Inês de Medeiros é a nova vice-presidente do Inatel

Ler aqui. Espero que tenha viagens pagas para casa, em Paris, semanalmente, em executiva e com ajudas de custo para o taxi.

Inês de Medeiros para primeira ministra!

Tal como os últimos primeiros ministros Durão, Santana e Sócrates, Inês de Medeiros também é perita a exigir uma coisa coisa e o seu contrário, especialista a dizer agora uma coisa e desdizê-la a seguir, a trocar princípios por circunstâncias, a ser incoerente nas suas lutas e reivindicações.

Inês não teve visão de futuro e foi atropelada por este, não tem postura de estado, confunde interesse pessoal com erário público. Inês de Medeiros brinca com a política e levanta tempestades em copos de água.

Inês de Medeiros faz o país perder tempo a debater questões acessórias e levanta querelas das quais desiste a seguir. É determinada a mudar de rumo depois de o ter imposto. Reúne todas as condições para ser primeira ministra de Portugal.

Quanto ganham os deputados: O caso Inês de Medeiros

Diz-se constantemente que os deputados portugueses ganham mal e que no sector privado ganhariam muito mais.
Não é verdade. Os deputados ganham muito mais do que parece à primeira vista. Porque se o seu vencimento-base é de 3815,17 euros, ou seja, metade do vencimento do Presidente da República, o que levam para casa no final do mês pode chegar a ser o triplo, sendo que a maior parte desse valor não está sujeito a IRS.
A juntar a este valor, mais 10% para despesas de representação, ou seja, 370,32 euros. Ou seja, um total de 4185,49 euros fixos.
Têm ainda direito, os que não vivem na Área Metropolitana de Lisboa, a 69,19 euros por cada dia de presença nas Reuniões Plenárias ou nas Comissões. Para os Deputados que residam em Lisboa ou na Grande Lisboa, aquele valor é de 23,05 euros.
Recebem ainda o valor de uma viagem semanal de ida e volta, na classe mais elevada, sempre que eleitos por um círculo de eleição que não Lisboa. Para além da viagem propriamente dita, têm direito a ser ressarcidos do valor da deslocação entre o Aeroporto em que desembarcam e a sua residência.
Os Deputados que fazem deslocações em trabalho político no seu círculo eleitoral, mas que vivem fora dele, recebem um valor semanal correspondente ao dobro da média de quilómetros verificada entre a capital do distrito e as respectivas sedes de concelho. No caso dos Deputados das Regiões Autónomas, recebe o valor semanal resultante do quociente da divisão do valor médio das tarifas aéreas inter-ilhas por 40 cêntimos.
Pela deslocação em trabalho político no território nacional, um deputado tem direito a 412,44 euros por mês.
Sempre que se deslocam ao estrangeiro em missão oficial, os deputados recebem 167,07 euros por dia.
Têm ainda direito a utilizar gratuitamente computadores portáteis, PDAs, acesso à internet móvel (GPRS/3G), serviços postais e sistemas de telecomunicações.
Têm seguro de vida.
Então, quanto ganham os deputados?
Depende dos casos. Para dar um exemplo, permitam-me que escolha, completamente ao calhas, o deputado do PS eleito em terceiro lugar pelo círculo de Lisboa. Não sei quem é, mas vou já ver. (pausa)
Já vi, é Inês de Medeiros. Vamos então às contas.

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O apartamento de Inês de Medeiros está uma badalhoquice

