Por 14 500 Euros! Deputados suspensos

Aqueles gajos em Inglaterra têm que passar umas férias cá no burgo. Os tipos andam a estragar a Democracia e o Estado de Direito que dão tanto trabalho a erguer! Então não é que os deputados foram de imediato suspensos por terem recebido uma massas a que não tinham direito? Anda tudo doido! Fucking guys are no well!

Fátima e a sua dimensão humana

Paradoxalmente, nada faz sentido se olharmos para Fátima como um fenómeno religioso! Só a Fé é que pode atribuir significado a três pastorinhos, crianças iliteradas e às sua visões da Senhora numa azinheira.Por mais naíf que seja,por mais belo que nos pareça, por mais luz que jorre…
O fenómeno de Fátima tem que ser olhado para a sua vertente humana.Para os milhões de pessoas que em todo o Mundo depositam ali as suas esperanças,para os peregrinos que ano após ano ali procuram um pedaço de alegria.Quem for a Fátima para ver algo de grandioso naquele lugar vulgar sai de lá profundamente desiludido, ou quem lá for para ver as multidões a acenar, ou a arrastar-se de joelhos, percebe que são liturgias encenadas.Mas quem lá for despido de preconceitos, genuínamente aberto a encontrar verdades, as verdades dos outros, não poderá deixar de sentir profunda compaixão por quem sofre, por quem foi abandonado, por quem procura redenção!Fui lá duas vezes. Na primeira vi quatro jovens mulheres que ali se deslocaram para agradecerem à Virgem a protecção do seu irmão mais novo, que voltara da vida militar são e salvo (mais salvo do que são).Na segunda , vi a silhueta de outra mulher com quem estive face a face no primeiro momento da minha vida! Há cinquenta anos que não a via…

Isto é que são conteúdos…

dame-o-telemovelAproveitem porque parece que agora é oferta!
Se bem que eu ache que a miúda não está nada parecida com a original do filme…

Políticos e Macacos:

Políticos e Macacos

Primeiro li a expressão no “i” e depois voltei a vê-la no Intervenção. Ao que parece, um “Tory”, a propósito de umas facturas de despesas mirabolantes metidas por políticos de todos os partidos da Grã-Bretanha e tendo em conta os baixos salários dos mesmos afirmou:

Se pagas com amendoins, terás macacos”.

Eu já sabia que a maioria dos políticos portugueses com cargos executivos é mal paga. Mas desconhecia que caso análogo se passa em terras de Sua Majestade. O mesmo se diga no tocante aos quadros da função pública.

Como se pode resolver tal? Penso que pela conjugação de três factores apensos ao salário: produtividade, competência e redução do número de cargos políticos executivos e do número de quadros na função pública. Concedo, porém, que no caso dos cargos executivos políticos, a avaliação é mais fácil e democrática (de quatro em quatro anos a população, através do voto, afere de tal). Já na função pública, essa avaliação só pode ser feita através de elementos externos e verdadeiramente independentes. O que nunca é fácil nem totalmente fiável mas bem pior é a avaliação pelos seus pares e pela classe política dirigente do organismo em causa.

Sendo certo que temos ministros, secretários de estado, deputados, vereadores e outros que tais em número excessivo, não o é menos que são mal pagos tendo em conta as tarefas e responsabilidades que lhes estão atribuídas.

Japanese Laughing: Estes japoneses são loucos! (II)

