Ainda a criança Russa

Conhecer o ambiente em que uma criança vive, aquilatar do seu bem estar, ouvir da própria menina o seu querer, tudo coisas que podem (podiam) ser feitas.
Falar com os seus pais adoptivos, com os vizinhos, os seus amigos, a sua escola, o seu professor. Tudo geograficamente perto, uma criança referenciada, técnicos do Estado que conheciam e falavam com a criança.
Como é que tudo isto é trocado por uma Rússia distante, por um país cuja língua a criança não fala, por uns pais que a deram para adopção, por um ambiente oposto ao que a criança conhecia , gostava e estava habituada?
Só se percebe uma decisão destas porque o superior interesse da criança não prevalece na Lei.
Nestes casos os adultos, pais biológicos e adoptivos, técnicos, segurança social, juízes só têm um direito.Ser chamados a encontrar entre si e defender o que é melhor para a criança. Não pode haver outros direitos.
Ninguem tem o direito de tirar uma criança do ambiente em que é feliz!
Com o caso da miúda de Torres vieram à superfície sentimentos e emoções absurdos. Pareciam claques de futebol, a tomar partido por uma das partes. Ora, nestes casos, só há uma parte.
A criança!

Comments


  1. […] ambiente oposto ao que a criança conhecia , gostava e estava habituada? … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]

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