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Não sabe em quem votar? Então responda...

Não sabe em quem votar? Então responda...

Uma aplicação online que nos permite saber em quem podemos (???) devemos (???) votar.
Dito de outra maneira, respondemos a umas perguntas (30) e no fim surge um gráfico sobre a nossa proximidade com cada um dos partidos.

Adianto o meu resultado: coladinho ao PS! É tudo a ajudar, cruzes canhoto!

Visite http://www.euprofiler.eu/.

Espanhol Técnico


via Papa Maizena

CDS – [6.9 – 9.6]

Intervalo fechado. Nem acima de 9.6 nem abaixo de 6.9. O inferior é das sondagens, o superior de Paulo Portas. No interior está um deputado.
Hoje em Mirandela correu benzinho, esteve composto e acertaram no dia. É caso para dizer que está tudo Eurocalmo.

COMEÇA HOJE

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OS PARTIDOS ESTÃO NUMA FONA
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Não se sabe muito bem para o que serve, sabe-se que muitos se servem dela, mas começa hoje a campanha para as eleições Europeias. De norte a sul, ilhas incluídas, os candidatos aos lugares no Parlamento Europeu vão andar numa fona, a ver quem consegue enganar mais velhinhos, mais senhoras, e mais jovens adultos. Tudo em prol dos vencimentos milionários que esses lugares lhes dão. Poucos dos candidatos estarão realmente interessados nos assuntos europeus, ou motivados para melhorar a vida dos seus concidadãos, lutando nos corredores e salas de Estrasburgo. Os amigos dos candidatos, os chefes dos candidatos, os colegas dos candidatos, todos se esforçarão por garantir o melhor lugar e a maior quantidade de votos aos seus protegidos. Ganhar as eleições, é garantir o maior número de votos, não para o candidato, mas para o partido que lhe dá apoio.
Estas coisas todas, no fundo iguais em todas as eleições, sejam elas nacionais ou europeias, levam a uma cada vez maior abstenção, e a um cada vez maior afastamento da vida partidária por parte dos eleitores.
Esta eleição, não deveria mas serve para aquilatar das reais possibilidades do partido do poder vir a ganhar as outras, muito mais importantes para nós, as nacionais, que aí se avizinham lá para Setembro / Outubro.
Nestas eleições, as europeias, os partidos pequenos, sem possibilidade de eleger seja que deputado for, tentam ganhar notoriedade para, nas autárquicas ou nas legislativas, terem alguma hipótese de colocar algum dos seus membros.
Todos os partidos, estão a partir de hoje, numa fona danada para ganhar lugares ou seja o que for que lhes dê notoriedade. Espera-se uma campanha renhida e por ventura correcta.

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Cá para mim, foi o Romeiro

Era para ter aventado alguma coisa sobre o tema na sexta-feira. Decidi esperar, em busca de uma qualquer explicação decente, um esclarecimento suplementar. Até ver, nada. Um tribunal nacional decidiu condenar, com pena suspensa, um ex-inspector e um inspector da Polícia Judiciária por falsidade de depoimento no caso das agressões a Leonor Cipriano. Sim, agressões. O tribunal considerou que a mãe de Joana foi agredida nas instalações da PJ. Mas não conseguiu identificar os autores.

Li as notícias mais de uma vez, para verificar se estava enganado. Não estava. Houve agressões, houve uma vítima mas não houve agressores. Para que não haja dúvidas: O tribunal determinou que uma pessoa foi vítima de agressão nas instalações da PJ mas não determinou quem foram os agressores, apesar de estarem acusados uns senhores inspectores.

Ora, como ficou provado que Leonor Cipriano não caiu pelas escadas abaixo, não se atirou contra as paredes, não deu bofetadas em si própria e teria dificuldades em “espetar” uma cadeira na cara, pode concluir-se que alguém a agrediu. Dentro das instalações na PJ, convém reforçar.

O final deste caso ficará a fazer-me lembrar-me “Frei Luís de Sousa”, de Garrett. No final perguntamos: “Quem são os agressores?” e alguém nos responde, qual romeiro desconhecido, “Ninguém”.