Pepe Chaves – Na Pré-História da Colonização Lunar*

HABITAR A LUA É UM SONHO ANTIGO, MAS UMA PRETENSÃO FORA DO ALCANCE NA ACTUALIDADE

NO MUNDO DA LUA – Afirmações da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) acerca da construção de uma base lunar vêm restaurar o sonho da conquista espacial norte-americana, rompido após as explosões de duas das suas espaçonaves tripuladas, as shuttle.
De 1969 a 1972, durante o governo do presidente Richard Nixon, os EUA, através do projecto Apollo, nas suas missões de 11 a 17 (excepto a de 13), levaram o homem até à superfície lunar e depois disso, o satélite não mais recebeu a visita humana.
Único país a enviar seres humanos ao mundo lunar, os EUA venceu a corrida espacial contra a Rússia, país que colocou o primeiro homem “fora da Terra”, ao lançar Yuri Gagarin no espaço em 1958. A conquista lunar colocou os EUA no patamar máximo das nações desenvolvidas da Terra e diversos investimentos internacionais, foram atraídos ao país, graças ao “maior feito da história humana”.
Por tudo isso, actualmente, os EUA não desejam perder “terreno lunar” para outros países que já lançam sondas no espaço e também planeiam viagens tripuladas para um futuro breve. Para tanto, a Nasa já tem articulados diversos projetos e estudos para a efectivação da volta do homem à Lua.
A colonização lunar, representa aos mandatários da Terra, antes de mais nada ascensão e afirmação científico-tecnológica, que se traduzem em supremacia nacional. Por isso, actualmente, e não só somente os EUA, o desejo é aplicar fora da Terra recursos exorbitantes para a exploração e “conquista” da Lua.
Não somente por acções estratégicas ou pela simples afirmação de poderio tecnológico, um país é levado a aplicar recursos na exploração lunar. É sabido que o satélite guarda no seu subsolo, diversos minerais “interessantes” em composições distintas da maioria existente na Terra. Certamente, o subsolo lunar poderá guardar distintas fontes de riquezas e talvez, até mesmo de necessidade e sobrevivência para o homem da Terra no futuro.

BASE NORTE-AMERICANA – Em recentes declarações à imprensa e também no seu site, a Nasa e o governo dos EUA fizeram ventilar interesses em construir uma base lunar que possa vir a dar suporte aos astronautas nas suas missões espaciais.
A declaração vem também “deitar água na fervura” de outros países, como a China (considerada a nova superpotência tecnológica mundial) que também tem “anseios lunares”, bem como a própria União Europeia (UE) que já desenvolve (num consórcio internacional da Agência Espacial Europeia – ESA) diversos projectos voltados à exploração espacial, inclusive de sondagem a partir da órbita lunar.
Nos EUA, o próprio presidente Bush declarou em 2004, que já está em curso a construção de uma espaçonave que faça o trajecto Terra-Lua-Terra eficientemente e viabilize a construção de uma estação fixa no satélite terrestre.
Contudo, apesar das diversas informações que a ciência detém a respeito da Lua, ainda existem muitos aspectos desconhecidos que podem implicar directamente no facto da permanência humana naquele inóspito ambiente.

EQUIPAMENTOS LUNARES – Mas, apesar de todos os contratempos, percalços e redução de verbas, a Nasa já desenvolve equipamentos e veículos que deverão ser utilizados na Lua um dia.
Um projeto chamado de “Constellation” deverá ser o substituto do Apollo e levar o homem novamente à Lua nos próximos anos. As informações são do professor paulista Márcio Rodrigues Mendes, físico e pesquisador em Astronomia e Astronáutica, que falou connosco sobre o assunto.
Desde que abandonou os projetos das viagens lunares os EUA não desistiram de retornar ao nosso satélite natural. Porém, os planos para a volta à Lua são bem mais ousados do que os do projeto Apollo, que levou o homem a pisar somente por cerca de duas horas no solo lunar.
Mendes que acompanha as viagens lunares desde sua adolescência e detém um vasto acervo que vai de maquetes a livros sobre o tema, afirma que, agora, a volta à Lua inclui a possível permanência humana por longos espaços de tempo, na superfície do satélite terrestre.
E para ter sucesso nesta difícil empreitada, será preciso criar diversos acessórios, equipamentos e veículos que dêem suporte à vida humana num ambiente atroz.
Desta forma, o conhecido “jipe lunar” será substituído pela sua mais eficiente versão, chamada de Lunar-mobile-Plataform. É um veículo capaz de trafegar em locais acidentados da superfície lunar, até que se construam estradas por lá.
Estradas em solo lunar poderão existir num futuro breve, conforme nos conta Márcio Mendes, “Imaginando a necessidade de um veículo com lâmina apropriada para trabalhar removendo pedras e nivelando o terreno lunar; bem como trabalhando ao aplainar terrenos para edificações, será usado o LNCE (Lunar Attachement Node for Construction Excavation)”.
Segundo ele, em breve “Haverá trabalhadores no solo lunar que, muitas vezes, estarão longe de seus alojamentos principais. Para tanto, já está desenvolvido o abrigo ideal, para trabalhadores e equipamentos. Trata-se do ATHLETE, um abrigo móvel, também conhecido como Cargo Moving Rovers”.
Mendes informa-nos também que outras gerações de robots da Nasa, a exemplo dos Rover que estão em Marte, também já estão a ser testadas, como o Autonomous Drilling Rover, para pesquisa geral do solo lunar e especialmente desenvolvido para regiões polares, onde as condições de escuridão e frio podem ser extremos.
Mendes também lembra que, caso sejam encontradas entradas para o subsolo lunar o K10, um pequeno veículo teleguiado, poderá adentrar-se e munido de sistema de escaneamento 3-D, poderá criar mapas topográficos com tecnologia avançada.
“Creio que poderemos vivenciar nestes próximos anos, toda essa experiência de exploração, baseada no programa Constellation”, finaliza o optimista professor Márcio Mendes.

