
Daniela Ruah é hoje em dia a mais famosa actriz portuguesa a trabalhar nos Estados Unidos. É uma das estrelas de NCIS Los Angeles, spin-off do NCIS original, o tal que conta com personagens como Jethro Gibbs, Anthony Dinozzo ou Ziva David e que, em minha opinião, deixa a milhas a série derivada.
Moises Broder é o padrasto de Daniela Ruah. Não se tornou conhecido por isso, mas sim por ter sido o último proprietário da Dimensino (Universidade Moderna) e por ter representado o grupo BCRE na proposta de aquisição de um terreno na Feira Popular, em 2004, por 160 milhões de euros.É dono do prédio onde se encontra a sede de candidatura de Fernando Nobre.
Fernando Nobre é o Presidente da AMI e um dos candidatos à Presidência da República. Nos últimos dias, Moises Broder tem vindo a exigir, sob pena de despejo, o pagamento de rendas em atraso no valor de alguns milhares de euros.
Agora, aparece a notícia segundo a qual Fernando Nobre terá pago, em Outubro, 10 mil euros em dinheiro a Moises Broder. Algo de completamente ilegal à luz da lei do financiamento das campanhas políticas. É estranho que apareça agora esta notícia, da mesma forma que é estranho o súbito protagonismo de Moises Broder em toda esta história.
Parece o enredo de uma série policial. Há muitas perguntas em suspenso e não sei se não seria de chamar a agente especial Kensie Blye para resolver a trama.
Daniela Ruah, Moises Broder e Fernando Nobre
Venho da festa, pá, e falei com Fernando Nobre!
Grande manifestação na avenidade da Liberdade, uma multidão encheu a avenida, muitos cravos, muita “grândola vila morena”, muitas bandeiras de Portugal e vermelhas ( não do benfica…)
Este ano tivemos uma novidade importante, o Dr. Fernando Nobre acompanhado de um grupo de pessoas, ao qual me juntei, desceu a avenida muito aplaudido colhendo fogozas manifestações de simpatia. Sabemos que as máquinas tritutadoras dos partidos vão pôr-se em marcha e que tudo vai ser muito dificil para uma candidatura que emerge da sociedade civil, independente dos partidos, com poucos meios. Mas essas evidẽncias, não devem fazer-nos desistir de uma candidatura que, pela primeira vez, afronta os partidos, só isso, mostrar ao país que há soluções fora dos partidos, é um serviço inestimável prestado à democracia.
Ir a jogo, no caso do Dr. Fernando Nobre é já uma vitória, aligeirar o “bafo” partidário é uma conquista, poder escolher fora das tradicionais opções propostas pelos partidos, é uma medida suprema de higienização da vida nacional. Porque não há que ter dúvidas, no momento certo todos os partidos sem excepção se unirão contra a candidatura independente.
Entretanto, fui dizendo a muita gente que lê o Aventar que aqui não há candidatos oficiais e, como tal, podem enviar o material da campanha que nós não enjeitamos a nossa responsabilidade de a dar conhecer. Só falta dizer o mesmo aos outros candidatos mas esses vão ter muitos interessados em fazer esse serviço público.
Faltam 409 dias para o Fim do Mundo
Se a estupidez pagasse imposto os diferentes ministérios das finanças da Europa não tinham os problemas de liquidez. A pedofilia é um crime horrendo cujo único castigo, por muito que custe, deveria ser, no mínimo, a castração química. No mínimo. Estamos perante um crime que atravessa toda a sociedade e todas as classes sociais e profissionais. Não é maior na Igreja que na advocacia ou na política, ou no professorado ou na intimidade de muitos lares por esse mundo.
Sou agnóstico mas isso não me impede de ver a campanha orquestrada contra a Igreja Católica. Logo quando esta, goste-se ou não, é liderada pelo Papa que mais escreveu e lutou contra os crimes sexuais no seio do seu rebanho. Já vi escrito em diferentes blogues (incluindo o Aventar), artigos de opinião e demais fóruns de debate as afirmações mais finalistas sobre esta matéria e não posso deixar de linkar mais esta estupidez, mais uma, que prefere continuar a atirar areia para os olhos dos incautos. Existiu, existe e existirá, infelizmente, pedofilia nos quatro cantos do Mundo e esse não é um problema de religião, ideologia ou classe mas antes um problema social. Cujo combate começa em casa e termina nos tribunais, com leis penais verdadeiramente dissuasoras de semelhante e repugnante crime. Uma questão social e não de fé.
