A quem interessa a campanha contra Sérgio Figueiredo?

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Nos últimos dias o Director de Informação da TVI, Sérgio Figueiredo, tem sido alvo de uma campanha orquestrada, nas redes sociais, com duros ataques públicos, no seguimento do ” caso Banif “, tendo por base, os maiores e mais completos exercícios de imaginação, colocando em causa o seu carácter, a sua idoneidade e o seu profissionalismo.

Antes de mais quero esclarecer que nunca votei José Sócrates, não tenho, nem nunca tive pelo político ou pelo cidadão qualquer tipo de admiraçao pessoal ou política.

Por sua vez tenho pelo Sérgio Figueiredo uma enorme estima. Entendo mesmo que apenas um homem, com um grande carácter e com as ” mãos limpas ” poderia escrever um artigo de opinião no Diário de Noticias, dois dias após a detenção de José Sócrates, afirmando inequivocamente ” Gosto de Sócrates “.

Mais tarde em meados Junho, também no Diário de Notícias, o Sérgio Figueiredo, escreveu um novo artigo de opinião intitulado ” A entrevista que não aconteceu “.

Estes dois textos são de um homem que assume corajosamente as suas opiniões, sendo que tendo em linha de conta os respectivos momentos políticos, são artigos altamente polémicos, mas que dizem muito do carácter do homem que os escreveu e assinou por baixo.

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O Triângulo: Passos Coelho, António Costa e o “ regressado “ Sócrates.

Ontem o jornalista Sérgio Figueiredo escreveu, no Diário de Notícias, mais uma vez, um excelente artigo de opinião que faz uma análise da campanha eleitoral, analisando o triângulo político Pedro Passos Coelho, António Costa e o agora “regressado “ José Sócrates.

antonio costa

Sempre com uma grande lucidez e pragmatismo escreveu que António Costa

perdeu o amigo do peito. Não deu o peito às balas. Também não fez amigos por isso. Só da onça: a sonsa, os patetas, os alegres de sempre e os ratos do costume. Do Largo do Rato sempre fugiram quando a água entra. Costa mete água, muito PS mete nojo. Cambada de camaradas! E, para eles, a caminhada para o dia 4 de Outubro foi-se tornando cada vez mais penosa. Pior que as sondagens, que os castigam, só as imagens de um candidato que perdeu o brilho e a cor.

O processo eleitoral interno, a sua eleição atribulada e a saída de António José Seguro deixou marcas para o seu futuro político, pelo meio teve a detenção e todo o processo judicial que envolve José Sócrates que na passada sexta-feira deixou o estabelecimento prisional de Évora passando para o regime de prisão domiciliária. Agora que entramos no último mês de campanha verifica-se que António Costa é um homem sozinho, que não uniu os socialistas em torno do seu projecto político, a dinâmica de vitória parece que desapareceu, perdeu toda a sua auréola política de vencedor que o acompanhava, desde a Câmara de Lisboa, e o seu principal adversário, Pedro Passos Coelho, com quem esperava debater o futuro do país “ desapareceu “ da campanha eleitoral. [Read more…]

Estamos cobertos

Custa à brava, mas lá vou aguentando o prof. Marcelo chafurdando na sua própria matéria fecal informativa. Nunca se foi tão longe neste jogo sujo e arrepia pensar que esta criatura manipulativa e amoral pode vir a ser presidente da República. É que há quem goste deste estilo entre o calinas intelectualizado e o vendedor de banha da cobra. Ontem a cloaca foi reforçada pelas informações vaidosas de Sérgio Figueiredo, director de “informação” da TVI. Descreveu-nos – orgulhoso, vá-se lá saber porquê – como vão decorrer os debates nos vários canais e como a corja televisiva se entendeu como um cartel; fiquei a perceber que a sua satisfação decorre do bom serviço feito aos patrões, tal como fui informado – por um jornalista com responsabilidades de direcção! – do facto de só haver dois candidatos a 1º ministro (então não são deputados o que vamos eleger?)! De resto, mantendo estes “comentadores”, o modo de cobertura da campanha é relativamente indiferente. A batota está montada à partida. Gostava de falar neste tema noutro tom, mas não há condições. É que me lembro de quando as eleições eram cobertas por um só e obediente canal; agora, é o mesmo. Só os distraídos pensam o contrário.