NO CLUBE DOS PENSADORES (RÁDIO FM 91.0)

.
“ATRIBUTOS” NO PROGRAMA DE RÁDIO DO CLUBE DOS PENSADORES
.
.


Programa na RCM irá para o ar Quarta-feira, dia 22. Entre as 19h e as 20h. ( Repete sábado às 24h ) .

Tem como assistente de realização José Silva.

Joaquim Jorge convida vários autores de blogues . O tema é a Blogosfera : Os blogues e implicações na liberdade de expressão e na política

Este programa é dada voz aos bloggers que poderão sugerir, opinar e criticar .

Há um espaço que os interessados poderão entrar em directo no programa de rádio :

1 – Via telefone através do número 22 9381756

2 – Via net através do blogue Clube dos Pensadores , na hora as opiniões dos internautas serão lidas e tidas em conta para a discussão.Esta emissão estará disponível online a partir do site RCM ou com a frequência 91.0 no seu rádio.

São convidados além do blogue Clube dos Pensadores , o Porto de Leixões , Matosinhos Online ; do Portugal Profundo , Portugal dos Pequeninos , Grupo da Boavista , Atributos , entre outros.
1 – Vítor Maganinho (Matosinhos OnLine) e (OffShore das Berlengas) – 19h10
2 – José Modesto (José Modesto) – 19h15
3 – António Balbino Caldeira (Do Portugal Profundo) – 19h20
4 – João Gonçalves (Portugal dos Pequeninos) – 19h25
5 – Francisco Castelo Branco (Olhar Direito) – 19h30
6- José Magalhães (Atributos) – 19h35
7 – João Pedro Neto (Grupo da Boavista) – 19h40
8 – Eugénio Queirós (O Porto de Leixões) – 19h45
9 – António Veríssimo – 19h50

.
Como se pode ver pelo “post”, tenho a honra de ter sido convidado por Joaquim Jorge para participar no seu programa de rádio.

Lá participarão alguns dos Bloggers de referência da blogosfera Portuguesa.
Não deixem de sintonizar e ouvir este programa.

.

Os Malandros…

Atlético Madrid estraga festa benfiquista
21 de Julho de 2009, 22:14, Sapo.

Ehehehehehe, hihihihihihihih!

Blogger Convidado: Movimento Cívico IvacomRecibo

A nossa Petição (Petição n.º 537/X/4.ª) vai ser discutida em sessão Plenária na AR no dia 22 de Julho 2009 pelas 10h.

Como podem ver neste link são várias as petições em discussão, mas a nossa também vai lá estar.

Peço que divulguem este facto às vossas redes de contactos. Irei estar presente na sessão plenária da AR e solicito que quem puder o esteja também.

Afinal ter o IVA com Recibo poderia já tornar-se numa realidade, se, no dia 22 de Julho os deputados Portugueses votassem a favor.

Relembro que para entrar na AR têm de levar um documento de identificação com fotografia (mas que não seja o BI).

Sofia
Movimento Cívico IvacomRecibo

A Galp e os golpes

FALANDO SOBRE TRANSPORTES. AS FALÁCIAS DO MOPTC (3ª PARTE) – VI

A renovação de um contrato baseada num projecto virtual

Por último, a APL procura responder às perguntas mais frequentes, segundo diz; destacamos:

  • Fica-se a saber que irá ser criada uma zona de acostagem e operação de barcaças e um feixe de mercadoria (doca seca). Será construída uma nova estação ferroviária para mercadorias, abaixo do nível do solo, que terá ligação ao futuro nó ferroviário de Alcântara.

Tudo isto é muito bonito no papel e no filme projectado na Exposição organizada pela APL; simplesmente não havendo um projecto ou anteprojecto de engenharia, ou os seus fundamentos, as perguntas serão certamente incómodas e ficarão sem as respostas adequadas.

Nomeadamente quanto à concretização das ligações ferroviárias, no nó de Alcântara, com as linhas Lisboa /Cascais e Alcântara / Campolide, com o caneiro de Alcântara pelo meio, e ao lado, uma espampanante estação ferroviária subterrânea para passageiros e mercadorias, tudo isto implantado numa zona de níveis freáticos elevados, forte risco sísmico e solos com características geológicas difíceis. A propósito onde fica a gare de triagem dos vagões, indispensável?

Ao considerar-se um cais de acostagem com fundos de ordem dos 16,50 m isso implica, certamente, um reforço apreciável dos actuais ou, mesmo, ao sua substituição conforme escrevi em 9 de Outubro p.pº.

E com tantas mexidas no subsolo, será lícito perguntar em que medida elas irão afectar, agravando, as consequências das cheias que ciclicamente afectam a zona de Alcântara,.

