Educação Sexual

ORGIAS E OUTRAS PRÁTICAS

A senhora Professora  entendeu dar uma aula de educação sexual. Seja qual foram as razões que a nortearam, entendeu também falar de orgias. Num País que entende que a educação sexual é muito importante, tão importante que se propõe distribuir preservativos nas escolas, deverá ser normal falar de todas e quaisquer práticas sexuais.
A professora falou para alunos de doze e treze anos. Inocentes, virgens de todo e qualquer acto menos “normal”, como se sabe que alunos dessa idade ainda são, sem nunca terem feito seja o que for neste nível, ou ouvido falar de tais coisas, seja pelos amigos, seja pela televisão em horário nobre, seja por quaisquer outros meios.
Será possível que a srª Professora tenha empregue palavras menos correctas e que não estejam escritas na cartilha do ME? Será possível que a srª Professora tenha feita a apologia de tais actos pervertidos? Será possível ter educação sexual sem falar em todas as práticas que existem?
Uma aluna gravou o delito!
A professora foi suspensa pela DREN, após a denuncia de encarregados de educação.
A gravação não foi premeditada (!).
A moral foi beliscada.
A hipocrisia veio ao de cima como certos dejectos.
Querem ou não querem educação sexual?
Suspende-se uma Professora por via disto?
Mais um acto a seguir-se a tantos outros em que este ano lectivo foi pródigo.
A minh’alma está parva!
E é que nunca mais é Outubro, caramba!

O Lince


O plano de introdução do Lince Ibérico está a todo o gás. O centro de acolhimento está pronto e será entregue pelas Águas de Portugal ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade. O dia internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, foi o dia escolhido. Já foi feita a recuperação dos habitats e lançada uma campanha junto das populações para as sensibilizar para a importância do Lince.
O repovoamento vai ser feito até final do ano com importação de animais de Espanha!
Como sabem trata-se de um animal bonito, esquivo, ágil, furtivo que necessita de habitats próprios e que sem condições excepcionais de protecção ao mais alto nível e de equipas de gestão devidamente colocadas no terreno, tem tendências para a extinção!

Os 10 mais influentes de Portugal


A partir de hoje e até ao dia 31 de Maio, o Aventar quer saber quem são os 10 portugueses mais influentes da actualidade. Todos estão convidados a responder, classificando de 1 a 10 aqueles que, em seu entender, influenciam mais os destinos do país.
As votações, por motivos óbvios, deverão ser enviadas para o mail blogueaventar@gmail.com e não para esta caixa de comentários. Nesta, podem falar da iniciativa (que de inédito não tem muito, valha a verdade!) e de outras questões com ela relacionada.
Os resultados serão apresentados, aqui no Aventar, em forma de «post», no dia 1 de Junho. E aí, todos estarão convidados a comentar os resultados.
Neste tipo de votações, geralmente feita a nível internacional, costumam ser estabelecidos critérios para aferir o potencial de influência de determinada personalidade da vida política, económica, cultural ou desportiva. Não o faremos: a escolha é totalmente livre e, como é lógico, totalmente subjectiva.
A nós, caber-nos-á apenas, para além de votarmos individualmente, fazermos a soma dos votos e apresentar os resultados.
Vamos a isso! Aventem-se!

Não é sobre um alegado apoio a associação de jovens

Ainda pensei em escrever sobre o belo gesto de alegada protecção e apoio a uma associação de jovens por parte de um dirigente desportivo. Mas prefiro não o fazer. Tenho medo de ser processado. Não por mim, mas porque se podem lembrar de fazer o mesmo a todos os aventadores.

Tenham em atenção que escrevi ‘alegada’. Só ‘alegada’. Não vá o diabo tece-las.

FALHAS E ERROS, SÓ MESMO NO QUE CONVÉM!

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15 000 APAGADOS
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Só mesmo quando interessa para compor os números, ou alguma outra coisas, é que as falhas pontuais, os erros inadvertidos, os enganos sem culpados, ou os apagões de nomes e números , não são considerados uma práctica reiterada, mas antes um enganozinho de nada.
O governos que nos (des)governa é useiro e vezeiro em atitudes destas e quejandas.
Por mais esta razão, a de 15 000 mil desempregados terem sido apagados do Instituto de Emprego, eu volto a dizer…
E é que nunca mais é Outubro, para que, já que não saem pelo seu pé, saírem a pontapé!