Entretanto, Louçã e Nobre brincam aos políticos no facebook. Tão amigos que eles foram nas europeias. Fernando Nobre é um monárquico que se candidata a Presidente da República e Louçã um queque disfarçado de radical de esquerda. Estão bons um para o outro. O próximo passo de qualquer um deles rumo aos quinze minutos de fama sempre pode ser um calendário, estilo este, para esgrimirem argumentos e agradarem às moças casadoiras.
A jornalista Inês Serra Lopes publicou uma reportagem interessante sobre a vida de Pedro Passos Coelho. Finalmente, as notícias do mundo da música com o novo clip dos Green Day e o lançamento, a 26 de Abril, do segundo trabalho dos fabulosos Deolinda.
Sócrates ja tem candidato! Levou-o para Moçambique…

Alegre lá foi com o primeiro ministro para Moçambique, não na qualidade de candidato presidencial, claro está, mas como membro do júri que premiou um escritor Moçambicano. Calculo que dentro do avião viajaram de costas para não haver tentações e de presidenciais nem pó…
Já podemos fazer as contas. Cavaco à direita e no centro, Alegre no centro e à esquerda (toda apesar dos candidatos fantasmas habituais…) e por cima deles, emergindo da sociedade civil, Fernando Nobre! Dito de outra forma temos o leque partidário todo contra o candidato da sociedade civil ! Vamos ver e ouvir muitas pieguices, pois o Nobre sim, é uma boa aposta mas não tem as estruturas partidárias por trás, não tem experiência ( como se algum dos outros tenha experiência dele) e por isto e por aquilo.
Entendamo-nos! Os partidos vão fazer essa conversa porque o pior para eles seria a sociedade civil conseguir derrotá-los, e quem não quer ver isto deve responsabilizar-se e meter a mãozinha na consciência. Muitos se queixam e bem, do autêntico sufoco dos partidos sobre a vida social, política e económica. Pois bem, aqui está uma grande oportunidade de aliviar esse sufoco e obrigar os partidos a serem melhores, nem que seja pelo medo!
O pensamento político de Fernando Nobre!
Já é conhecido este discurso no lll Congresso Nacional dos Economistas, na Madeira, mas nessa altura o Presidente da AMI ainda não era candidato à Presidência da República, pelo que faz todo o sentido dá-lo à estampa aqui no Aventar. Se é verdade que uma parte da plateia o ovacionou de pé outra houve, constituída por jovens “turcos”, que tentou ridicularizar o que eles acharam ser conversa demagógica. Para esta gente a pobreza dos mais fracos é demagogia, como é demagogia verberar os vencimentos milionários de boys e girls!
Dr. Fernando Nobre
“Temos 40% de pobres”
III Congresso Nacional de Economistas
O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou “completamente intolerável” que exista quem viva “com pensões de 300 ou menos euros por mês”, e questionou toda a plateia se “acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?”
Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar “que exista quem viva com 450 euros por mês”, apontando que se sente envergonhado com “as nossas reformas”.
“Os números dizem 18% de pobres… Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforma e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha…” disse ainda.
“Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir…. algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes… e com razão”, salientou Fernando Nobre.
O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que “pensem mais do que dois minutos em tudo isto”. Para Fernando Nobre “não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma”, criticou, garantindo que a sociedade “não vai aceitar que tudo fique na mesma”.
No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. “Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado”, citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: “Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais“.
Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que “acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros… Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis”.
As nobres vinganças do Dr. Mário Soares
Antes do mais, é imperioso tornar claro que este texto não visa beliscar, e ainda menos criticar, o Dr. Fernando Nobre, homem que eu e muitos portugueses se habituaram a admirar pelo humanismo e altruísmo ao serviço da AMI, nos sete cantos do Mundo. O nome do médico – cirurgião, agora candidato à Presidência da República, teve necessariamente de ser requerido à minha memória, para ser usado na qualidade de peça colateral – perdoe-se-me o termo. O centro da história é ocupado por outra personagem a que associo o frequente e torpe gosto da vingança.
O País e a Democracia Portuguesa beneficiaram de acções políticas do Dr. Mário Soares, mas é exagerado considerar-se que se contraiu com ele uma dívida de valor incalculável, ao ponto de nos obrigar a aceitar tudo quanto o citado decida, declare ou ‘decrete’ de modos e em formatos diversos; em particular, os artigos do DN de divina presciência dedicados ao Zé-povinho, gente acéfala ou de pensamento indigente.
