Dialectos de Ternura – uma professora de História em Espinho

“Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a lave?
Vamos para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele
nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir… “

[Dialectos de Ternura, Da Weasel]

Não quero correr e não vou correr o risco de “falar sem saber”. Não sou como o Grancho que disse que não gostou de ouvir.

Uma coisa eu sei – está tudo virado ao contrário! Tudo!
Continuem assim e o caos é o que nos resta.
Podem, por exemplo atentar na letra de uma das bandas que os meninos andam a ouvir. Isto só para começar conversa, tipo desbloqueador de conversa de elevador.
Eu sei que não tem nada a ver, mas é também por isto que dia 30 lá estarei em Lisboa!

Comments


  1. […] texto de João Paulo (aqui abaixo) deixou-me espantado. O professor João Paulo, elemento activo de uma classe […]

  2. Luis Moreira says:

    Ouvi agora a gravação.Não parece que este episódio seja mais do que o comportamento de uma pessoa que está fora dos limites e que quer à viva força mostrar aos alunos que eles não são anjinhos.É verdade mas uma professora não deve dizer!


  3. […] post anterior referi com alguma ironia parte da música dos Da Weasel porque em Portugal anda muita gente […]

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