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Anjos do norte

Nunca se sabe que aspecto esperar de um enviado dos deuses. Alguns contam com uma criatura seráfica, de sorriso bondoso e olhar brilhante, levemente humedecido. Outros imaginarão um neo-hippie, cabeludo e de casaco de malha. E outros haverá ainda que pensarão num guru bem-falante, todo janota, com ar de sonso e conversa de charlatão, uma versão doméstica do senhor Paulo Coelho.

Mas eu sou tripeira, estou habituada a gente de fala grossa, e sei que os enviados dos deuses nem sempre são o que deles se espera. Vem isto a propósito de uma conversa próxima do delírio que tive há dias com um amigo, e na qual eu lhe dizia, admito que apenas pelo prazer indecente de provocá-lo, que imaginava que, a haver anjos da guarda, o meu seria um cromo portuense, com pronúncia do norte, que resmungaria de cada pedido que eu lhe fizesse, mas não deixaria de atender-me com aquela generosidade rezingona das gentes de cá de cima. Ele riu, mas não ficou convencido. O que ele não sabe é que eu tenho provas do que estou a dizer.

Há uns anos, estava eu a caminho do trabalho, atrasada como sempre, subia uma rua no centro do Porto a passo de corrida, quando me deparei com uma rapariga vagarosa, que caminhava à minha frente com uma lentidão exasperante. Como o passeio era estreito, olhei para trás, para a faixa de rodagem, para ver se podia descer e assim ultrapassá-la. Passava um carro, esperei um instante, desci, apressei o passo, retomei o passeio, deixando-a para trás. E então, a uns escassos dois ou três metros à minha frente, caiu um pedregulho enorme, ainda com dois pedaços de telha agarrados, vindo do cimo de um edifício decrépito. Fez-se um silêncio aterrador à nossa volta quando a pedra se estatelou no chão e se fragmentou em inúmeros pedaços pontiagudos. Atrás de mim, ouviu-se o vozeirão da rapariga indolente: “Foooodaaa-sse…”

Assim, mesmo, com uma cadência sonolenta, porque nela até um susto se processava ao retardador. Não sei se ela se deu conta, mas salvou-me a vida. Não estivesse ela a enlentecer-me o passo e eu não estaria aqui a contar a história. Poderia ela ter aproveitado a solenidade do momento e proferido um já batido “hoje é o primeiro dia do resto da tua vida” ou um cristianorro “foi-te dada uma nova oportunidade, aproveita-a, minha filha” ou um literário “Carpe Diem”.

Mas não, o meu anjo pessoal, nortenho, bonacheirão, abençoou-me com a sua particular graça e continuou a subir a rua com aquele passo pesado, as ancas largas e o linguajar apimentado.

Delação?

o Dr. António Arnauld, a quem devemos a criação do Serviço Nacional de saúde, saiu-se com uma tirada que é de certeza uma das melhores da década! Então, não é, que acusa de terem praticado delação os magistrados que se queixaram do Lopes da Mota, por este os ter pressionado, em nome do Primeiro Ministro e do Ministro da Justiça, para apressarem o arquivamennto do processo Freeport? E eu a julgar que os magistrados tinham como função a denúncia de crimes !!

A destruição dos solos agrícolas (RAN)

A alteração ao regime da reserva agrícola (RAN) facilitando a sua destruição, revela bem que nada pára este governo na sua sanha de encher o país de obras e mais obras! Contra os protestos de todas as associações do sector o Governo põe em perigo as terras que deveriam estar reservadas à produção agrícola e preservação da paisagem.
Constitui uma espécie de “Simplex para uma mais rápida desanexação, transformação e destruição dos solos agrícolas”! Vai ser possível a substituição das especies índigenas por espécies importadas como eucaliptos para alimentar a indústria das celuloses! Siga esta questão e assine as petições que circulam contra mais este atentado à nossa vida colectiva! Comem tudo…

O problema da Torre do Tombo nacional

Eu queria dizer isto, mas João Miranda, no Blasfémias, antecipou-se e deixou-me sem argumentos. Os dele bastam.