Arranque do CDS


O Paulo e o Nuno chegaram confiantes. Lá estavam as barracas da feira. O movimento não era muito mas também ainda era cedo. Os “ajudantes locais” afadigavam-se algo comprometidos. Nervosismo por ser a primeira acção de campanha. Televisões a postos, jornalistas num frenesim. Primeiros beijos e primeiros abraços, aquecer os motores, conversa de circunstância. E a D. Rosa toda lampeira, “então isto há dois dias é que era bom para a televisão estava isto cheio, ou então amanhã que vamos ter feira do queijo, hoje não há!”
Grande arranque! Bem me disseram para não ser isento!

Preços das casas caem mais de 40% (II)


Um fenómeno que já não é de hoje.

Requiem pela Ministra da Educação (III)

Claro que, para toda a gente, os professores não querem ser avaliados. Para toda a gente, professores e sindicalistas (as centenas que há anos não entram numa sala de aula e que, em nome dos professores, assinam entendimentos com fins meramente partidários e que vendem os seus representados à primeira oportunidade) é exactamente a mesma coisa.
É fácil generalizar e uma mentira dita muitas vezes transforma-se em verdade. Mas a realidade desmente-o: não têm faltado, na internet e nas escolas, a apresentação de modelos alternativos ao modelo chileno que este ministério optou por implementar. Ai, ai, esse grande país que é o Chile!
A Fenprof já apresentou um modelo alternativo. A FNE prepara-se para fazer o mesmo. O professor Paulo Guinote, em «A Educação do Meu Umbigo», também já o fez: “Corresponder ao final de cada ciclo de progressão, servindo exactamente para definir a passagem ao escalão seguinte.
Corresponder a períodos de três anos – o que implicaria uma progressão na carreira com mais níveis salariais e sem saltos tão grandes entre níveis.
Basear-se na apresentação pública de duas aulas, uma sobre a actividade desenvolvida no período anterior, podendo ser mais geral (apreciação global do trabalho realizado) ou mais específica (apresentar uma intervenção mais particular em torno de um problema) e outra sobre o(s) projecto (s) a desenvolver no período trianual seguinte (actividades não lectivas a dinamizar, projectos inovadores no trabalho em sala de aula).A prova seria avaliada por um júri que incluísse um elemento do Ensino Superior na área das Ciências da Educação ou da área científica de origem do avaliado, o(a) Presidente do órgão de gestão da Escola, um elemento a designar pelo ME (potencialmente um inspector qualificado para o efeito), um representante da comunidade educativa (por exemplo da Associação de Pais) e o coordenador do Departamento Curricular (no caso da avaliação destes, seria substituído, por exemplo, pelo Coordenador dos Docentes do seu ciclo de ensino).
Essa prova contaria para 50% a 70% da avaliação (25% a 35% por cada aula), sendo o restante resultante de uma avaliação realizada internamente quanto ao desempenho do docente em termos de assiduidade, inserção no projecto educativo da escola, cumprimento das actividades lectivas e tarefas não lectivas, numa grelha com não mais de 10 parâmetros.»
Vão continuar a dizer que não conhecem nenhum modelo alternativo ao modelo chileno?
Cá por mim, e apesar de não ter nada que andar a apresentar modelos de avaliação (sou professor, não político ou sindicalista), eu optava pelo modelo de avaliação de professores da Finlândia.
