Caracas invade o FMI

ou algo assim do género, com totalitarismos e cenas comunistas à mistura.

Espreite debaixo do tapete, Dr. Passos Coelho

Passos Coelho quer saber, com toda a legitimidade que lhe assiste, como é que o governo conseguiu um défice de 2%. Confesso-me igualmente curioso, tão curioso como me senti, há coisa de dois anos, quando o governo além-Troika de Pedro Passos Coelho anunciou ter conseguido a tal da saída limpa. Claro que, como seria de esperar, o então primeiro-ministro não nos quis contar a história toda. E não terá querido, em 2015 como agora, porque os números têm tanto de implacáveis como manipuláveis. [Read more…]

Ri-te agora, Passos

Foto: Miguel A. Lopes/Lusa@Expresso

Este é Pedro Passos Coelho, o deputado que, segundo o Expresso, chorou de rir na estreia de Mário Centeno. Na imagem, também do Expresso, podem efectivamente vê-lo a rir, com aquele ar maroto de Diácono Remédios, secundado por dois outros deputados, também eles a esboçar um sorriso, que o Centeno era (e é) um tipo extremamente engraçado.

Suspeito, porém, que os motivos para sorrir comecem a ser cada vez menos. Disseram-nos que o fim só não estava próximo porque a experiência não duraria um mês, depois dois, meio ano, um Orçamento de Estado, mas o tempo passou e a profecia não se cumpriu. Afinal o fim estava mesmo próximo e o destino que nos esperava estava algures entre a Venezuela e a Coreia do Norte, controlado por perigosos comunistas e bloquistas que afugentariam todo e qualquer investidor. Que fariam o desemprego disparar. Que fariam o défice disparar. Que deixariam a economia de tal forma arrasada que o único cenário possível seria um novo resgate. [Read more…]

Imprensa internacional nas mãos da Geringonça

O longo braço do socialismo estalinista não conhece fronteiras. Controlada que está a comunicação social portuguesa, a Geringonça tratou de expandir a sua acção totalitária na direcção da imprensa estrangeira. Só assim se compreende que um jornal como o Financial Times, a mais recente vítima dos marxistas-maduristas-kimzistas, permita que barbaridades como as que pode ler na imagem em cima sejam publicadas, para gáudio dos radicais que nos governam, ainda que totalmente desfasadas da realidade.

O mundo precisa de mais Observadores, livres, independentes, plurais e sem agendas políticas. Nosso Senhor Jesus Cristo tenha compaixão de nós, que o Diabo não nos deixa em paz.

Cativar ambulâncias para cumprir o défice ou o regresso da TINA

As ambulâncias do INEM vão deixar de funcionar entre a meia-noite e as oito da manhã em oito concelhos do país. Este é o tipo de medida que fez da governação anterior, PSD/CDS, uma experiência ignóbil. Alcançar metas milagrosas do défice à custa dos mesmos, para tal usando os mesmos métodos e as mesmas opções políticas da “direita além da troika”, não augura nada de bom ao estado de graça da Geringonça. Parece que as pilhas estão a chegar ao fim.


 

Revisão em alta do ressabiamento à direita

após revisão em baixa do valor do défice de 2016. Façam barulho para a aritmética da Dra. Maria Luís!

O extraordinariamente habilidoso PSD

Mandatado pelo PSD, Duarte Pacheco expressou o seu lamento pelo atingimento de um défice historicamente baixo, que reduziu a aritmética de Maria Luís Albuquerque ao absoluto ridículo. Diz o deputado que a redução do défice é um dado positivo mas que foi obtida “pelo caminho errado“. Porque o caminho certo, como todos sabemos, consistia na desvalorização salarial, nos cortes temporários que afinal eram permanentes, na desregulação das leis laborais e no ataque desenfreado ao Estado Social. É ver os excelentes resultados obtidos pelo anterior governo em matéria de défice para perceber isso mesmo.  [Read more…]

É oficial: a aritmética do défice de Maria Luís Albuquerque é uma treta

Recuemos até Novembro passado. Em entrevista ao insuspeito José Gomes Ferreira, Maria Luís Albuquerque afirmava categoricamente que não era “de todo possível” que o défice de 2016 cumprisse a meta europeia. Peremptória, a ex-ministra concluia que “aritmeticamente não é possível. [Read more…]

Ainda além da troika?

