Ministros não contam – quero saber é de política

Não me interessa saber quem é a nova Ministra e estou ainda menos interessado em saber o que vai acontecer à velha. Ministra, pois claro.

Quero saber é se o Estatuto vai ou não ao ar.

Quanto à avaliação continuo a achar que andar com ela a fazer de bandeira é um erro.

Ministra só há uma, o fim do estatuto e mais nenhuma!

Comments


  1. A avaliação é incontornável e a carreira não pode acabar no topo, para todos. Avancem com maior autonomia para as escolas.E isto é para ti, João Paulo, que és sindicalista.


  2. Meu caro Luís,a questão não é saber se chegam todos ou não… isso é ver a coisa pelo pior lado.Diria assim: o que é que faz um professor no seu primeiro dia de carreira?Isso. Dá aulas.E no último? Pois… também…Então para quê a divisão?Esta é a questão – o conteúdo funcional da profissão é ÚNICO e absolutamente SINGULAR ao longo de toda a carreira. Logo, a divisão não faz sentido.Quanto ao saber se chegam ou não todos ao topo, diria que os que forem bons têm que chegar e os que não forem têm que sair da carreira. Simples.Assinado, João Paulo, Sindicalista 🙂 Na boa e pronto a levar porrada eheheh

  3. Paulo says:

    pois pois. o que eles querem é a mesma rebaldaria de sempre. avaliação? qual avaliação. a gente faz uma análise crítica, entrega aos amiguitos do Conselho Pedagógico, temos todos excelente, subimos de escalão automáticamente  etc etc…é fartar …entretanto em termos de produtividade e resultados lá estaremos eternamente apenas à frente da Turquia e do México na OCDE…até um dia a sermos os últimos.

  4. maria monteiro says:

    eu cá estou em defesa da escola pública, eu cá estou pela  dignificação de carreira docente, eu cá estou para que alunos, professores, pessoal auxiliar, vigilantes … encontrem na escola pública as mesmas condições de trabalho em instalações, segurança …. ,  a mesma dedicação no ensino, estudo e aprendizagem que na “melhor das melhores escolas privadas” Eu cá estou e assim vou continuar… em defesa da escola pública, pela  dignidade profissional dos professores


  5. Meu caro Paulo,penso que isso é baixar a argumentação. Em nenhum momento avancei com esse tipo de argumento. O que eu digo é que a divisão não faz sentido. Quanto à avaliação venha ela – porque a mais pura das verdades é que há 4 anos era avaliado e agora não sou… agora é que subo sem prestar provas… essa é que é a verdade. Por isso digo que a questão não é a avaliação é a divisão na carreira.JP

  6. maria monteiro says:

    talvez seja bom lembrar à Ministra que para se construir o futuro tem que se investir nos professores e nas escolas públicas agora