Em 30 de Maio, agora sim!, «jugulai» a Ministra da Educação

O texto tem três meses e foi escrito noutras circunstâncias. Mas o contexto é o mesmo – a luta dos professores. E quando se aproxima a terceira grande Manifestação Nacional, a repetição faz todo o sentido. Mesmo que já não vá mudar nada, os professores têm de dar mais um sinal. Em defesa da escola pública.
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Sei que muitos professores nos lêem. Ainda não temos os leitores do «Umbigo», mas lá chegaremos.
É para eles este texto.
Com todo o respeito, chegou a hora de «decapitar» a senhora ministra. «Jugulai-a» de vez! É agora ou nunca. Mesmo que hoje em dia já não seja ministra de nada, que simbolicamente tenha morrido há muito, a carcaça do simbólico cadáver, com o devido respeito, continua por aí. Envergonhada. Escondida. Inexistente. Fantasmagórica. Mas continua por aí.
É preciso, pois, dar a estocada final.
Chega de humilhações públicas. Chega de maus-tratos constantes. Chega de todo um programa que só visou partir a espinha da classe docente.
Não partiu, reforçou-a. Conseguindo transformar pequenas reuniões de professores em mega-manifestações de 25 mil pessoas. De 100 mil. De 120 mil. Conseguindo adesões de 90% a greves habitualmente pouco concorridas. Conseguindo unir uma classe tradicionalmente pouco activa.
Afinal, o que é que está em questão? Sinceramente, já não interessa. Foram anos a ouvir que «quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!» (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008); que «vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos» (Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008); que «caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil» (Jorge Pedreira, Novembro/2008); que “admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” (Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006); que
«[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!» (Margarida Moreira – DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008).
No que me diz respeito, estou completamente à vontade. Na blogosfera em geral, no meu blogue e no «5 Dias», já disse o que tinha a dizer sobre a senhora ministra, já fiz as críticas e já propus as alternativas. Percebo mais destas coisas do que a senhora ministra, que, à excepção dos anos em que fez o Curso do Magistério para poder ser professora primária com o 9.º ano, nunca entrou numa sala de aulas. Nunca teve trinta miúdos problemáticos à sua frente. Nunca se viu entregue à sua própria sorte. Nunca foi insultada olhos nos olhos.
A senhora ministra não aguentava uma semana.
Por isso é que digo que, chegados a este ponto, nada interessa. Mil propostas pode a senhora ministra fazer e mil propostas os professores recusarão. Pode a senhora ministra cobrir-se de ouro que os professores irão ver não mais do que latão.
É a guerra. A guerra total. E, por mais que digam, não há maneira de salvar a face das duas partes. Não há. Ou os professores ou a senhora ministra.
Quanto aos professores, nada têm a perder. Após uma campanha de intoxicação da opinião pública de quatro longos anos, os portugueses continuam a confiar muito mais nos professores (42%) do que nos políticos (7%). E os alunos confiam nos seus professores. É o que interessa. Podem ameaçar com processos disciplinares e com tudo o que quiserem – todos sabem que a lei nada prevê para quem não entregar os objectivos individuais.
Mas se os professores não têm nada a perder, já os senhores da governação estão aflitos. Há eleições daqui a cinco meses e aquela gente, que nunca fez mais nada na vida, não sabe viver sem o poder. Adoece. Definha. Morre.
O exemplo vem de cima e a melhor escola pública do país, a Infanta D. Maria, de Coimbra, voltou a reunir e voltou a decidir que o processo de avaliação vai continuar suspenso. As 458 escolas e agrupamentos que já tinham decidido a suspensão da avaliação irão certamente reafirmar a sua posição. Irão certamente manter a suspensão.
E no Sábado, na reunião dos Presidentes dos Conselhos Executivos, estou em crer que vai sair uma nova posição de força. De muita força. A demissão em bloco se necessário for. E os professores, acredito, sairão em socorro dos seus Presidentes.
Chegou a altura de acabar com isto de uma vez por todas. Antes que os alunos saiam prejudicados. Antes que isto se torne completamente ingovernável.
Os próximos dez dias serão decisivos. Os professores vencerão se não se amedrontarem. Se continuarem unidos. «Há momentos em que a única solução é desobedecer», disse em Abril de 74 aquele que nunca quis cargos. Nem poder. Nem dinheiro. E que pagou por isso. Sigam o seu exemplo.

