Os 49 mil professores que pensaram que eram excelentes

são uma boa opção para leccionar nas turmas mais complicadas das escolas mais especiais. Parece-me óbvio – se são assim tão bons, devem ser eles a trabalhar nas escolas TEIP, por exemplo.

Isto parece-me tão interessante que estou tentar a apresentar esta proposta à senhora Ministra. Estou certo que os senhores professores e as senhoras professoras que tão rapidamentente espetaram a faca na classe estão absolutamente disponíveis para abraçar a causa. É que além de serem instrumentos nas mãos do Sócrates são certamente os melhores. Alguém tem dúvidas?

Comments


  1. Se fossem prejudicados, além de uma tremenda injustiça, podes crer que era pretexto para outras guerras.tem que haver cedências de parte a parte…

  2. maria monteiro says:

    podiam criar uma fundação… “fundação dos professores excelentes”

  3. Fernando says:

    Muito bem visto. Excelente ideia!

  4. Rosarinho says:

    Deveras interessante essa ideia!Apoiado!Que tal uma uma petition online?


  5. E a fundação para os que não cumpriram? Talvez “Fundação Mário “alucinado”!

  6. Rosarinho says:

    Por mim, acho boa ideia :-)Não tenho nada, nadinha, contra, mas quem sabe ainda se arranja uma fundação com um nome mais larocas…


  7. Rosarinho, esse seu nome é uma tentação…:-)

  8. Rosarinho says:

    Qual Caro Luís??O Do Marocas ou o meu??

  9. maria monteiro says:

    Há pouco num café da Avenida de Roma saiu a ideia de se criar a Plataforma dos professores excelentes

  10. Rosarinho says:

    Cara Maria,Eu condecorava alguns dos excelentes, fruto da Milú, (atenção, há, de facto, professores excelentes e dedicadíssimos, como sempre houve) com turmas CEFs e outras que tais… para perceberem o que é “La Dolce Vita”… Cala-te Boca!!!


  11. O Mário, na tua cabeça, já deve estar na secção das alucinações, tantas as vezes em que te referes a ele. Há algum problema pessoal com ele?


  12. Rosarinho, é imbatível…


  13. JP, o país está como está por causa dos dirigentes, incluindo os sindicalistas, e o Mário é um bom exemplo.

  14. maria monteiro says:

    os encontros num café da Avenida de Roma não tem a ver com a ex-ME mas sim porque é o sítio onde, duas vezes por semana, “absorvemos” o que se escreve dos acontecimentos do mundo… ás 5as com avante, visão e sábado cruzamos temas e informações, às terças ficamos por dentro do que sentimos, vemos e ouvimos do que se passa/passou ao nosso redor…  enfim exercícios que ficaram de outras épocas… Cara Rosarinho o problema é que professores excelentes e dedicadíssimos, como sempre houve são os que se preocupam com os alunos, com a aprendizagem, com o ensino, com os colegas, com a escola pública como local de trabalho onde dá prazer ir, estar, aprender, ensinar… Ps: Na Visão há um artigo interessante sobre a possibilidade de ensino bilingue nas escolas pública

  15. Rosarinho says:

    Caro João Paulo,Eu?Imbatível?? Gostei!!!Obrigada!!! 😀

  16. maria monteiro says:

    o problema é que há pessoas muito boas, muito cumpridoras, muito honestas, muito pais, muito filhos, muito tudo até… muito católicas mas têm um ponto fraco… são corruptas

  17. Rosarinho says:

    Obrigada pela informação, Maria.Eu já só leio artigos online… Mas de certeza que alguém me empresta a Visão

  18. Anónimo says:

    Cao Luís,Já meti água… Afinal foi o Luís que me disse que eu era imbatível e agradeci ao dono do post…Sou imbatível a meter água?? (não responda, por favor)…Ah, mas caro Luís, não gosto nada do meu nome. Imagine lá que os meus pais (Andavam com a cabeça na Lua que está no Céu…) me deram nome de oração (uns quantos terços, já não me bastava 1/3…) e de penitência… Ora eu gosto muito mais de Riso-arinhos, com fartura 😀 😀

  19. Rosarinho says:

    # Caro (e não Cao)Não avisei que sou imbatível a meter água?!

  20. rosarinho says:

    Caro Luís,Só uma nota para dizer que estou muito à vontade para falar sobre a escola pública.Tive uma experiência curta , mas muita rica na Escola pública…Leccionei meia dúzia de anos e devo ter passado por uma dúzia de escolas, duas boas… (as outras de bradar aos céus…). Defendo, sempre defendi, uma avaliação séria, justa e rigorosa: a começar por uma Avaliação Externa.Há escolas onde os docentes se conhecem há 20 anos, há compadrios, etc e tal… Uma avaliação interna torna-se “incestuosa”. (É como pôr o Meretíssimo A. SS ou Pedro Silva Pereira a avaliar Sócrates!!! Ora, Muito Obrigada!) Já agora fique a saber que, durante o meu estágio, apanhei com uma orientadora de Português, numa secundária, em final de carreira, que dizia “Haviam três pessoas”… Nós, as estagiárias entrávamos às 8h da manhã e saíamos às 18h 30m, quando tínhamos sorte… Éramos conhecidas pelas Escravas) As nossas orientadoras iam à escola duas manhãs por semana e tinham “um furo” entre as duas turmas que leccionavam. Fizeram uma “peixeirada” e tiram-lhes o dito “furo”. Uma Delícia, um Espanto!!! E mais não conto… Ora, comecemos pela avaliação externa e rigorosa… (Até lá, estou do lado dos que não alinham no Circo)Eu bati com a porta na Galinha dos Ovos de Ouro, que é a Escola Pública portuguesa!Sim, bati com a porta!!!


  21. Rosarinho, eu não tenho dúvidas que a maioria dos professores é gente boa, e por isso mesmo é que é necessário haver avaliação baseada no mérito. Todos temos professores, na família, amigos, sabemos que há de tudo.


  22. Rosarinho, eu não tenho dúvidas que a maioria dos professores é gente boa, e por isso mesmo é que é necessário haver avaliação baseada no mérito. Todos temos professores, na família, amigos, sabemos que há de tudo.

  23. Rosarinho says:

    Ciente disso.Tenho colegas (ex-colegas, mas que continuo a considerar colegas) excelentes e dedicadíssimos aos alunos. Uns resistentes nos tempos que correm…Normalmente, não são os que fogem dos alunos a sete pés, ficando os dias atrás de secretárias nos Conselhos Directivos (ou Executivos), conforme as modas.


  24. Não tenho dúvidas. Eu conheço alguns que são óptimos trabalhadores e outros que passam a vida a meter o artº 2…