A teimosia socrática afunda as PMEs

Há um conjunto de medidas já tomadas pela maioria dos países e ,insistentemente pedidas, a que, por pura cegueira, o governo não dá seguimento.Todas têm a ver com a Tesouraria de curto prazo das Pequenas e Médias empresas, elas sim criadoras de emprego.
As PMEs constituem mais de 95% do tecido produtivo nacional e representam mais de 50% do emprego.
O que levou o governo, tão apressadamente, a meter milhões no BPP, BPN e BCP, via CGD? Hoje percebemos que o governo não fazia ideia nenhuma do que íria encontrar naqueles buracos negros.A resposta modelo, é que serviu para proteger os depositantes e que a falência dos bancos teria efeitos sistémicos! Nada a ver com a defesa das grandes fortunas, com os brutais empréstimos no exterior e com o necessário “controlo dos prejuízos” que ainda ninguem conhecia e que poderia revelar grandes surpresas!
Mas as PMEs podem fechar uma a uma, deitando para o desemprego milhares e milhares de trabalhadores que o governo não revela ponta de preocupação.
Algumas das medidas são as que se seguem e que iremos descrever com pormenor durante a semana:
IRC e Pagamento especial por conta
Incentivos à contratação de pessoas
Prazos de pagamento
Exigências para os Investimentos Públicos
Exportar para Novos Mercados
Então fica encontro marcado!

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