  • No que respeita à chamada cortina de contentores, ela já hoje atinge os 5 ou 6 empilhados uns sobre os outros, normalizados, de 20 ou 40 pés de comprimento, uma altura de 9 pés e 6 polegadas (2,90 m) e 2,46 m de largura; daí resulta uma “parede” com 5 x 2,90 = 14,50 m de alto. Os novos pórticos “portainer” atingem os 115 m e conseguem alcançar 20 filas de contentores, dado que têm um alcance de 45 m; portanto, a sua rentabilização levará a uma maior altura no empilhamento e “paredes” cada vez mais espessas.

É claro que não serão as “quatro aberturas” entre os molhes de contentores que irão melhorar o aspecto da muralha de aço aí prevista nem, tão pouco, aliviar substancialmente as lindas vistas; aliás, essas aberturas seriam sempre indispensáveis para permitir o percurso dos “mafis” ou das gruas móveis.

Sugere-se aos snrs. Especialistas que se desloquem sobre o terreno (pessoalmente, como amador, aproveitei uma ida recente a Barcelona) e vejam como esta é uma actividade dinâmica, por vezes febril dadas as poucas horas disponíveis para “safar” um navio, envolvendo também muitos outros meio de transporte em terra (guindastes móveis, pórticos, tractores de rodas ou de lagartas, c.f., camiões, etc.). como á-parte, direi que Barcelona é o 3º porto de contentores de Espanha, em importância, ficando Valência em 2º lugar e Algeciras ocupando o 1º, qualquer deles muito acima de Lisboa ou Sines.

Só para termo de comparação, em TEU´s de 20 pés, aproximadamente, por ano:

Algeciras    … 3.500.000

Valência    …  2.700.000

Barcelona  … 2.200.000

Alcântara   …    250.000

  • Um ponto importante a esclarecer diz respeito ao aproveitamento da linha de Cintura para escoamento dos contentores do terminal ou, então, o seu transporte por via fluvial.

A primeira solução parece-nos dificilmente praticável, dado que esta linha será, julgo eu, preferencialmente aproveitada para transporte de passageiros a distribuir pelas estações da cidade de Lisboa, em concordância com as do Metro.

  • Deste modo, para se evitar a subida exponencial do número de camiões que hoje penalizam fortemente esta zona, há que incentivar a via fluvial, tanto mais que as barcaças podem transportar muitas dezenas de contentores, ao passo que os camiões, regra geral, transportam um só de cada vez.

Contudo, como já escrevi, a solução fluvial envolve a resolução de muitos outros problemas, nomeadamente no que se refere á navegação no rio e, também, ao seu crescente assoreamento como resultado da projectada ponte Chelas–Barreiro.

Freeport 5 – BPN 5

O Freeport a jogar em casa apresenta-se de vermelho mortiço, e cansado pelos últimas contendas. Nunca mais foi o mesmo depois da abada de 7 de Julho.                                              O BPN de equipamento alternativo, cinzento com umas dobras aqui e ali laranja. Tem vindo a ganhar confiança nos últimos tempos depois da vitória folgada sobre o adversário. O árbitro é o internacional PGR habituado a empates. Apita cada vez mais frequentemente e não deixa as equipas jogar. Quando uma das equipas ganha vantagem de imediato, o árbitro, arranja um livre perigoso junto da área. Penalties é que não há , mesmo quando são cometidos nas “barbas” das assistência.                                                                                                                               Ao intervalo o Freeport perdia por 3 a 0 mas o BPN não tem conseguido aguentar o ritmo de jogo. Depois de um golo óbvio e fácil, o segundo golo foi muito dificil de obter, com ressaltos e fintas esquesitas mas acabou por entrar. Estava o resultado em 3 a 2 quando num repente se chega a 5 a 5 com 3 golos nos últimos cinco minutos. Espera-se para esta última parte uma variação de resultado que tudo indica vai deixar o jogo ir para penalties .                                  Se formos para uma finalíssima é muito possível que se contrate um árbitro lá fora, o internacional Eurojust, que poderá ver, o seu principal elemento, ser renegado por uma das equipas ou mesmo por ambas!                                                                                                    O outro jogo épico prolonga-se há cinco anos, e o árbitro aguenta tudo e todos a ver se morre alguem para apitar para o final do desafio. Diz-se que esse resultado pode ter grande influência neste que se joga até às eleições de Setembro. Grandes jogos, com fintas de corpo, cotoveladas e perónios e tíbias partidas…

O Aventar é Obra…

Em menos de 4 meses:

1.594 postas,
5.429 comentários,
43.189 visitantes…

Nada mau!