Nenhuma dúvida há-de restar no espírito da maioria dos portugueses sobre os méritos evidentes da Geringonça e os benefícios que o governo do Partido Socialista, apoiado pelos partidos da esquerda parlamentar, trouxe à sociedade portuguesa. Não é possível negar esta evidência, mais ainda em face da memória, recente mas perene, da mais brutal legislatura da democracia portuguesa, liderada pelo governo PSD/CDS.

Dito isto, em circunstância alguma deve considerar-se o actual governo, assim como a maioria que o apoia, imune ao erro e à crítica, e não deve também esquecer-se que no PS, partido plural e diverso nas suas sensibilidades sociais e ideológicas, há muito quem veja com relutância – para usar um eufemismo –  o processo de reposição dos direitos individuais, económicos e sociais, devastados pelos quatro anos além da troika que caracterizaram a anterior legislatura e o retrocesso civilizacional por ela provocado.

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A insustentável extraordinariedade do milagroso défice geringonço

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Teodora Cardoso afirmou que o facto do défice se ter fixado nos 2,1%, “ate certo ponto”, foi um “milagre”, e que o resultado foi obtido através de medidas extraordinárias que não são sustentáveis. E talvez tenha razão. Eu, depois de ver no que deu a Geringonça condenada à nascença, deixei de ter certezas. Tantas profecias da desgraça não podiam estar erradas. Só que estavam.

Claro que eu, ao contrário da Dra. Cardoso, não percebo nada de economia e finanças. What do I know? And yet, não preciso de um curso na Business School da moda para perceber que medidas extraordinárias insustentáveis foram o prato do dia no tempo da Caranguejola, como o foram de todas as caranguejolas que a antecederam. Fossem o património público que o ex-primeiro não ia vender “como quem vende os anéis para ir buscar dinheiro”, fossem os cortes e os brutais aumentos de impostos, o défice de Passos e Portas, como o dos seus antecessores, nunca cumpriu a meta europeia. Aliás, governo algum conseguiu um défice mais baixo que os 2,1% da Geringonça. E não faltaram medidas extraordinárias insustentáveis nos últimos 20 ou 30 anos.  [Read more…]

Não há milagres

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Segundo o economista Eugénio Rosa, a redução do défice global das Administrações Públicas em 2016 foi obtido em resultado de um elevado excedente na Segurança Social (1.559 milhões €) e na Administração Local (662 milhões €).

Ao enorme excedente na Segurança Social chegou-se através de uma redução do número de beneficiários de prestações sociais, como o Subsídio de Desemprego, o RSI, CSI e o Abono de Família. O número total de beneficiários diminuiu, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2017, em 126.609.

A taxa de cobertura do Subsídio de Desemprego era em Dezembro de 2016 de apenas 28,8%, inferior à de 2015, que foi de 29,5%. Isto significa que em cada 100 desempregados, menos de 29 estão a receber aquela prestação social. Segundo o INE, 42% dos desempregados estão no limiar da pobreza.

Em 2016, o Serviço Nacional de Saúde sofreu uma forte contenção da despesa, o que naturalmente se traduz no serviço prestado às populações. Em 2015 e 2016, a despesa do SNS cresceu 105,5 milhões €, enquanto a despesa com Pessoal, por via da reposição de salários, cresceu 171,5 milhões €.

Por outro lado, os montantes pagos pelo Estado pelos juros e encargos da dívida são mais do dobro de todo o investimento realizado.

Conclui-se que a contenção do défice está a ser feita à custa dos mais pobres, da Segurança Social, da Administração Local e da degradação do Serviço Nacional de Saúde.