dinheiro vivo, morto ou doente

Já há uns tempos atrás, uma sueca ficou milionária sem querer. Hoje, diz o Público, que uma mulher tentou fazer uma transferência bancária de 50 mil milhões de euros dos EUA para Portugal. Que é que se passa com as mulheres e o dinheiro? Quem será esta mulher enigmática que além de ter 50 mil milhões de euros, os ia transferir para Portugal? Será algo relacionado com as obras megalómanas do nosso governo? Intriga-me. Ainda ontem tinha andado a ver se a gripe A/suína/mexicana/nova se transmitia através do dinheiro. Não há problemas de transmissão relevantes, a não ser que aparentemente se junte muco nasal, porque nesse caso pode haver alegadamente a hipótese de transmissão. Admito que estou com alguns problemas porque estou constipado, estou com o “pingo” no nariz e normalmente uso dinheiro vivo…
ainda acho que também os partidos políticos vão desistir daquela ideia de receber dinheiro vivo… é que só 3% do dinheiro existe fisicamente.
Quem diria que o “vil metal” se tornaria também abstracto.

Como o mundo está a ficar totalmente paranóico, deixo o link para a respectiva teoria da conspiração envolvendo o fim do dinheiro vivo. MONDEX.

A CARTILHA, A PARVOÍCE AO SEU MAIS ALTO NÍVEL

MANUAL DE PALAVRAS E FRASES

Os senhores professores receberam uma cartilha, chamada pomposamente Manual do Aplicador, com instruções precisas sobre as palavras e frases a dizer aos alunos no início, no meio e no fim das provas de aferição dos quarto e sexto anos de escolaridade.
Como o Ministério entende que são uns patetas (os professores), sem capacidades para saber o que dizer aos alunos sobre as normas a que estão sujeitos e outras coisas menores, decidiu (o Ministério) enviar as palavras e frases exactas, que os professores deverão proferir em cada uma das ocasiões. Nem uma vírgula nem uma vogal a mais ou a menos. Tudo muito direitinho. E o mais engraçado, é que os Professores serão “castigados” se não cumprirem estas ordens à risca.
São oito páginas de um guião, que muitas vezes é confuso e entediante.
Só se pode dizer que esta situação, a juntar a tantas outras, só pode vir de uma mente parva e de um nível (muito alto, já que vem da srª ministra) muito baixo, e de quem nada entenderá do assunto. E ainda se julga cheia de razão ao dizer que a cartilha é muito útil aos senhores professores. E eu, que não entendo nada disto, até posso perceber a utilidade, já que com a falta de dinheiro que as escolas têm, por certo haverá muita falta de papel, para as mais diversas funções.

Exemplos das instruções/ordens encontradas na cartilha (Manual do Aplicador):

Primeira parte:

“Leia em voz alta: ‘Agora vou distribuir as provas. Deixem as provas com as capas para baixo’; ‘Podem voltar as provas. Escrevam o vosso nome no espaço destinado ao nome’; ‘Querem perguntar alguma coisa?'”

“Desloque-se pela sala, com frequência”, “Rubrique o enunciado no local reservado para o efeito”.

“Leia em voz alta: ‘Ainda têm 15 minutos’; ‘Acabou o tempo’. ‘Estejam à porta da sala às 11h e 20 minutos em ponto’. ‘Podem sair'”.

Segunda parte:

“Leia em voz alta o seguinte: ‘Agora vão iniciar a segunda parte da prova. Podem começar. Bom trabalho!'”

“Recolha as provas e os rascunhos”. “Mande sair os alunos, lendo em voz alta: ‘Podem sair. Obrigado pela vossa colaboração!'”

Se isto tudo não fosse uma idiotice pegada, e não prejudicasse os alunos e os professores, talvez que até tivesse graça.

Cavaco já teve as suas Seychelles

Há alguns anos atrás, Mário Soares, enquanto Presidente da República, decidiu ir passear até às Seychelles à custa do Estado, fazendo para tal um desvio à viagem oficial que o levara até à Ásia. Nada que na altura tenha surpreendido, vindo de alguém que, nos últimos 35 anos, nada mais fez senão parasitar o Erário público. Vindo de alguém que, ao fim de dois mandatos, subtraiu vergonhosamente ao Estado um valioso património que lhe foi oferecido como Presidente da República e que acabou na Casa-Museu João Soares em Leiria.
Tantos anos depois, Cavaco Silva também quis ter o seu momento Seychelles. Aproveitando uma viagem oficial à Turquia, fez um desvio de centenas de quilómetros, à custa do Estado, até à Capadócia. E por quê? Simplesmente porque a D. Maria (sim, tal como Salazar, Cavaco também tem a sua D. Maria) gostava de conhecer a Capadócia.
Quer conhecer a Capadócia, D. Maria? Pois está claro, conhece e os contribuintes pagam. Eu pago para que Suas Excelências vão passear até à Capadócia. Por acaso, até já lá fui, mas, veja-se lá, tive de pagar do meu próprio bolso.
Não é possível meter esta gente em tribunal? Não é possível conseguir que esta gente sinta um pingo de vergonha?
E a seguir, o que é que vamos ver? O Primeiro-Ministro a viajar para a Madeira, à custa do Estado, para ganhar uns trocos na venda de uns Magalhães?

