Arquivar é diferente de destruir

Arquivar é proteger, manter em lugar seguro e conhecido, sustar o prolongamento do processo, bem diferente de destruir, que é desfazer, arruinar .

 

Tentou-se destruir as escutas mas face às vozes avisadas e com peso que se fizeram ouvir, arrepiou-se caminho, não vá perder-se de vez a pouca credibilidade de quem decide.

 

E, a sustentação, "é que não há causas probatórias suficientes", isto é, há provas, falou-se nos assuntos , não são é suficientes.

 

É mais ou menos a diferença entre "oficialmente" e "oficiosamente", anda sempre tudo nas "bordinhas", não conhece, mas o tio conhece e os primos tambem, o antigo professor das notas ao Domingo, tambem anda envolvido, e os amigos telefonam…

 

O juiz de instrução de Aveiro é que pode começar a arrumar as malas, o Dr. Eurico Reis não falando no assunto em concreto, já veio dizer " que se não faz o que o seu superior hierárquico diz, rompe a relação de confiança " como quem diz, " os juízes são independentes podem e devem fazer o que a Lei manda, mas não fazendo…"

 

Isto é tudo como o "fogo de artíficio", começa com música e estrondo e acaba em lágrimas…

 

 

Comments

  1. C.COUTO says:

    Sempre a mesma história. Cedem sempre a interesses mais altos do que a justiça. Porca miséria…

  2. Pedro Rocha says:

    Temos que admitir que o PGR e Presidente do supremo têm legitimidade e poder para mandar fazer o que fizeram. Já o presidente escutado mais uma vez sentiu necessidade de fugir e não assumir o poder que detém (fraco).Mas felizmente ainda temos juízes que enfrentam qual d.quixote o sistema e nós acreditamos no pai natal. Qualquer dia estamos a louvar um qualquer secretário do Tribunal de atrás do sol posto que esse sim, será odetentor de toda a verdade.ò será que nos habituámos a ver os big brothers e também queremos saber e ouvir o que eles disseram ao telefone. Será relevante?