
Nós também, camarada Henrique, nós também.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Foi algures na década passada que a propósito de uma calúnia de que fui alvo um velho amigo, lendo um texto meu, me mandou uma mensagem com a seguinte frase: “Não expliques. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam”. A partir daí, sempre que fui alvo de uma calúnia segui essa velha máxima. Ainda há dias, mesmo estando relativamente longe, um velho companheiro de muitas lutas ligou-me para me informar de uma outra que corria. Depois de termos trocado umas boas gargalhadas recordei-o dessa velha máxima. Hoje, deambulando pelas redes sociais, dei de caras com uma grave calúnia que atingia um grande amigo, o deputado Hugo Pires do Partido Socialista. [Read more…]
“Não temos filhos porque começamos a trabalhar a meio da manhã“. Querem ver que ando a mandar dinheiro fora em posts que poderiam ser artigos no Expresso?

in Henricartoon
Enquanto o coelhíssimo Jorge Coelho vem falar da brilhância da entrevista, há quem não vá por aí, pelas lambidelas gratas coelhónicas que, bons tempos!, uniram Salgado, o mesmo Jorge Coelho ex-MotaEngil e Sua Exma. Obscenidade José Sócrates para blindar as últimas PPP.
Henrique Monteiro publicou, no sábado passado, um texto dedicado “a Vasco Graça Moura e a todos os opositores do Acordo Ortográfico”. Uma vez que pertenço ao segundo grupo, decidi, sem me alongar, retribuir a gentileza da dedicatória, deixando, hoje, alguns comentários, começando por remeter os leitores para um outro texto do incansável João Roque Dias.
Henrique Monteiro começa por se referir à sua “adesão pessoal ao Acordo Ortográfico (AO)”, expressão algo infeliz pelo que contém de entusiasmo, num assunto que exigiria ponderação. Logo a seguir, explica que essa adesão se baseia em “confiança e humildade”, uma vez que confia na “sabedoria de quem o fez” e é “suficientemente humilde” para reconhecer que lhe escapam muitos aspectos “que dizem respeito à etimologia e à fonética, tais como outros menos relevantes para este caso”, o que prenuncia algo de bom, uma vez que parece reconhecer importância à etimologia e à fonética.
No que se refere à confiança que deposita nos autores do AO, seria interessante que Henrique Monteiro tivesse aprofundado os motivos que o levam a desconfiar de quem critica o dito AO. De qualquer modo, isso fica resolvido de uma penada, porque os opositores são classificados como “pessoas que apenas se opõem ao Acordo “porque sim” – sem quaisquer argumentos.” Talvez por distracção, Henrique Monteiro ignora a existência de várias críticas consistentes feitas por linguistas competentes, ao longo dos últimos vinte anos. [Read more…]
Este Editorial de Henrique Monteiro é digno de se ler:
Os que achavam que faziam um grande favor a Sócrates abanando sistematicamente a cabeça a dizer que sim, bem se podem rever na humilhação que tudo indica o primeiro ministro vai sofrer ao ser ouvido no Parlamento. Pela primeira vez o primeiro ministro vai ter que responder no Parlamento porque mentiu, o que está mais que provado. As datas não conferem e foram trazidas a público quer pelas escutas quer pelos testemunhos dos intervenientes ouvidos no Parlamento.
O PGR tem tambem muito a explicar e começam a perceber-se as razões que o levaram a não deixar que se conhecessem os fundamentos dos seus despachos . O Presidente do Supremo já veio às televisões, atabalhoadamente, explicar que os seus despachos se referem apenas a algumas das escutas, precavendo-se para as revelações que têm sido feitas nas audições.
O Saraiva sustenta a existência de uma operação de decapitação do SOL e o Henrique Monteiro sustenta pressões ílegitimas por parte do primeiro ministro que, claro está, estão salvaguardadas por gravações que guardam para quando for preciso. A Manuela Moura Guedes apresentou uma acção crime contra o o primeiro ministro e constitui-se assistente no Face Oculta.
Estamos em Democracia e não podemos nem devemos considerar culpado quem quer que seja antes de ser julgado, mas o que todo este processo mostra é que há uma esfera política, de credibilidade e seriedade politica, a que nenhum político se exime. A credibilidade é tão importante num político como a sua capacidade de desenvolver políticas correctas e, como diz, Manuel Carrilho lá de Paris onde está com a sua Bárbara e o seu Diniz é “que quem ganha eleições tem a legitimidade para governar mas não tem legitimidade para governar mal ou eximir-se ao julgamento da população” ( está a agradecer o lugar dourado, com amigos destes…)
A uma situação aflitiva junta-se esta crise de valores que teve o seu momento alto com a cómica “performance” dos boys a sacudirem a água do capote e a refugiarem-se no segredo de Justiça.
As escutas devem ter sido feitas quando estes crâneos cheios de inteligência e experiência se passeavam entre a administração da PT e a administração do Tagus Park, o seu brilhantismo ficou bem à mostra naquela figura de boy sem vergonha que tem como objectivo fazer o “trabalhinho” ao chefe.
Vamos longe com esta gente!
A PJ foi à SAD do Porto, buscar uns documentos. Terá a ver com transferências de jogadores, no cumprimento de uma carta rogatória da Bélgica. Pois é, o “clube regional”, negoceia transferências de jogadores a nível internacional, quem diria…
A “Comissão de Ética” do Parlamento ouviu o Director do “Expresso“, Henrique Monteiro, afirmar que José Sócrates chegou a telefonar-lhe para lhe pedir por tudo que não fosse publicada uma dada notícia acerca da sua licenciatura. Continuarão a chover exemplos da difícil relação de José Sócrates com a liberdade de imprensa. Algo que não é novidade, servirá apenas para refrescar a memória lusitana que é, tendencialmente, curta.
O sexo vende. É mais do que sabido. A publicidade que o diga. É o caso desta campanha anti-tabagista, que associa o acto de fumar ao sexo oral forçado. Que é outra coisa (o sexo oral) que é uma fixação dos portugas (relembro que para constatar isso basta ir á versão portuguesa do Google e escrever a palavra “como”).
Inês de Medeiros arrisca-se a ter de pagar do seu bolso as viagens a Paris para ver os filhos. Isto não se faz, conforme o nosso Ricardo Santos Pinto decerto concordará…
Uma nota final: aprovada a redacção final do casamento homossexual. Aguardemos pela decisão de Cavaco Silva.
HenriquMonteiro: “Vivi muitas situações com o pais à beira do abismo, é a primeira vez que o vivo à beira da vergonha.” – M. J. Avillez, SIC Notícias.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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