Simples

O Professor Louça explicou de forma muito clara e até pedagógica na Sic – notícias.

austeridade

O (des) Governo de Pedro Passos Coelho roubou 32,4 mil milhões aos portugueses desde 2011. A consequência desse roubo no défice foi de 0,5 mil milhões. Isto é, não serviu para nada.

Querem, caros defensores de Pedro Passos Coelhos, continuar a acreditar em tal estupidez. Repito – não está em causa se temos ou não temos que fazer isto ou aquilo. O problema não está no diagnóstico.

Está no medicamento!

Quase me apetece pegar na sugestão do Ricardo: façam lá um risquito na moeda que está no vosso bolso e vão ver que ela vai parar ao bolso de um banqueiro.

Mais depressa que um mentiroso, apanha-se um mentiroso coxo

Uma amostra do debate de ontem. Afinal a ideia de baixar a Taxa Social Única não é do PSD: é também do PS. Ou seja: é do FMI. O embaraço de Sócrates é a primeira alegria desta campanha.

Quanto à renegociação da dívida o “nunca” ficará para juntar à mesma afirmação sobre a vinda do FMI. Esperemos é que quando lá chegarmos Sócrates já tenha arranjado emprego.

Louçã leva Sócrates ao tapete. Até doeu.

Sou suspeito, mas não via alguém levar uma malha tão grande num debate político nem me lembro desde quando.

Sócrates foi arrumado por KO logo ao primeiro assalto. Humanamente cheguei a ter pena do homem.

Estão três senhores insuspeitos na SICN a dizer isto mesmo, com umas flores, que até parece mal.

Após o debate, contou Louçã, Sócrates ainda disse que ganhou o debate. Desconfio que o PS não tem um problema político, tem mesmo na liderança um problema psiquiátrico.

Imagem roubada ao Simplex

Modess aderente…


Tudo bem à portuguesa. Depois de Louçã, Jerónimo e Cavaco, já há mais “modésses aderentes” à manifestação do actual sistema/regime. A JSD acaba de “aderir” e para cúmulo, os deputados das “juventudes partidárias” – menos os PS’s – também.

Como se vê, o regime em peso manifesta-se contra si próprio! É o cúmulo da ignomínia.

O poker da moção de censura

poker da moção de censura

«José Manuel Pureza sublinha que a direita “cairá no ridículo” se apoiar moção de censura» [Antena 1]

Manso é a tua tia, pá!

O nível, a elevação, a classe de Sócrates irritado com Francisco Louçã, no debate de hoje no Parlamento.

Também pode ver a discussão completa.

Entretanto já se iniciou a campanha “Vamos obrigar Sócrates a pedir desculpas publicas à tia do Francisco Louçã.” No Facebook, claro.

É a vida…

Só espero que a comitiva do Sr. Presidente da República não fique retida no Aeroporto sem umas sandes e umas colas. São as maldades da natureza.

Nestas coisas sou um homem de fé e acredito sempre na bondade humana. Por isso acredito que alguém tenha feito uma cópia para o Sol.

A maldosa ERC não quer o Hot Nights. Prefere o Canção Nova. São opções, eheheheeh.

Hoje o Aventar esta no Semanário Grande Porto e no DN está uma carta de Paulo Teixeira Pinto a Louçã que é de leitura obrigatória. Depois disto, se Louçã nada fizer, só posso concluir que é um farsante!

Faltam 409 dias para o Fim do Mundo

Se a estupidez pagasse imposto os diferentes ministérios das finanças da Europa não tinham os problemas de liquidez. A pedofilia é um crime horrendo cujo único castigo, por muito que custe, deveria ser, no mínimo, a castração química. No mínimo. Estamos perante um crime que atravessa toda a sociedade e todas as classes sociais e profissionais. Não é maior na Igreja que na advocacia ou na política, ou no professorado ou na intimidade de muitos lares por esse mundo.

Sou agnóstico mas isso não me impede de ver a campanha orquestrada contra a Igreja Católica. Logo quando esta, goste-se ou não, é liderada pelo Papa que mais escreveu e lutou contra os crimes sexuais no seio do seu rebanho. Já vi escrito em diferentes blogues (incluindo o Aventar), artigos de opinião e demais fóruns de debate as afirmações mais finalistas sobre esta matéria e não posso deixar de linkar mais esta estupidez, mais uma, que prefere continuar a atirar areia para os olhos dos incautos. Existiu, existe e existirá, infelizmente, pedofilia nos quatro cantos do Mundo e esse não é um problema de religião, ideologia ou classe mas antes um problema social. Cujo combate começa em casa e termina nos tribunais, com leis penais verdadeiramente dissuasoras de semelhante e repugnante crime. Uma questão social e não de fé.

