O Prémio Nobel da Paz, rejuvenecido

Podia-se dizer que a atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barak Obama, seria uma surpresa. É verdade que ninguém estava a espera, e, todos ficamos felizes. A minha felicidade é apenas porque o Prémio deve incentivar ao Presidente a acabar a guerra de Iraque-notem bem, acabar a guerra de Iraque, digo, e não uma retirada. Usar essas palavras significa uma obrigação para que os iraquianos não combatam mais entre si. Nunca esqueço o dia em que foi eleito Presidente dos EUA. De imediato escrevi um texto no jornal O Interior, Intitulado: Finalmente! É verdade também que o prémio Nobel da Paz não´tem o mesmo significado desde o ano 1973, por ter-lhe sido atribuído a um criminoso que em Setembro de 1973, após dinamizar um golpe de Estado, em Novembro desse ano foi premiado. O seu colega no Prémio, Le Duc Tho, rejeitou o galardão por motivos conhecidos por todos nós. Ele tinha lutado para acabar a guerra do Vietname, o outro, após da incentivar, virou do avesso e procurou essa paz…anos depois! Le Duc Tho, tinha estado na luta e sabia o que a guerra era e a sua felicidade pela paz era autêntica.

Mas, será justo misturar Obama, esse grande pacificador, com falsos profetas? No seu discurso pré entrega do Prémio, prometeu solenemente acabar as guerras do mundo. De certeza, consegue. E mais nada digo. O facto de comentar o Prémio do Presidente, da família Iraquiana Hussein, é um orgulho: laços de parentesco, não com o ditador, mas sim com um país que sofre, como o sem Prémio Nobel deixa nas suas mãos a responsabilidade que Bush, o seu predecessor no crgo, nunca quis assumir: que o povo Iraque viva em paz. Que os Chitas não perturbem a paz. Que os Sunitas estejam reconciliados entre si e com o povo que sofre. O novo Nobel da Paz, é semelhante ao Dalai Lama, quem também recebera esse galardão. Desde o meu humilde sítio de escritor, penso e sinto que Academia Sueca não podia ter escolhido uma melhor pessoa que Barak Obama Hussein

 

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