Não se compreende como é que um governo que se diz defensor do Estado Social, apresenta este nível de excedentes (1.559 milhões€) no Ministério ao qual cabe, precisamente, zelar pelo cumprimento dos direitos dos mais desprotegidos.

Camilo Lourenço não está sozinho. Não falta quem faça figura de parvo nas redes sociais

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A montagem é da Uma Página Numa Rede Social mas a figura de parvo ficou a cargo de Camilo Lourenço, que recorreu a uma “notícia” do “jornal” Observador para fazer valer o seu ponto de vista: que o Diabo anda mesmo aí. O problema é que a “notícia” é de Janeiro de 2016. E o pobre Camilo, coitado, cercado de indicadores positivos e sem saber bem para onde se virar, agarrou-se à primeira coisa que lhe apareceu à mão. Tantos meses de profecias apocalípticas para isto. É o rigor em todo o seu esplendor. [Read more…]

Interliga, Cristas, interliga

acpp

Assunção Cristas, em permanente campanha por todo o lado, surgiu ontem de ar grave e semblante taciturno a comentar a consolidação orçamental. Engole em seco quando afirma que “a consolidação orçamental é relevante“, imediatamente rematando com um “é preciso ver como é que é feita essa consolidação orçamental e o que vemos é uma grande degradação de serviços públicos“, apontando baterias ao estado da Saúde e da Educação.

A lata não surpreende. Apesar de ter integrado um dos governos que mais atacou o Estado Social, que desinvestiu brutalmente na Educação e que deixou os serviços de urgências do país a rebentar pelas costuras, sem que a preocupação que agora procura demonstrar estivesse presente, a líder do CDS-PP parece esquecer-se que, mesmo assim, o executivo co-liderado pelo seu antecessor falhou todas as metas do défice. Todas. E que o país pagou caro os sucessivos falhanços. Na relação com a UE como na degradação dos serviços públicos que agora parece ter descoberto. [Read more…]

Vítor Gaspar aponta o dedo a Vítor Gaspar

vg

Durante os dois anos em que foi ministro das Finanças, Vítor Gaspar foi extremamente competente no que toca a enormes aumentos de impostos. Porém, no capítulo do défice, à semelhança dos seus antecessores e da matematicamente genial e infalível Maria Luís Albuquerque, o ex-ministro de Passos e Portas falhou redondamente.

Exportado para o FMI, onde assenta que nem uma luva, Vítor Gaspar regressa agora para explicar o seu fracasso à frente da gestão das contas públicas portuguesas. Num artigo, cuja autoria partilha com dois colegas do Fundo Mercenário Internacional, Gaspar revela a causa por trás de fiascos como aqueles que protagonizou: a culpa é dos políticos. Políticos como Gaspar, Teixeira dos Santos ou Maria Luís Albuquerque que, segundo o director do FMI, não cumprem os planos que traçam e violam sistematicamente as regras orçamentais. [Read more…]

Diz o diabólico FMI

que metas orçamentais do governo são alcancáveis. Soviéticos!

Imprensa portuguesa? Tudo comunistas.

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Andam por aí uns tipos engraçados, fanáticos quando baste, que se entretêm a tentar transformar propaganda barata em factos, para consumo de indivíduos que estejam na disposição de ser aldrabados. Dizem eles, que para além de engraçados e fanáticos ainda são desonestos, que a comunicação social portuguesa é controlada pela esquerda. Não sei se se referem ao grupo Impresa (SIC, Expresso e Visão), desse histórico comunista que é Pinto Balsemão, se aos marxistas do SOL, I, Correio da Manhã e Observador, sempre na vanguarda da luta esquerdalha. Será o Público, essa referência vermelha, liderada pelo camarada David Dinis? Talvez sejam o JN e o DN, esses pasquins de extrema-esquerda, propriedade de perigosos estalinistas como António Mosquito, Joaquim Oliveira e Luis Montez. São comunas a mais, não são? [Read more…]