€ureka

Eureka, a “Europa” pariu um perdão: depois de três anos de hesitações, metade da dívida Grega foi perdoada. Mas será isto uma boa notícia? Tomemos como exemplo o BPN. O que começou por ser um problema bancário e privado acabou num problema de Estado e público. Quem foi chamado, em última análise, para tapar o buraco? Nós, como se pode constatar no jornal i “Estado assume dívida de empresas públicas e do BPN à banca”. E como confirma o Público: “Custo acumulado do BPN no défice é maior que o corte nos subsídios de Natal e de férias”.

O tempo nos dirá se este perdão à Grécia não passa de um hiato até que este valor chegue a todos nós todos, europeus, via novos impostos.

Comments

  1. Nightwish says:

    Mas o Fliscorno acha que a Grécia, depois da Troika, consegue pagar o que quer que seja?
    Acha que Portugal depois da Troika, seguindo a Grécia, vai conseguir pagar alguma coisa?

    • jorge fliscorno says:

      Possivelmente, não. Mas o meu ponto é que isto não é um perdão mas uma transferência de encargos, talvez diferidos no tempo.

  2. Filipe Rocha says:

    Mas alguém tem dúvidas que serão alguns contribuintes europeus a pagar?
    Não se pode ser ingénuo.


  3. que estranha Comunidade – ai perdão – denomina-se UNIÂO
    Pense-se apenas na PAC que do total do Budget da UE 40% é para a agricultura
    Como a frança é (ou foi) agricola por excelência destes 40 % levou 40% pelo que portugal que era tão agrícola como frança (embora de menor dimensão) e até há mais séculos, apanhou UM/AVO destes 40×40 % == a 1,6% – se é que ainda sei fazer contas
    No Entanto agora que há que pagar as dívidas (que a frança + alemanha sempre tiveram + do muro + sei lá de quê) afinal não produziram nada e vieram aqui enriquecer com boa mão de obra e baratinha (como se fôssemos a xina da europa unida, e depois de 2008 descobriram outra xina mais lá longe, sacaram as suas indústria para para lá e agora andam a dizer que os mal comportados têm de pagar os calotes nacionais e os dos europeus – dos que como holanda levaram o que era daqui como a fruticultura por exemplo – lá em cima estão todos à volta de Bruxelas ben perto e não têm de atravessar a fronteira que espanha fecha sempre para ver se impedindo-nos de exportar ficam mais ricaços e têm assento no G8 ou G12 ou o raio que os partam