HOLLYWOOD E A LUA – Em 1973 foi produzido por Hollywood uma das obras primas sobre o tema “estação lunar” e ainda hoje, pode ser considerada uma legenda da sci-fi espacial.
A série Espaço 1999 (Space 1999, Carlton Vídeo), de Gerry Anderson e Lew Classe, mostrava uma base lunar no ano de 1999. Era a base lunar Alpha, instalada na Lua por norte-americanos que conseguiram remontar em seu interior um ambiente idêntico ao terrestre.
Porém, na série, havia uma agravante, pois a Lua estava fora da órbita terrestre e os seus habitantes perderam o contato com o planeta. O deslocamento lunar teria ocorrido, devido a explosão de uma bomba nuclear que afastou o satélite terrestre e o fez navegar pelo espaço à deriva.
Espaço 1999, protagonizado por Martin Landau e Barbara Bain, trouxe em 24 episódios detalhes da vida numa colónia lunar, com as suas personagens sobrevivendo numa situação completamente autónoma ao planeta Terra.
Na série, o comandante John Koenig (Landau) ao lado da doutora Helen Russel (Bain), procurava dar o melhor destino às diversas aventuras que a base lunar Alpha passara na superfície do pequeno e agora astro errante.
A tripulação da Alpha utilizava veículos espaciais bastante limitados, chamados de Águias, inclusive, estes veículos (de 1999) tinham bastantes semelhanças com os pré-históricos módulos lunares utilizados pela Missão Apollo no início dos anos de 1970 – em tempo real, a missão foi finalizada pela Nasa pouco antes da produção da Carlton Video.
Durante os 24 episódios, a base Alpha, instalada na Lua (que então vagava pelo espaço sem rumo), enfrentou intempéries diversas na sua jornada sideral. Além dos protagonistas, mais seis actores integravam o elenco original da série, compondo a tripulação da base Alpha que, diferentemente de outras produções (que juntavam membros de múltiplas nacionalidades) era composta somente por norte-americanos.

DISCREPÂNCIAS – Mas, saindo do “mundo da lua” e voltando à realidade, economicamente falando, a viabilidade para a construção de uma estação lunar é praticamente nula para os dias actuais e mesmo para os próximos anos.
No entanto, acreditamos que afirmações actuais acerca da criação de bases lunares pode ser somente um «bluff» político ou tão somente a auto-afirmação de supremacia nacional.
Na realidade, diversos obstáculos ainda precisam ser transpostos para que uma base lunar se torne realidade e tenha um retorno prático que justifique as altas cifras que devem ser empregadas na sua construção.
Se a própria Estação Espacial Internacional (ISS), que emprega esforços económicos de 15 países, anda a passos de tartaruga, como seria possível construir uma complexa estação lunar que comporte a vida humana nos próximos anos?
A bem da verdade, o que separa a afirmação de um líder de Estado da realidade cientifica espacial disponível actualmente pode ser como um abismo de proporções gigantescas, dentro do tempo e do espaço em que estamos inseridos. Em 50 anos praticamente nada mudou em termos de tecnologia espacial, quanto ao modo de se lançar (foguetes) como de trazer os homens de volta à Terra (cápsulas e pára-quedas). Os shuttles deverão ser aposentados em 2010 – na verdade, o Endeavour, o único que restou, já que o Challenger e o Columbia foram destruídos – e, segundo a Nasa, os seus substitutos já estão a ser desenvolvidos.
Portanto, devemos estar cientes de que, actualmente, existem diversos obstáculos que impedem a presença humana no solo lunar por tempo prolongado e ainda não há tecnologia que venham driblar as dificuldades. Para tanto, seria preciso criar ambientes artificiais para que a vida humana pudesse ser desenvolvida dentro dos moldes em que ela se encontra na Terra.
Alguns deles são:
– A superfície lunar recebe fortes descargas radioativas do sol, as quais contêm elementos letais à espécie humana;
– O facto de o satélite não possuir atmosfera (como a Terra) que “filtre” as emissões de raios solares implica problemas diversos para a vida na Lua, pois não há como sobreviver sem trajes especiais para o ambiente agressivo;
– Também a falta de oxigénio natural obrigaria o constante uso de trajes adaptados para se deslocar na superfície lunar, além de um considerável stock artificial desse elemento;
– A superfície lunar é bombardeada constantemente por “tiros” de asteróides, meteoritos e pedregulhos de proporções diversas – já que o satélite não possui atmosfera (como a Terra) para dissolvê-los antes de atingirem o solo;
– A baixa gravidade lunar (seis vezes menor que a da Terra), também é um agravante e, decerto, afectaria o funcionamento de diversos órgãos do corpo humano dentro de pouco tempo; entre outros obstáculos.
Para contornar problemas gravitacionais, é que as bases lunares se mostram interessantes: haveria ambientes lacrados com gravidade artificial. As condições do interior de cada módulo habitacional seriam totalmente “calibradas” às condições terrestres.
Ou seja, criar-se-ia um ambiente onde a gravidade, temperatura e pressão seriam manipuladas dentro dos parâmetros terrestres – exactamente como mostram alguns filmes de ficção, onde seres humanos convivem em estações extraterrestres ou dentro de espaçonaves, andando e não flutuando, já que deveria haver ausência ou o mínimo possível de gravidade nestes locais.

