ainda o que se passou.
Na terça-feira, 5 de Fevereiro, o nosso aventador Carlos Fonseca escreveu no seu blogue pessoal, Solos sem Ensaio, o post O sagrado sal do Espírito Santo. E no mesmo dia, este outro post: A anedota do Banco de Portugal sobre Salgado (BES).
No dia seguinte, ao fim da manhã, Paulo Padrão, que é o Director de Comunicação do BES, ligou para o telemóvel do Carlos Fonseca. Conseguiu o número através de um esquema ardiloso que chegou a envolver pessoas ligadas à política e que utilizou a boa-fé de um membro do Aventar que nada sabia do que se estava a passar.
Falando de forma agressiva, e utilizando um tom de voz ameaçador, o Director de Comunicação do BES Paulo Padrão mostrou ao Carlos Fonseca o descontentamento pelo que tinha sido publicado e chegou mesmo a dizer-lhe que queria conhecê-lo pessoalmente. Dando a entender que, dessa forma, ajustaria contas com ele.
Não sei se esta ameaça física velada foi feita a mando do dono ou por iniciativa própria, mas sei que é uma atitude extremamente grave por parte de um alto funcionário de um dos maiores grupos empresariais portugueses.
E pronto. Foi isto que aconteceu. Agora tirem as vossas conclusões.

Ou se demite ou é demitido

Ameaçar “fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira” não é um comportamento aceitável para quem sirva o estado. Ou Relvas se demite ou é demitido. Depois do que o PSD disse, e bem, sobre as pressões de Sócrates na comunicação social, não lhe resta outro caminho que não o de aplicar a receita que defendeu enquanto oposição.

Quanto ao Público, o meu sentimento é de desilusão. Então ameaçar divulgar detalhes da vida privada de uma jornalista não pode ser enquadrado como violação à lei? Até onde é preciso chegar? Até às vias de facto? Será preciso lembrar o recente caso da jornalista que viu a sua vida íntima divulgada na net?

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