O baile de Elisa Ferreira

Elisa Ferreira mais próxima da Europa… apenas!

Reconversão dos homossexuais

Porque aqui no aventar não há tabus nem ideias preconcebidas eu, que fui o autor do poste “A homossexualidade trata-se ?”, não tenho dúvidas nenhumas em colocar aqui uma petição que vai ao arrepio do que defendo! Continuo a não entender porque razão há quem não queira que homossexuais, “de mal” com a sua condição sexual, procurem um profissional para encontrar ajuda.
Mas aqui fica para o caro leitor aventar como desejar:

http://www.peticao.com.pt/reconversao-da-orientacao-sexual?

Trata-se de um Direito de Cidadania, não tem nada a ver com homossexualidade, embora os nossos amigos gays o esgrimam como estandarte de uma certa ideia “de pecado original”, alguem poder estar “de mal” na sua condição homossexual!Insisto, esta petição é um atropelo aos Direitos Humanos.O que acontecerá sempre que algum homossexual queira mudar de orientação sexual? Estará impedido de procurar um médico? Com o argumento que não é doença e por isso não tem tratamento? Mas esse argumento não é rigorosamente pessoal, por parte do doente e rigorosamente profissional, por parte do médico? A que título é que alguem homossexual feliz com a sua orientação sexual, determina o que é ou deixa de ser numa relação que só diz respeito ao médico e a quem o procura?

Professores voltam à rua II: 16, 23, 30… Lisboa sempre Cheia?

Isto de marcar uma manifestação tem as suas dificuldades.
Não as coloco, as dificuldades, ao nível dos argumentos – felizmente, nesse aspecto o “sinhori inginheiru” tem agraciado todas e todos com muitos, mais que muitos e para todos os gostos e feitios.

Lisboa,1605 (ao melhor estilo americado) é a igreja na rua, com a Imagem (e não a própria) de Nossa Senhora nas ruas e águas de Lisboa a caminho dos 50 anos do Cristo Rei, sei agora, mais pequeno que o irmão do outro lado do atlântico. Não sou dos que considera o tamanho e por isso acredito que o nosso Cristo é tão bom como o Brasileiro.

50 anos do Cristo Rei

50 anos do Cristo Rei


Lisboa, 2305, é a vez do PCP sair à rua numa marcha cujos objectivos são eleitorais e ponto.

23 de Maio de 2009

23 de Maio de 2009

Assim, para nós, meros assalariados docentes sobrava o dia 30 – temos, pois, 3005 para encher as ruas de Lisboa.

30 de Maio de 2009

30 de Maio de 2009

A fazer no dia 16 poderíamos ser acusados de estar a procurar a intervenção divina na resolução dos nossos problemas – mas, isso é hoje algo desnecessário, porque o destino da nossa Ministra está marcado. Pode não pagar cá, mas vai pagar!
Quanto ao dia 23 – se a malta, os Profs, esses comunistas, já são atirados para a militância vermelha, com cartão e tudo, então não vale a pena fazer coincidir a marcha do PCP com a Luta dos Professores – para os fazedores de manchetes do PS, seria um pleonasmo.
No dia 30, seremos mais que muitos e todas as indicações que chegam às direcções sindicais e que vão resultando do que se vai sabendo das escolas levam a ter a certeza que vamos ter mais um ENORME dia. Há autocarros completamente cheios em vários agrupamentos e sente-se novamente a classe a fervilhar.
A exigência de uma escola Pública mais democrática é comum a todos – podemos, todos e cada um de nós, Professoras e Professores, expressar motivos diversos, mas, em última análise o que todos queremos é que nos Deixem Ser Professores e que acabem de uma vez por todas com o clima que se instalou e que está a impedir o nosso trabalho!
Não é uma questão de dinheiro. Não são questões profissionais. É muito mais que isso. É dignidade, é sentimento…
Tudo …pelos Nossos Alunos!
Tudo … pelos Nossos Filhos!