O género de comportamento actual do Dr. Mário Soares é, de resto, recorrente em líderes políticos auto-classificados de retirados. Trata-se de um afastamento fictício, não eliminando, portanto, tentativas de influenciar as escolhas políticas dos concidadãos.
Consideremos, pois, toda a prática enunciada como coisa normal; e não é por aí que caminhamos para qualquer recriminação a Mário Soares. O que é verdadeiramente peculiar, nele, é a aberrante reacção de vingança sobre os camaradas que ousem contrariá-lo. Aí sim, o patriarca socialista desfere a desforra. A arma de arremesso, agora, foi Fernando Nobre e o alvo Manuel Alegre, ex-amigo e velho camarada de duras caminhadas.
Todavia, este é o capítulo mais recente de uma história antiga. Primeiro exemplo: Dr. Vasco da Gama Fernandes (1908-1991), 1º. Presidente da Assembleia da República (1976-1978), personalidade afastada da renovação para um 2.º mandato, por Mário Soares ter imposto a atribuição do lugar ao Dr. Teófilo Carvalho dos Santos. A humilhação pública do Dr. Vasco da Gama Fernandes, distinta figura humanista e tolerante, foi um acto persecutório grave, estando na origem da demissão do visado, em 1979, do PS, partido de que era fundador. Segundo exemplo: Dr. Francisco Salgado Zenha (1923-1993), natural de Braga, católico, lutou ao lado de Mário Soares desde a segunda metade dos anos quarenta (1947); foi fundador da Associação Socialista Portuguesa (1965) e também do PS; era-lhe reconhecida uma inteligência invulgar, e um espírito de combate contra a ditadura que implicou várias prisões pela PIDE. A ruptura com Mário Soares teve como causa o apoio de Salgado Zenha a Ramalho Eanes nas presidenciais de 1980. No inicio da década de 1980, Soares não está com meias-medidas: manda instaurar um processo disciplinar e expulsa Zenha do PS. Mais tarde, António Guterres, cujo ingresso no PS foi promovido por Salgado Zenha, ainda tentou convence-lo a voltar; mas em vão. Salgado Zenha recusou e viria a falecer em 1993.
Em jeito de resumo, concluo que parece haver demasiadas coincidências e reincidências de vinganças e prepotências no percurso político do Dr. Mário Soares, em momentos de eleição para altos cargos do Estado (Presidência da República, da Assembleia da República e eventualmente outros órgãos). E certamente vários episódios abundam por aí. A História, um dia, recontará tudo com pormenor e precisão – espero.
Mais uma vez a senhora da foto
“É com palavra e actos que nos inserimos no mundo humano; e esta inserção é como um segundo nascimento, no qual confirmamos e assumimos o facto original e singular do nosso aparecimento físico original. Não nos é imposta pela necessidade, como o labor, nem se rege pela utilidade , como o trabalho. Pode ser estimulada pela presença, mas nunca condicionada, pela presença dos outros em cuja companhia desejamos estar; o seu ímpeto decorre do começo que vem do mundo quando nascemos, e ao qual respondemos começando algo de novo por nossa iniciativa. ”
Fernando Nobre, o independente
Nutro por Fernando Nobre um respeito que apenas concedo a homens-livres, a livre-pensadores, a criadores e artistas, a pessoas não enfeudadas a interesses partidários e corporativos, a quem não dá tréguas às iniquidades e injustiças do mundo, a humanistas e independentes.
Tenho seguido com atenção e admiração – e confesso que não sou dado a grandes admirações – o percurso da AMI, o seu foco e prontidão para responder a catástrofes em qualquer parte do mundo, independentemente de crenças e alinhamentos políticos, religiosos ou outros. E admiro, entre outras qualidades, a sua capacidade de mobilização e de implementação de medidas em terrenos adversos, às vezes inóspitos e hostis, sempre precários. Não há organização portuguesa que se assemelhe a esta, nascida de quase nada, pioneira entre nós na ajuda humanitária internacional, respeitada mundialmente, sem a mácula de negocismo, mercantilismo, oportunismo e o despesismo sumptuário que hoje minam a credibilidade de grande parte das ONGs que por aí pululam.