Gays dadores de sangue -processo de decisão

A abordagem a estas questões dos homossexuais coloca-se sempre em termos de discriminação. Esta é a forma mais simples de afastar argumentos, porque coloca de imediato os homossexuais na posição do “coitadinho que esta a ser discriminado”.

Depois adianta-se que um processo assente numa análise custo/benefício não passa de economicismo. E em vez de se aplicarem modelos estatísticos na tomada de decisão, vai “tudo para o molhe e fé em Deus”. Acresce que não há base nenhuma médico-cientifica nesta tomada de decisão quanto à maior ou menor probabilidade de transmissão. Não se afastam os homossexuais por serem mais promiscuos ou por terem maior incidência de doenças sexualmente transmíssiveis. Afastam-se porque se sabe que há um certo número de casos que podem ser evitados com um procedimento seguro, barato e não colocando em causa as necessidades de recolha.

Por isso os meus amigos e amigas, deveriam perceber pelas tomadas de posição que tenho em relação aos homossexuais que nada tenho contra os homossexuais, e que não vale a pena insistir com argumentos que não vêm à colação. Eu não me basiei em nenhum argumento que credibilize os argumentos com que me brindaram.

O que eu disse e repito, é que numa tomada de decisão (que tem regras, já agora, porque se não tivesse seria discriminatória) o mais seguro, mais fácil e mais barato é afastar “de principio” um grupo de pessoas que se sabe, com a certeza absoluta, que tem X casos positivos e que o seu número(do grupo afastado) não coloca em risco as necessidades de recolha de sangue.

Há outros grupos de pessoas que são afastadas “por principio” como sejam as que sofreram transfusões, padecem de certas doenças, tomam determinados medicamentos e as que têm menos de 18 anos e mais de 65 anos.

A aplicar estes principios aos 5/6 milhões de pessoas restantes(afastá-las de principio) desde logo se percebe que não restariam dadores, e por consequência, sangue!

É só uma razão estatística, sem juízos de valor, sem discriminação, sem preconceitos…

Para fazer as pazes com o Dalby


Para fazer as pazes com o nosso Dalby, aqui deixo uma pequena amostra da suave e melodiosa voz de Sade Adu, de que ele tanto gosta. Abraços, Dalby!

Não baixo os impostos!

Há muito que temo que esta seja a única promessa que Sócrates cumpra se tiver oportunidade. Foi ele que subiu os impostos depois de ter prometido na campanha que não os subiria. Com um Estado cada vez mais disforme e anafado que já come 50% da riqueza produzida é óbvio que ninguem espera que os impostos baixem por iniciativa de quem os aumentou.

No entanto, há muita gente com provas dadas e muito mais capaz que Sócrates, que afirma que baixar os impostos seria um factor de dinamização das actividades económicas. Mas como em outras frentes, tambem aqui Portugal não tem margem de manobra. Isto é mais uma afirmação de impotência perante os factos que uma política conscientemente aplicada.

Sabemos que as contas públicas estão num estado muito mau, que a receita dos impostos não cresce porque diminuiu a criação de riqueza, que o crédito está cada vez mais dificil de obter e mais caro, resta o quê a Sócrates?

Meteu dinheiro às carradas nos bancos e nos grandes grupos económicos, não apoiou as PMEs, insiste em grandes projectos não tendo dinheiro, resta o quê a Sócrates?

Ser substituído, e depressa!

A CAMINHO DO AFUNDANÇO TOTAL

.
A SRA D ELISA, MANTÉM AS SUAS INTENÇÕES, QUE NÃO PASSAM PELO PORTO
.
.

A sra d Elisa, continua a dizer-nos que mantém um pé no Porto e outro em Bruxelas, e que se não ganhar (coitada da sra que ainda sonha com essa impossibilidade) não fica cá. Pudera, pois que o que a sra quer é ganhar um dinheirito bom, e ganhar protagonismo, como se compreenderia que aceitasse ficar como vereadora?
É uma tristeza continuar a verificar a razão que muitos têm, ao dizer que a d Elisa se está a borrifar para o Porto.
Enfim, nem vale a pena gastar mais tempo com esta senhora derrotada à partida por culpa própria.

.

Para o Dalby, com amizade

Sim, é possível!

Um aluno passar de ano tendo negativa a tudo… ou quase!
Mas, ainda não tinham percebido o que nos andam a obrigar a fazer?
Depois é o paleio do rigor, da exigência…. blá…blá…blá…

Eu continuo nesta: a política de educação de Sócrates é um desastre com efeitos terrivelmente maus para o futuro do nosso país…
E finalmente começam a abrir os olhos!