SUBSISTÊNCIA – Devemos assinalar também que, dos factores essenciais para a permanência humana no mundo lunar seria a presença natural de água naquele ambiente. Esta possibilidade é alta, segundo os cientistas, porém ainda não foi confirmada precisamente.
Caso houvesse uma forma de manipular a suposta água lunar, um grande problema da colonização seria contornado. Com água no satélite, poder-se-ião criar culturas em estufas para consumo próprio dos astronautas. Isso já facilitaria muito as coisas por lá, além de criar uma significativa subsistência em relação à Terra.
Um avançado posto de pesquisa lunar, a serviço de diversos projectos terrestres, seria uma conquista para a humanidade como um todo, no bom sentido da exploração e da pesquisa espacial raciocinadas. Da Lua, seriam colhidos dados que, por motivos diversos, não têm condições de obtê-los com isenção a partir da Terra.

ATRASOS – O sonho de conquistar a Lua e construir no satélite uma base para comportar seres humanos, não é novidade e quem sabe, já poderia ser realidade na contemporaneidade (ou estar mais próximo disso), não fossem os dois acidentes fatais com as espaçonaves Challenger (1987) e Columbia (2003), que vitimou as suas tripulações e lançou um balde de água fria nas viagens espaciais.
Os projectos espaciais tiveram uma forte interrupção logo após estes acidentes e com isso, a conquista espacial sofreu notórios atrasos. Para completar o panorama negativo, as verbas federais para o sector espacial tornaram-se escassas, sobretudo, pelos pesados investimentos do governo de George W. Bush em segurança e armamentos.
Recentemente, o astronauta norte-americano Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, declarou que, se o seu país não fizer mais investimentos na Nasa, deverá perder a corrida espacial para a Rússia e até para a China. Em entrevista ao jornal “Sunday Telegraph”, Aldrin afirmou que tentará convencer os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, de que o governo dos Estados Unidos deve procurar verbas para implementar uma base permanente na Lua, e enviar a Marte uma missão tripulada.
Apesar de continuar a receber importantes cifras do orçamento norte-americano, os projectos espaciais daquele país (sobretudo, os tripulados) sofreram acentuadas quedas imediatamente após cada um destes citados acidentes, e ainda na actualidade, “curte a ressaca” do desastre com a Columbia, ocorrido há poucos anos, quando esta espaçonave entrava na atmosfera terrestre.
Certamente, não fossem os descaminhos do destino e excessiva preocupação com as guerras e o “terrorismo”, o processo de colonização lunar já poderia se encontrar bastante avançado actualmente.

* Pepe Chaves é pesquisador em ufologia e assuntos aeroespaciais. É editor do diário digital Via Fanzine e do portal UFOVIA – Núcleo de Estudos Telúricos e Celestes. A sua página pessoal é www.viafanzine.jor.br/pepe.htm

ME escreve o que os Professores têm que dizer

Ora cá está! Finalmente.
Eu sempre achei um absurdo a forma como o centralista (como nunca, nos dias que correm!) Ministério da Educação nos dirige e costumar apontar como exemplo o dia das provas de aferição. O manual de aplicador é bem claro nas instruções que dá: não pense, não respire. Limite-se a ler.
Eu tenho uma teoria mas, não sei se com algum fundamento – esta medida visa estimular a leitura e enquadra-se no Plano Nacional de Leitura…

