Catroga disse que a negociação do programa de ajuda externa a Portugal “foi essencialmente influenciada” pelo PSD e resultou em medidas melhores e que vão mais fundo do que o chamado PEC IV. [daqui]
Sugestões
Catroga sugere 8 mil milhões cortados na despesa. Eu sugiro 8 mil milhões de despesas cortadas no Catroga.
Catroga apontado para a EDP faz todo o sentido…
… desde que no trabalho use uma Thermotebe. Como se sabe, estas camisolas funcionam por geração de electricidade estática quando friccionadas contra os pêlos corporais. Portanto, nada mais indicado para a EDP do que o homem do pentelho.
Cartas a Sócrates – [9]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
PS.: #ILoveSocrates Day by Day 🙂
Publicado no F-Se!
Cartas a Sócrates – [8]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
PS.: #ILoveSocrates Night & Day 🙂
Publicado no F-Se!
C’um Catroga!
De Sócrates e da sua governação de 6 anos, os portugueses sabem o suficiente. O diagnóstico está feito. Portanto, no presente, o que preocupa os cidadãos é o futuro, próximo e duro, sabendo à partida que o programa de governo, independentemente de partidos integrantes, é aquele que a troika estabeleceu neste memorando.
Relativamente às próximas eleições, os votantes, em número normalmente abaixo dos abstencionistas, começam a dar indícios de poder a privilegiar o PS de Sócrates em relação à alternativa PSD. Esta sondagem do ‘Público’ é mais um sinal nesse sentido, a somar a outras divulgadas na última semana.
Parece-me oportuno interrogar: a que se deve esta quebra do PSD? Entre diversos motivos, cito: a imaturidade de PPC, a senilidade do ribatejano Catroga, um oportunista já denunciado no ‘Aventar’ pelo João José Cardoso; e sobretudo a incapacidade do conhecido economista falar claro e verdade. Nem sequer tem o cuidado de estar em sintonia com Passos Coelho.
O líder social-democrata afirma-se contrário ao corte de salários, para compensar a´redução da TSU até 4%, preferindo aumentar os impostos sobre o consumo. No entanto, Catroga, no ‘Prós e Contras’ de ontem, afirmou que os impostos não serão aumentados.
Bom, Catroga que manifesta eloquente falta de condições comportamentais e intelectuais para o exercício de funções governativas, comunica mal, entrando gratuitamente em litígio em diversas frentes. Ontem, foi com Silva Pereira, o que até seria natural, mas também com António Pires de Lima do CDS, seu antigo companheiro na Nutrinveste, e ainda com o Prof. Carlos Coelho que se encontrava entre a assistência.
Cartas a Sócrates – [7]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
ninguém, amor, me obriga a não esquecer a tua falta.
F-Se! #ILoveSocrates Ever 🙂
Cartas a Sócrates – [6]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Quando o tempo tiver passado, amor, excedendo-nos na sua
composição, talvez haja alguém que compreenda a negação
bastando-se, sem dúvida, sem hesitação.
E do meu pesar somente a vergonha me impede de não negar,
também, amor, este sentimento deslizando puro desejo de te
afirmar (amor): minha doce enfermidade sem remédio, sem
pudor refreando o desassossego, o cuidado, a negação.
PS.: #IloveSocrates Indeed 🙂
Cartas a Sócrates – [5]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Temor, amor, é o que sinto despojada de ti, é não saber de que são feitas as tuas lágrimas ou se choras ou em que pensas quando adormeces ou se ris quando estás só.
Temor, amor, é tudo o que desconheço e o que desconheço, bem sabes, és também tu (amor).
Amor, se eu te conhecesse, conheceria também os teus segredos, os teus anseios, os teus receios, um mundo só teu devastado – não, não é importante conhecer, nem conhecer-te para saber que o mundo e tu são admiravelmente mais belos e desejáveis: desconhecidos, adivinháveis.
PS.: #ILoveSocrates deeply 🙂
Publicado no F-Se!