Já aqui disse que Fernando Nobre abrange transversalmente parte da sociedade portuguesa. Divide a esquerda? Não mais do que a esquerda política sempre dividiu a esquerda. Peão de Mário Soares? Eu acredito no que escrevi no primeiro parágrafo e não respeito paus mandados. Agradará a Soares, mas Soares é um político de carreira, esculpiu o PS à sua imagem, joga num tabuleiro que evita o surgimento de independentes e que os cidadãos livres sucedam na política. Ajuda Cavaco? Não acredito, contra o que tenho lido, que esta candidatura agrade a Cavaco. Primeiro porque lhe retira também votos, segundo, porque estou convencido – e o actual PR também estará – de que Alegre, sozinho, não terá condições para evitar a reeleição de Cavaco, terceiro, porque é precisamente de uma reeleição que se trata e a tradição diz que presidente em exercício é presidente reeleito, excepto, talvez, se um dado novo vier baralhar os cenários. [Read more…]
Manuel Alegre e Fernando Nobre: Um choque inevitável
Manuel Alegre entende que a apresentação da candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República é uma manobra de Mário Soares para lhe roubar espaço à esquerda do eleitorado. Provavelmente terá razão.
Desde as últimas eleições para a presidência que os dois velhos amigos e rivais socialistas deixaram de se entender. Aliás, o conflito estava mais ou menos latente há uns bons anos. Como desta vez Soares não pode avançar, o presidente da AMI acabou por ser motivado a dar o passo em frente, com a tarefa de disputar o mesmo espaço político e acabar por facilitar a reeleição de Cavaco Silva.
Hoje, quando Nobre apresentar a sua candidatura, Alegre vai reagir. Uma coincidência. Resta saber onde andou o político – poeta nas últimas semanas e porque não lhe ouvimos qualquer opinião sobre o caso Face Oculta e as mais recentes escutas.
Confirma-se o azul e branco em Belém?
Nesta confusão total em que se transformou o palco da política, surge agora o anúncio da candidatura de Fernando Nobre à presidência. Tem toda a legitimidade para o fazer, até porque o seu nome corta transversalmente todas as facções políticas presentes – e fora – do Parlamento.
Deve-se no entanto, tomar nota de um aspecto curioso. O dr. Fernando Nobre tem sido desde há muito, conotado com a Causa Real. Para qualquer dúvida, poderão consultar este link:
Presidente da AMI quer ser Presidente da República
Fernando Nobre, presidente da AMI, anunciou a sua disponibilidade para se candidatar à Presidência da República. É, como se sabe, um candidato não político, com invejável obra feita um pouco por todo o mundo. Ao contrário do meu colega J. Mário Teixeira, não creio que Cavaco Silva durma tranquilo, ou esfregue as mãos de contente. Fernando Nobre, penso, poderá aparecer como um cadidato transversal, capaz de ganhar votos à esquerda e à direita. Entendo que transporta consigo um capital de seriedade, de capacidade e de interesse por causas humanitárias e “justas”, capaz de mobilizar pessoas de vários quadrantes. Seja como for, é de saudar esta iniciativa surgida da sociedade civil. Como dizia o outro, já é tempo de mudar as coisas.
Cavaco Silva ganha de novo à primeira volta
Já antecipava a ideia aqui:
Já Cavaco Silva, tem uma grande oportunidade para assegurar o segundo mandato: forçar o PS a apresentar um candidato (que não é difícil de sustentar, dadas as diversas reacções alérgicas que a disponibilidade de Manuel Alegre cedo provocou) para, com Manuel Alegre – que teve mais uma inábil estratégia de arranque de candidatura, agora ao aparecer colado ao Bloco de Esquerda –, dividir a Esquerda e ganhar à primeira volta. Depois é só deixar o PSD arrumar a casa e encontrar um líder com um mínimo de substância, e fazer cair o Governo no momento certo – ou seja, a mesma estratégia de Jorge Sampaio que abriu as portas do poder ao PS -, e José Sócrates poderá ainda sair de um pesadelo governativo como pobre vítima.
Mais uma candidatura a piscar o olho à Esquerda, a de Fernando Nobre, e Cavaco Silva passou a ter mais firme a possibilidade de ganhar à primeira volta. Isto a acreditar que Manuel Alegre não desiste, o que seria, neste momento, o aniquilar do capital político que alega ter desde as últimas presidenciais.
O prazo de validade do Governo PS, dependerá, em larga medida, do desfecho das eleições presidenciais e da composição entretanto operada dentro do aparelho partidário social-democrata. E o próprio PS sentir-se-á liberto do pesadelo da obrigação de governar.
Entretanto, enquanto o Carnaval ao invés de terminar, vai engrossando, há quem se preocupe com a estética da República, discutindo se não seria de actualizar o busto da República. Nesta época faz todo o sentido preocuparmo-nos com tal: a República funciona bem, muito bem, estará é com má cara…








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