 
Foi Inês de Medeiros que o disse: uma das principais razões que a obrigava a ir todas a semanas a Paris era a limpeza do seu apartamento.
O Aventar, que viu a deputada gaulesa na sessão comemorativa do 25 de Abril, no Domingo, ficou preocupado com o estado de limpeza de uma casa que, está bom de ver, não ia ser limpa durante o fim-de-semana. Vai daí, começou a investigar e apresenta hoje, em exclusivo, fotos do estado actual do apartamento dos Campos Elíseos.
Para além de estarmos em presença de um casal à moda antiga – o marido suja e a mulher limpa – algo que a nós, homens, nos deixa cheios de alegria, reparamos também que para Inês de Medeiros não existem empregadas domésticas em Paris – nas suas próprias palavras, não é como cá.
Mas também isso o Aventar pode resolver. Este vosso escriba é de família de emigrantes – uma avó e nove tias e tios que labutam diariamente na cidade-luz como empregados de limpeza, porteiros e operários. Gente de fibra, gente que trabalha a sério – volta à pátria uma vez por ano sem que ninguém lhe pague a viagem – e que não teria qualquer rebuço em ganhar mais uma horas a limpar a casa da sua compatriota.
Enquanto não procedemos a esse ajuste directo, algo tem de se fazer para acabar com a badalhoquice que se vive naquela casa. Ainda por cima, no próximo fim-de-semana é o Dia do Trabalhador e mais uma vez a casa não vai ser limpa – Inês de Medeiros, tenho a certeza, nunca perderia as cerimónias do 1.º de Maio!
Assim, como forma de remediar a situação, a deputada podia aproveitar a greve dos funcionários do Parlamento e dar um saltinho a Paris amanhã. Não é muito tempo, é verdade, mas deve dar ao menos para esfregar a cozinha e aspirar a sala.

Prémio Grande Frase d'Abril, 2010: o vencedor é…

Emídio Fernando com o post:


Em Abril, a Assembleia da República fez uma poupançazita

Inês de Medeiros, deputada do PS, participou no desfile comemorativo do 25 de Abril.

Os parlamentares, uma massa de gente improdutiva a viver à custa do erário público

Não fui eu que escrevi isto. Foi o deputado António Filipe, que também acha muito bem que todos nós paguemos viagens a Paris e à Conchichina.
Qualquer dia está no PS.
(via 5 Dias)

Inês de Medeiros e Miguel Portas

Imagino que o eurodeputado Miguel Portas também viaje em 1ª classe entre Lisboa e o Parlamento Europeu. Imagino, até, que se recusasse a viajar em turística se tal lhe fosse proposto, mas quando foi eleito as regras eram claras e Miguel Portas não era o único na sua situação. No entanto, no movediço terreno dos princípios, compare-se a sua posição com a de Inês de Medeiros quanto à utilização de dinheiros públicos no que respeita aos gastos com os deputados. Não são sempre todos farinha do mesmo saco.

P.S. – Desculpe lá, Inês, mas neste filme o Miguel, mesmo careca, sem adereços nem filmografia conhecida, ficou muito melhor do que a menina.

A chulice tem um nome: Inês de Medeiros


O Luis Moreira já se referiu ao assunto, mas eu não resisto em voltar à carga.
Disse há dois meses que Inês de Medeiros, que nos faz o favor de estar no Parlamento e que acompanha as sessões com o entusiasmo que se vê na foto, queria passear à minha custa. O Parlamento fez-lhe a vontade, com os votos do PS, a abstenção do CDS e a falta do PCP.

Dos parasitas que sustentam o Governo, espera-se tudo menos um pingo de vergonha – até mesmo por parte daquele que dizem que foi Capitão de Abril, mas que eu não acredito que tenha sido. Dos fascistas do CDS, pode ser que em devido tempo se perceba. Quanto aos comunistas, cuja falta não é inocente, lembrar-me-ei bem deste episódio no momento do voto.
A deputada Merdeiros, que foi eleita por Lisboa e que terá dado uma morada de Lisboa, alega que vive em Paris. A partir deste momento, qualquer deputado poderá dizer que vive num país qualquer, pedindo à Assembleia – a todos nós – que lhe pague uma viagem semanal para casa. Onde? Sei lá! Olhem, no Brasil, por exemplo, onde as putas são muito baratas. Não há problema: nós pagamos. As viagens e as putas.
Suprema ironia, a tipa exige viajar em Classe Executiva. Sim, que em Económica não se senta um cu tão importante. Pelo menos em viagens pagas por nós, claro. A crise quando nasce é só para os otários. E de otária, ela não tem nada. Avisou em devido tempo que não pagava as viagens e não vai pagar mesmo.
No meio disto tudo, não esquecer que a votação partiu de um despacho favorável de Jaime Gama (esse mesmo, o que também gostava de dar umas voltas ao fim-de-semana) e foi desempatada por esse exemplo de rectidão que se chama José Lello.
Os professores, neste momento, devem sentir-se indignados. Milhares deles vivem a centenas de quilómetros de casa, só vêem a família ao fim-de-semana e, no final, não há ninguém que lhes pague a puta da viagem semanal. Pois não, ser chulo não está ao alcance de todos. Só dos predestinados: os políticos.

