Os novos lesados bancários do rectângulo

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O Deutsche Bank, alemão que é, tem que ser, nem podia ser de outra maneira, magistralmente gerido. Se ultimamente tem dado problemas, tal encontra explicação nos focos de sovietização que se acendem um pouco por toda a Europa, e que, como se sabe, são nocivos para a saúde financeira de bancos responsáveis e plenos de valores éticos como o Deutsche, que ainda por cima é deutsche. Brincar aos especuladores não teve nada que ver com este assunto. É desígnio divino e não merece castigo. [Read more…]

Os bancos não são pessoas de bem

Nem os bancos centrais: Deutsche Bank recebeu tratamento especial nos ‘stress tests’. – Corrupção de alto nível? Ou apenas o estado dentro do estado a mostrar as orelhas?

Manipular a economia é desígnio divino e não merece castigo.

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O Departamento de Justiça dos EUA pretende multar o Deutsche Bank em 14 mil milhões de dólares pelo seu envolvimento numa série de atentados terroristas que culminaram na crise financeira que afundou a economia mundial, levando países como Portugal e a Grécia na enxurrada. A jihad neoliberal arrasou tudo à sua volta, exceptuando, claro, as elites que tão bem souberam aproveitar o sangue nas ruas para comprar propriedade, como aconselhava em tempos um famoso terrorista venerado pela seita. [Read more…]

O economista chefe do Deutsche Bank pede 150 mil milhões

para os bancos falidos da Europa (o dele incluído). Tudo pago pelo contribuinte (edição: notícia na Bloomberg). Vamos ver se Merkel e Schäuble repetem a receita do Chipre. Afinal de contas as regras têm de se seguir. Por outro lado, sendo o DB a pedir…

Lambisgóias

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Tudo bons rapazes. Uns falam dada a sua natureza de lambe-botas e outros porque enquanto se aponta para os outros não se olha para nós. Mas, lá está, quem aponta com um dedo deixa três dedos a apontar para si.

Os bancos não são pessoas de bem

Sete dos maiores bancos mundiais concordaram em pagar 324 milhões USD num processo por instrumentalização da taxa ISDAfix. Notar que isto não tem a ver directamente com o escândalo de manipulação da LIBOR (esse foi outro roubo).

A crise que se segue: Deutsche Bank, os mercenários de serviço e o OE16

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A Mariana Mortágua explica tudo no seu artigo de ontem no Jornal de Notícias: há um incêndio na Europa e um batalhão de burocratas sem escrúpulos em negação. O Deutsche Bank arrisca-se a ser o próximo Lehman Brothers, depois de ter anunciado perdas no valor de 6 mil milhões de euros, a que se juntam 65 triliões de euros acumulados em derivados, o que equivale a 20 vezes o PIB alemão. Se a isto juntarmos a crise dos refugiados, a eventual saída do Reino Unido da UE e, acrescento eu, a insistência na imposição dessa não-solução chamada austeridade, que ao invés de resolver aprofunda os problemas europeus, a conclusão só pode ser uma: o problema da União é o orçamento de estado português. Só pode ser essa a justificação para o nervosismo dos mercados. Pelo menos pela óptica da direita nacional e do seu ministério da propaganda, sempre firmes ao serviço da direita neoliberal europeia. Quem quiser, como sugere Mortágua, ver para além da porta da gaiola onde esta gente nos enfiou, percebe que tudo isto não passa de uma forma moderna de totalitarismo, onde a violência física é substituída pela imposição do medo levada ao extremo, que explora os instintos mais primários do ser humano. Já era tempo de corrermos com estes mercenários.

Imagem via Rabble.ca

A culpa é nossa

O Deutsche Bank afunda-se numa crise inquietante e as suas acções caem. Como a culpa só pode ser nossa, ‘bora lá pedir perdão ao Schäuble e pagar o prejuízo. Verzeihung, mein Führer!

Terrorismo Financeiro

Deutsche Bank paga 2000 milhões de euros por manipulação da Libor” (Público). Bom bom era arranjar uma prisão tipo Abu Grahib para enfiar estes gajos todos.

Os suspeitos do costume

investigados por manipulação de preços dos metais preciosos. Mais um ficheiro para o arquivo dos terroristas financeiros.

Luxemburg Leaks – Versão em Inglês

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Panorama – die Reporter – 11.11.2014 – Reportagem de Pia Lenz, Christoph Lütgert, Anna Orth & Kristopher Sell para o canal NDR.de

As empresas internacionais, grandes nomes como IKEA, E.ON, Deutsche Bank, Amazon e outros, foram capazes de minimizar sua carga fiscal para para quase nada – em detrimento do bem público. Dizem que o que fazem é legal. E provavelmente é. A questão está nas leis que a “Europa” e os seus estados membros fazem, camuflada no discurso pseudo-moralista do “vivemos acima das nossas possibilidades”.

Banqueiros

Os maiores compradores de acções dos CTT foram o Goldman Sachs e o Deutsche Bank. Lembro-me, mais uma vez, das palavras do “consigliere” em O Padrinho, referindo-se a banqueiros que tais: “Nós (mafiosos) somos apenas bandidos. Estes tipos são carniceiros”

Os bancos não são pessoas de bem

Deutsche Bank condenado em Itália por fraude, juntamente com o norte americano JP Morgan Chase, o suíço UBS e o germano-irlandês Depfa, pelo papel desempenhado na venda de produtos financeiros à cidade de Milão. (em inglês)