Imaginem um cenário, tipo Chicago, anos 30.
Temos uma Terra que é governada com mão de ferro por um poder institucional, mas que gere tudo com base na força, atemorizando a população. As situações semelhantes aos pagamentos que na Sicília são exigidos pela Máfia, repetem-se: pagar em milho, em batatas ou até através da força de braços.
Quando alguém refila tem dois caminhos: o físico ou o tribunal. Por isso, nessa Chicago imaginária haveria mais processos que eleitores.
Continuando neste cenário de BD, imagine ca@ leitor@, que há alguém que mesmo vivendo com medo, se aventura e se chega à frente – diz, alto e bom som, não tenham medo!
Como em qualquer bom livro de BD, os quadradinhos e as tiras fazem a realidade parecer ficção e por isso no final o mordomo não é o culpado, mas os maus morrem.
Será que continua a haver medo?
Será que há ainda muito para saber relativamente a Chicago?
Será que o partido que dirige Chicago, o tal do Mr. Walk Rabbit, era capaz de nos dizer alguma coisa sobre este filme?
Eu por mim, continuo a ler livros e Ermelo só à distância!
Porque, car@s leitor@s, quem tem filhos precisa de saber que mais vale um cobarde vivo que um herói morto! Mesmo que seja na BD.






é inacreditavel como há pessoas que conseguem brincar com os sentimentos das pessoas.