FMI – cinco regras contra a crise

Os países que seguiram os conselhos do FMI tiveram maus resultados no passado. Tudo se resumia à contenção orçamental o que levou, muitas vezes, à morte do doente por inacção. Agora,não desiste de dar conselhos,mas melhora: i)investir em infraestruturas tem um maior impacto do que cortes de impostos ou transferências de rendimento para o sector privado (não são as mesmas que o governo está a lançar.
São investimentos de proximidade que têm efeitos imediatos); ii) Cortes de impostos e transferências dirigidos às famílias e empresas mais afectadas podem tornar-se mais eficazes do que o habitual, porque deparam com a dificuldade em obter empréstimos bancários (O nosso governo meteu o que tinha e não tinha nos bancos à espera que o dinheiro chegasse à economia real; iii) Apresentar uma estratégia credível de sustentabilidade orçamental para o futuro(por cá nem vê-la); lV) governos devem assegurar a recapitalização das instituições viáveis e assegurar um fecho ordeiro das que que não são (O BPP e o BPN são dois grandes buracos onde o Estado meteu milhões); V ) Coordenação entre os países europeus é essencial.
Resumindo e concluindo, por cá à luz das receitas do FMI, já temos aí um par de falhas que leva o governo a não querer apresentar o Orçamento Rectificativo porque isso vai mostrar que “sustentabilidade Orçamental” não há, o que nos vai derreter o pouco que temos a pagar enormes empréstimos externos a preços elevadíssimos!

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.