Gostaria de ouvir, ver ou ler agora os queques de Cascais com filhos nos colégios privados que durante 4 anos andaram a bater palmas à Dª Lurdes.

Para o infinito e além dele

Carl_Sagan_2007

Cheguei ao espaço pela mão de Carl Sagan. Era ele que aos sábados à tarde, se bem me recordo, me pegava na mão, me dizia para não ter medo e me transportava (tipo ‘beam up, Scooty’) para o seu e o meu Cosmos.

Como eu era um miúdo e ele uma pessoa crescida, limitava-me a olhar para ele esticando o pescoço o mais que podia, para escutar cada palavra dita lá no alto da sua sabedoria. Os sábados (se era mesmo aos sábados que a RTP transmitia Cosmos) eram os melhores dias das semanas.

Era nessa altura que partia à descoberta de novos mundos, de tudo aquilo que existia no nosso planeta, na nossa via láctea, na nossa galáxia, no nosso universo. Eram viagens fantásticas. Mas demasiado rápidas. Mal descolávamos já estávamos de regresso. Mas valiam todos os minutos que nelas aplicava.

Pouco tempo depois, o mesmo Carl Sagan estava ao meu lado a sussurrar as palavras dos seus livros. Li, de fio a pavio, mais de uma vez, ‘Cosmos’, ‘O cérebro de Broca’, ‘Os dragões do Edén’ e a ficção ‘Contacto’, onde me contava uma história acerca da descoberta de vida extraterrestre.

Foi graças a Sagan que descobri o espaço, as suas belezas e os seus mistérios. Os seus grandiosos mistérios. Apesar de toda a dedicação que ele me prestou, falhei. A terrível matemática atirou-me, em perfeito KO, para fora do ringue. Tentei resistir mas foi sol de pouca dura. Como um derrotado, atirei a tolha ao chão. Assumi o desaire e abandonei. A matemática ergue os braços, em sinal de vitória para com mais um incapaz de resolver equações.

Apesar de tudo, de vez em quando, ainda sonho com o espaço. Ainda Sagan, sempre ele, a tentar levar-me, como um Buzz Lightyear, “para o infinito e além dele”.

Pedro Abrunhosa #2

O Concerto do Pedro Abrunhosa foi muito bom, como quase sempre.

Claro que passou toda a noite a criticar o Rui Rio, o que me deu um gozo especial por ver o ar atrapalhado de um ilustre sentado ao meu lado. Pois que não havia necessidade, eheheheheh. Pelo caminho fez o favor de apresentar uma música do seu novo trabalho, previsto para este ano. Muito boa e mexida. O PA é um provocador e fez jus a essa característica ao longo de todo o concerto que, por sinal, teve momentos absolutamente geniais.

O Pedro é um dos meus “cantautores” preferidos e aqui incluo os internacionais. Claro que já sei que me vão dizer que não tem voz, que é um facínora e mais do género. Como não o conheço pessoalmente nem tive hipótese do contraditório (as coisas que me pintam sobre o homem!), fico-me pelo autor de letras e músicas magníficas. Que canta como ninguém a minha amada cidade do Porto, que criou um dos melhores álbuns da história da moderna música portuguesa (Viagens). Que cantou Gisberta de uma forma comovente e corajosa; que defendeu o Coliseu como poucos se atreveram e lembrando que nós somos assim, de antes quebrar que torcer e muito senhores do nosso nariz, da nossa cidade, do que é nosso.

A música de Abrunhosa é poesia, é um cantar sentido, vindo das profundezas do ser e que nos toca, que nos leva rumo aos nossos fantasmas. É um génio. Uma vez, num artigo de opinião, escrevi que ele é o nosso Brel, o nosso Chico Buarque. Aqui “D´el Rey” gritaram alguns e insultaram-me outros tantos. Caguei. Só discuto com quem quero e no tocante a música, a poucos reconheço validade para uma discussão. Quem escreve músicas como “Será”, “Momento”, “Quem me leva os meus fantasmas”, “Se eu fosse um dia o teu olhar” ou “Balada de Gisberta” merece o Olimpo.

Aliás, “Balada de Gisberta” é uma das mais comoventes músicas algum vez escritas e cantadas em língua portuguesa e ficará, estou certo, na história. A coragem de Pedro ao criar este verdadeiro hino ao direito à diferença, ao chamar a atenção para esta profunda injustiça e para esta vergonha que se passou na nossa cidade merece mais que palavras. Fico-me com as suas “O Amor é tão longe e a dor é tão perto”.

Obrigado Pedro.