É o exemplo para tudo, não é, o finlandês? Até querem acabar com os chumbos, porque assim se faz na Finlândia! Então, eu quero ser avaliado segundo o modelo finlandês.
No meio disto tudo, faça-se justiça à ministra. Nada disto partiu da sua cabeça. Não me parece que seja assim tão inteligente. João Freire, sociólogo, foi o seu grande mentor.
Da sua cabeça saiu, sim, o tipo de discurso e pose utilizados, e isso é indesculpável. Um ministro é um patrão, e um patrão não se deve esforçar para que os seus funcionários o detestem. Mesmo que tome medidas contra os interesses dos seus funcionários, não o deve fazer com arrogância e altivez, como se quisesse «trucidar» (nas palavras de um Secretário de Estado) quem não está de acordo com ele. Correia de Campos fez reformas e pôs em causa interesses, mas não me lembro de uma palavra mais desagradável contra os seus funcionários, como os médicos. Não precisou de gritar nem de insultar para ter razão.
Pessoalmente, não lhe perdoo a forma como me desmotivou. A forma como me «pintou» aos olhos da sociedade portuguesa, do resto da comunidade educativa. Lembro com saudades o ano de estágio – todos os meus alunos desse ano foram convidados para o meu casamento, todos foram e juntaram 40 contos (era dinheiro em 1996!) e uma salva de prata para me oferecer. Lembro-me como então abri um conflito familiar, porque convidei os meus alunos e não convidei os meus primos. Lembro-me que ainda hoje continuo a jantar com eles de vez em quando. Lembro-me que, alguns anos mais tarde, os meus alunos do 9.º ano ficaram sem uma visita de estudo que lhes estava prometida e, para compensá-los, fui uma semana para o campismo com eles. Depois das aulas acabarem e responsabilizando-me pessoalmente por tudo perante os pais. Lembro-me que, ainda em 2005, ficava na escola até à meia-noite, às vezes, só para poder acabar o Jornal da Escola a tempo de ser entregue aos alunos.
Não precisava de leis para estar na escola horas infinitas. Não precisava de avaliações para correr quilómetros para encontrar um filme ou uma música para mostrar aos meus alunos. Não precisava de agradecimentos, mas também não precisava de ser insultado diariamente por quem manda em mim. Nem precisava de generalizações – se havia quem não cumpria e por isso tinha de ser responsabilizado, e para isso era necessário mudar a lei (e muito bem), isso não significava que todos tivessem de ser metidos dentro do mesmo saco.
Aos que pensam que todos os professores são iguais, aos que pensam que é um paraíso ser professor, só queria vê-los uma semana a trabalhar numa escola difícil, num dos Bairros Sociais do Porto ou de Lisboa. Olhem que não é fácil, não é nada fácil.
E se num tom irónico, no final do seu mandato, a ministra veio pedir desculpas pela desmotivação que criou aos professores, devia era ter pedido desculpa a todo o sistema público de ensino. Porque, ao fim de três anos e depois de tanta histeria, nada mudou de realmente importante.
Perdão, mudou a situação das escolas públicas nos rankings das escolas. Já se sabe que é estupidez comparar ensino privado (onde os alunos são seleccionados à lupa) com ensino público, que faz muito mais em condições muito mais difíceis.
Mas já se pode comparar o desaparecimento do ensino público dos lugares cimeiros nos últimos anos. À medida que as medidas de Maria de Lurdes Rodrigues foram sendo implementadas, as escolas públicas foram desaparecendo do mapa:

Média 2001/2006 – 2 escolas públicas nos 10 primeiros lugares; 6 nos 20 primeiros; 10 nos 25 primeiros; 33 nos 50 primeiros.

2007 – 1 nos 10 primeiros; 5 nos 20 primeiros; 9 nos 25 primeiros; 28 nos 50 primeiros.

2008 – 0 (ZERO) nos 10 primeiros; 3 nos 20 primeiros; 7 nos 25 primeiros; 23 nos 50 primeiros.

Mais do que as medidas, mais do que os resultados, foi o discurso e a pose que a fizeram perder a razão. E por isso foi derrotada. Três anos de insultos diários aos professores e de humilhação total – «os professorzecos» – tinham de dar nisto.

Paz à sua alma!

Ainda eu me queixo da rinite alérgica!

Depois da entrada do Glorioso para o Guiness pensei que nada mais haveria de verdadeiramente digno para figurar em tal obra.
Estava enganado e juro que não estou a falar do “espanhol” do nosso “inginheiro”.

Clinton

Clinton

Segundo o Expresso online, uma jovem teve problemas respiratórios quando tentava “fazer sexo oral a 200 homens e, assim, entrar para o Livro do Guinness . Ao fim de 50 minutos teve uma crise respiratória e foi obrigada a interromper a prova, que decorria em Hamburgo, na Alemanha.”
A minha mãezinha sempre me disse que tudo o que seja em exagero é mau para a saúde.

Sou pelos pequenos!

mordillo-futebol

E agora para algo completamente diferente… Numa altura em que o campeonato dos “grandes” endinheirados e profissionais está a acabar, uma pequena homenagem aos “pequenos” pobretes, mas alegretes.

O Salgueiros 08 disputa este Domingo, no Complexo Desportivo do Sra. da Hora, o título de Campeão da II Divisão Distrital da Associação de Futebol do Porto com o Aliança F.C. de Gandra. O Campeão garante a subida à I Divisão. A primeira mão ficou 1×3 a favor do Salgueiros, faltando agora apenas um empate ou vitória ao Salgueiros 08 para garantir o título. Em caso de vitória do Gandra haverá lugar a uma finalíssima. A hora do jogo é às 15:00h, e pela primeira vez nos campeonatos distritais, terá honras de transmissão televisiva em directo, pelo Porto Canal.
Excelente iniciativa esta do Porto Canal em divulgar um “evento menor” de carácter nitidamente regional, ainda por cima envolvendo a face menos vista do futebol, que é precisamente as pessoas que gostam do futebol-desporto. A transmissão directa de um jogo da Distrital deve ser estreia mundial!
Em caso de conquista do título a equipa do Salgueiros sairá em autocarro a liderar o cortejo para festejar primeiro em Vidal Pinheiro, onde haverá o primeiro foco de animação e posteriormente para a Avenida dos Aliados, para desfilar no centro da cidade.
Não estarei presente nos festejos. Estarei à mesma hora num outro grande jogo de futebol com a minha equipa de futebol de 5 no Bairro da Pasteleira. São as micro-revoluções ao Domingo. Sou pelos pequenos!

O vídeo de Manuela Moura Guedes e o Sr. Bastonário

Ora aí está um vídeo para ver e ouvir. São mais de nove minutos, sendo que o último minuto é verdadeiramente fantástico:

O arranque do Bloco de Esquerda

O Bloco começou a campanha pelo Alentejo – Miguel Portas esteve na aldeia de Montes Altos. Pretendeu com isso destacar a prioridade que tem de ser dada às pessoas.

Miguel Portas no Alentejo

Miguel Portas no Alentejo

E serviu esta iniciativa para marcar o arranque do BE em direcção ao 3º mandato na europa. Todas as sondagens apontam um valor acima de 10% para o BE, algo que vai levar Miguel Portas e Marisa Matias para o Parlamento Europeu.
A questão será perceber se a campanha para as europeias será mais útil para alcançar o 3º deputado ou ampliar a base apoio que permitirá crescer nas legislativas.

Do dia de ontem queria também destacar a fantástica iniciativa do PCP que levou muitos milhares para as ruas de Lisboa.

Em ispanhole eles se entendem

Aí está mais uma maravilha do Magalhães! Ou magalhanes!
Segundo as informações que acabam de chegar à redacção aventadora, foi através do magalhanes que o “sinhori inginheiru” se preparou para a apresentação em ispanhol junto do Zapatero!
Para ouvir através da TSF!

Aí está o enorme destaque que o El Pais deu à visita de Sócrates

Aí está o enorme destaque que o El Pais deu à visita de Sócrates

Não queria terminar sem antes mostrar a minha surpresa pelo facto do magalhanes ter ajudado a criar uma nova língua – o Espanhol! Eu sempre pensei que em Espanha se falava Castelhano.
Mas, para quem conseguiu fazer inglês técnico como o “sinhori inginheiru” conseguiu, podemos seguramente esperar por uma excelente prova de espanholi aquando da defesa da tese de doutoramento na Independente.