Entretanto, Louçã e Nobre brincam aos políticos no facebook. Tão amigos que eles foram nas europeias. Fernando Nobre é um monárquico que se candidata a Presidente da República e Louçã um queque disfarçado de radical de esquerda. Estão bons um para o outro. O próximo passo de qualquer um deles rumo aos quinze minutos de fama sempre pode ser um calendário, estilo este, para esgrimirem argumentos e agradarem às moças casadoiras.

A jornalista Inês Serra Lopes publicou uma reportagem interessante sobre a vida de Pedro Passos Coelho. Finalmente, as notícias do mundo da música com o novo clip dos Green Day e o lançamento, a 26 de Abril, do segundo trabalho dos fabulosos Deolinda.

A água do Louçã

A água é, para Louçã, um bem insubstituível  que pertence a todos e não deve ser objecto de negócio.

 

É uma maneira de dizer que a água tal qual os outros bens essenciais à vida devem ser propriedade do Estado. Não é dificil estar de acordo com tal postulado.

 

Mas ,e para mais fácil definição chamemos-lhe negócio da água, o negócio consiste em i) captar a água,ii) transportá-la iii) distribuí-la.

 

Se a propriedade se deve manter como propriedade colectiva, e isso é coisa que não se discute, as outras componentes do negócio podem e devem ser atribuídas a quem 1) o faça com mais competência 2) da forma mais barata .

 

Não está provado que a água chegue a nossas casas em melhores condições e mais barata se for capatada, tratada e distribuída pelos privados ou pelo Estado. A estas questões só concursos públicos (sem Faces Ocultas) podem dar resposta. Ao Estado caberá sempre o papel de regulador e fiscalização, porque com a água não se brinca, não só porque é um bem escasso mas tambem porque influencia, e de que maneira, a nossa saúde.

 

A primeira coisa a fazer é distinguir muito bem qual o papel do Estado, insubstituível no cumprimento das regras, depois definir as várias fazes do negócio a) em alta (captação e tratamento e b) em baixa (transporte e distribuição) e a seguir promover as melhores condições para as diversas fazes.

 

Todos se dizem muito preocupados com o negócio da água, no futuro a sua míngua será uma certeza e a vida não é possível sem ela, mas quando sabemos que 60% da água captada se perde no transporte e na distribuição, por menor manutenção da logística de transporte, percebemos que há muito por onde se trabalhar.

 

E que dizer da utilização abusiva da água, na via pública, nos jardins e nas nossas casas, para não falar da sua utilização em actividades que bem podiam ser efectuadas por água reutilizável.

 

E com estes dados pergunto. O mais baixo preço é mesmo o melhor preço, no caso da água? Não dará azo a uma utilização desregrada que um preço superior pode limitar?

É mentira, é mentira, é mentira, sim senhor

Jugula-se que Louçã mentiu quando ontem acusou Sócrates de ter gasto mais dinheiro no BPN que a combater as consequências da crise económica. É mentira, claro. E porquê?

Porque a Caixa teria emprestado dinheiro ao BPN e não dado. Eu também costumo emprestar esmolas aos pobres. Quando eles forem ricos já sei que me devolvem os trocos.

Porque lucros ou perdas do BPN reverterão a favor do estado que emprestou. Ou seja, as perdas ainda vão custar mais caro.

Porque o governo nacionalizou o BPN não por opção, mas por obrigação. É a chamada opção obrigatória. Os países que não nacionalizaram bancos falidos, e sem grande relevância na economia do país serão castigados por desrespeito ao terceiro mandamento do capitalismo: salva os ricos antes que te sobre dinheiro para ajudar os pobres.

Portantos, pás, é tudo mentira.

Excepto o facto de o dinheiro ter saído e toda a gente saber, incluindo os que o desmentem, que não volta a entrar.

 

 

 

Isto ouve-se?

Nos bastidores do debate Sócrates-Louçã.

A Batalha da Água

A Blogosfera de direita costuma referi-lo pelo seu segundo nome de baptismo, “Anacleto”, algo que me provoca um daqueles sorrisos parvos a que todos temos direito. Realmente, Anacleto não condiz com a pessoa.

Ninguém estranha que só raramente concorde com ele. Por vezes acontece. Foi o que aconteceu ao ler a sua mais recente entrevista ao i. A meio da entrevista, Francisco Louçã afirmou ser completamente contra a privatização da empresa “Águas de Portugal”. Ora aqui está um ponto comum entre nós, pessoas de campos políticos diametralmente opostos. A privatização da “Águas de Portugal” não serve a ninguém. Perdão, serve aos felizes contemplados com semelhante maná e aos comissionistas deste negócio cuja grandeza de valores transforma em “peanuts” os milhões que o Real vai dar pelo amigo da Paris Hilton.

Foi a afirmação mais importante da entrevista de Francisco Anacleto Louçã. Espero que tenham reparado e que se preparem para esta batalha do século: evitar a privatização da água.