A Inês vai e vem de Falcon?

Vamos pagar, era certinho como o destino, está decidido, a Inês de Medeiros tem direito às deslocações nos fins de semana  a Paris, onde reside. Mas se reside em Paris como é ela deputada por Lisboa?

Isto dá para tudo, não se peça lógica ou racionalidade aos políticos,  isto chegou a um Estado (com letra grande?) que já perdeu a vergonha ! Não há regras, nem leis, nem fundamentos, nem nada, o que há é a prepotência de quem quer, pode e manda! Já agora seria melhor não a fazer perder tempo nos aeroportos, o falcon é porta a porta.

Não há dinheiro para os funcionários, nem para os idosos, muito menos para os doentes. Demagogia ? Pois, demagogia de quem paga tudo e mais alguma coisa e um dia destes vai preso por se indignar!

Já estivemos mais longe de nos virem buscar a casa! Mas não vai ser de Falcon!

Da PJ a Sócrates, do sexo oral ao Parlamento

A PJ foi à SAD do Porto, buscar uns documentos. Terá a ver com transferências de jogadores, no cumprimento de uma carta rogatória da Bélgica. Pois é, o “clube regional”, negoceia transferências de jogadores a nível internacional, quem diria…

A “Comissão de Ética” do Parlamento ouviu o Director do “Expresso“, Henrique Monteiro, afirmar que José Sócrates chegou a telefonar-lhe para lhe pedir por tudo que não fosse publicada uma dada notícia acerca da sua licenciatura. Continuarão a chover exemplos da difícil relação de José Sócrates com a liberdade de imprensa. Algo que não é novidade, servirá apenas para refrescar a memória lusitana que é, tendencialmente, curta.

O sexo vende. É mais do que sabido. A publicidade que o diga. É o caso desta campanha anti-tabagista, que associa o acto de fumar ao sexo oral forçado. Que é outra coisa (o sexo oral) que é uma fixação dos portugas (relembro que para constatar isso basta ir á versão portuguesa do Google e escrever a palavra “como”).

Inês de Medeiros arrisca-se a ter de pagar do seu bolso as viagens a Paris para ver os filhos. Isto não se faz, conforme o nosso Ricardo Santos Pinto decerto concordará…

Uma nota final: aprovada a redacção final do casamento homossexual. Aguardemos pela decisão de Cavaco Silva.

Inês de Medeiros quer passear à minha custa


Inês de Medeiros, moradora na rua de Santa Catarina, em Lisboa, foi eleita deputada à Assembleia da República pelo círculo de Lisboa.
Agora, diz que mora em Paris e quer que eu (e tu, amigo leitor, e tu) lhe pague uma viagem semanal de ida e volta para Paris. Em Classe Executiva, claro está, que a classe económica não faz jus à sua categoria (se fosse ela a pagar, até em «low-cost» viajava; como sou eu a pagar, tem de ir em Executiva).
Diz que os filhos estão lá a viver. E que tenho eu com isso?
O PS, como seria de esperar, está a usar todas as artimanhas para ver se passa. Equipará-la a deputada eleita pelo círculo da Europa foi a proposta do inefável José Lello. E no final, claro que eu – e tu, amigo leitor, e tu – vou pagar as viagens a mais uma que anda a parasitar o Erário público. Diz que é para ver os filhos que moram em Paris. E se morassem nas Seychelles, eu também tinha de pagar?