Cartas a Sócrates – [4]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Sei apenas, amor, que o tempo pára imóvel e o espaço abre em lume a tua presença, quando – só – amor, espero esse lume, nada mais.
Mas, é com um cuidado atento que desço uma máscara, amor, indiferente, enquanto a vida cresce subitamente mais plena e alimenta a sede de apenas diante de ti ser, também, esse lume.
E não é raro – obrigada –, amor, ter de desviar os olhos ou inclinar o corpo para longe.
Como queima esse lume?! E como irrompe graciosa a vida nesse lume interiormente, dentro, cada vez mais fundo removendo a escuridão e o terror, amor.
E tu? amor – bem sabes que não espero nada, nada mais, e que nada tenho senão o lume.
PS.: #ILoveSocrates much more 🙂
Publicado no F-Se!
Cartas a Sócrates – [3]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Acordo, amor, sem urgência para que a noite caia novamente.
E o dia começa a doer enquanto aguardo impotente que passes
desprendido e dos teus lábios a voz se forme som disparado de
encontro a mim, amor.
Aí, amor, um novo acordar eclode iluminando o obscuro receio
de já não me reconheceres ou de que me comeces a amar,
também, obscuramente, desastrado e débil, amor, face aos
momentos sem distância separando-nos.
E delicadamente revisitados (amor), esses momentos, seriam
adormecidos sem urgência de acordar dolentemente para um
novo dia em que aguardarias que passasse e a minha voz
formasse nos meus lábios um som disparado de encontro a ti
amor, iluminando-te, sem precipitação e sem receio.
PS.: #IloveSocrates 🙂
Publicado no F-Se!
Cartas a Sócrates – [2]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Quando saio, amor, à tua procura, é um mundo visivelmente
novo que anseio. (Só tu me retiras do meu recolhimento e me
abres secretamente o desconhecido.). Saio todos os dias e todas
as noites, amor, sabendo que não me procuras, que não sentes a
privação nos meus gestos desastrados e incorruptos: à tua
procura. Não pressentes a minha voz, amor, somente delicada
para ti? Não, não reparas nem ouves os meus apelos
definhando tímidos, enfraquecendo à tua mercê, amor? Porque
não me procuras, amor?, eu que me abandonei e abandono
todos os dias e todas as noites para te encontrar diante de mim
abandonado à minha procura, procurando, procurando
inevitáveis amor.
Porquê amor? É forçoso que esta procura seja apenas
docemente desesperada e perdida enquanto saio todos os dias e
todas as noites não sabendo nunca que mundo desconhecido
anseias? Porquê, amor, desconheço?
PS.: #ILoveSocrates + 🙂
Publicado no F-Se!
Cartas a Sócrates – [1]; As Minhas Cartas São Mais Bo-ni-tas que as de Catroga :)
Acontece anoitecer, amor, sem suspeita aos teus olhos –
o meu corpo peregrino vai tombando no seu caminho: solitário,
triste e vazio, como vazios, tristes e solitários ficam os meus
olhos exilados do teu aparecer. E apenas a chuva generosa
o reconforta, amor, de sucumbir distante e inacontecido. Essa
água abundante é a única presença toldando e embriagando,
quando já sem forças regresso, lentamente, sem querer revisitar
os acontecimentos de mais um dia inútil e gasto à espera do
possível (des)embaraço. E açulada pela minha fraqueza, amor,
acontece anoitecer amortecendo para fugir ou para reter o que é
possível. Como se fosse possível saberes ou adivinhares que
anoiteço com uma mordaça que me impede de dizer tudo o que
poderia acontecer se doente não estivesse (amor), se em tudo
pudesse ser diferente ao teu lado, anoitecendo em silêncio. O
silêncio à tua volta – voltada do avesso para acontecer,
anoitecer amor junto a ti.
PS.: #ILoveSocrates 🙂
*Publicado no F-Se!
Chove e Venta, e as Telham Voam
MAU TEMPO NO MEU CANAL
.Acordo sobressaltado. Um estrondo enorme tinha sido o responsável por isso. Eram quatro da madrugada de uma noite que se transformou em pesadelo.









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