Imagem do Manual de Aplicador

Hoje o Público pega e bem na matéria que vem mostrar de forma evidente que a Autonomia das Escolas é apenas um conceito usado na mesma frase da palavra demagogia!
São coisas como estas, aos milhares, durante anos e anos, que nos fazem, a Nós Professores, estar num estado de pré-desistência total e absoluta. Escrevo repetidamente para que sejamos ouvidos: a nossa luta é também profissional claro, mas é muito mais pela nossa dignidade e pelo direito ao exercício da profissão. É muito isto.
Bom, vamos lá ler o Manual de Aplicador porque amanhã lá estarei, qual boneco articulado a ler as instruções.
Fiquem bem e façam por ser boas pessoas…

Manuela Ferreira Leite na prevenção do suicídio

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Não sei o que deu à equipa ‘criativa’ que imaginou e concebeu os cartazes do PSD onde surge Manuela Ferreira Leite. São pobres de conteúdo e de imagem. Falta-lhes vida. No entanto, acabam por conseguir o efeito desejado: que sejam falados. Não pelas melhores razões mas isso é outra história.

Depois de confundida com a “Marta” dos seguros, ou uma outra qualquer operadora de call-center, a presidente do PSD mereceu o título de combatente do suicídio. Não há mal nenhum nisso, antes pelo contrário, mas não é, certamente, esse o objectivo dos cartazes.

Ex-jornalista em Portugal e agora correspondente do jornal catalão “La Vanguardia” na Índia, Jordi Joan Baños escreveu, ontem, um texto sobre Portugal, em concreto sobre o momento político. Fluente em português, o jornalista mostra que, mesmo do outro lado do mundo, em terras onde Vasco da Gama aportou há mais de 500 anos, continua atento ao que se passa em terras lusitanas. Dos casos de Sócrates, às ambições de Durão Barroso, ao PC “mais ortodoxo do Ocidente”, passando pelo Bloco de Esquerda, que tem um líder “visionário”, Jordi Joan Baños olhou para os cartazes de Manuela Ferreira Leite e o que viu?

“Mención especial merecen los carteles de Ferreira Leite que jalonan las carreteras portuguesas. "Não desista. Todos somos precisos", reza. Pero la desolada foto en blanco y negro de la candidata, sin maquillar, podría hacer pensar a los turistas que visitan el Algarve que se trata del mensaje de una asociación de apoyo a la tercera edad o de prevención del suicidio.”

Via Escrita em Dia

Um governo de cócoras

Lembram-se da recente zaragata entre o Sr. Cordeiro das Farmácias e a Ordem dos Médicos, tudo benzido pela Ministra da Saúde? As preocupações com os doentes, preços mais baixos etc e tal, depois soube-se que a ANF já era proprietária da segunda maior distribuidora de genéricos, os médicos porque querem manter na sua mão a exclusividade de receitar e escolher o medicamento (principio activo e marca), o SNS quer avançar com a unidose…
Pois, já aí está, um Projecto-Lei em análise junto dos interessados (os de cima e os mesmos de sempre) propondo a desregularização dos preços dos medicamentos. Quem ganha? As farmácias que vão poder vender ao melhor preço! Quem perde? O cliente, que só em teoria vai poder andar pela cidade à procura do melhor preço e nos casos em que só há uma farmácia, nem opções tem!
Já tinham percebido porque é que as corporações cá no burgo são quem verdadeiramente mandam? Porque os governos estão de cócoras perante os interesses corporativos instalados. O Sr. Cordeiro apareceu de voz grossa, a ministra entrou em conversações, o Sr. Cordeiro deixou cair a exigência (hipócrita, porque inadmissivel) de poder trocar a receita do médico, e o cliente vai pagar mais caro! É preciso um desenho?

YES! m. Educação e governo recuaram

Pelas escolas, nos últimos dias todos ouviram aquela “história” da passagem de toda a gente do quadro para um regime de contrato, certo?
Pois bem, a nossa luta começa a dar os primeiros resultados.
O Ministério da Educação e o Governo recuaram: as escolas devem retirar as listas que haviam publicado e, para as que ainda nada tinham feito, segue a indicação para nada fazerem.
Neste momento a nossa passagem para contratados já não está em cima da mesa.
Dia 30 temos que continuar a LUTAR!

Dia 30 vamos voltar a encher Lisboa

Dia 30 vamos voltar a encher Lisboa