Foi há um ano. Nasceste. A 14 de Julho. És a minha Leonor… «de la Bastille».
Parabéns, filha. E obrigado.
Nota: No vídeo, está a caixa de música que o pai ofereceu à mãe na véspera do teu nascimento.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Foi há um ano. Nasceste. A 14 de Julho. És a minha Leonor… «de la Bastille».
Parabéns, filha. E obrigado.
Nota: No vídeo, está a caixa de música que o pai ofereceu à mãe na véspera do teu nascimento.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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e… as maiores felicidades para todos
Igualmente, tudo de bom para a menina, para a mãe e vá lá… para o pai também!
Parabéns a você… nenenenene
A Leonor já tem um ano!! Parabéns aos três! Agora começa a fase do alvoroço “ai que ela cai, ai que bate com a cabeça!”, etc, etc, etc. Sugiro que comecem já a estudar o mundo fascinante do Noddy na Cidade dos Brinquedos!
Obrigado a todos!Pessoalmente, Carla, detesto o Noddy. Mas pela miúda, até sou capaz de fazer o sacrifício.
Este tipo , Maria, è esquisito, tem tanta «atitude»!!Será que a mãe não soube-lhe dar uns bons tabefes naquela cara??Ah sempre cheio de resposta e atitude..eu dava-lhe era uma educação à antiga ao nosso R’revolutionary road
Claro que não “A”, só é esquisito essa coisa do “sacrifício” … tudo que fazemos pelos miúdos nunca são sacrifícios aprendemos, isso sim, é a gostar e a fazer coisas que antes nunca estariam no nosso cardápio pessoal de vida
Claro que é sacrifício, Maria. Por eles, fazemos e voltamos a fazer. Não é por isso que passamos a gostar.
Eu digo mais que é um “sacrifício” mas com prazo de validade porque… passamos a gostar das idas ao parque infantil, das “cantigas da minha escola”CBFlor, da “Joana come a papa”JBMoura, da rua sésamo e do monstro das bolachas, do thomas and friends, dos teletubies,… porque, no meu caso, não havia o noddy…
EU ESTOU AINDA MAIS NA FASE «FILHO » DO QUE NUMA D E «PAI»!!!, MAS SE NAO ME DESPACHAR RAPIDAMENTE… AINDA CORRO O RISCO DE TER DE IR PEDIR A SEMENTE AO LUISINHO DO AREEIRO ..DE…TÃO MAL QUE ANDA A COISA!!
Pois, Maria. Não estava a falar das brincadeiras com os nosso filhos e das coisas de que acabamos por gostar. Estava a falar do Noddy. E o Noddy, só por si, dava um excelente post sócio-político. Aquilo é tudo menos democrático. então o Sr. Lei!!! Please!!!! Não quero que a minha filha veja aquilo.
“R”, se estiver na moda significa que passará sempre nas escolas como “actividade lúdica” …. o melhor mesmo é fazer o “sacrifício”, de ver este ou um qualquer outro noddy que apareça, e ao mesmo tempo ir explicando algumas situações… Há sempre tanta estória (Rei leão, Bambi, Pinóquio, Branca de Neve e os sete anões, Cinderela,…. ) a que nós temos que dar um primeiro aconchego de entendimento às crianças…
Isso já não dá nada, Dalby. Penso que já gastaste tudo.