O Tribunal de Contas chumba os contentores

O Mário “jamais” Lino diz que não houve concurso para o Estado poder fazer o melhor contrato possível. O Presidente do Tribunal de Contas vem dizer que o contrato só contempla os interesses da empresa privada, que é a Liscount da Mota/Engil do Jorge Coelho!

Como somos todos burros, só agora é que percebemos que aquele famoso negócio, zurzido por todos os que ainda acreditam que a transparência vale a pena, é afinal o que melhor acautela os interesses do Estado. Sem concurso, sem concorrência, dado de mão beijada. Mas como ainda há gente independente, o Tribunal de Contas diz que aquilo é tudo ilegal!

Este Governo perdeu completamente a credibilidade, ultrapassa e ignora os procedimentos habituais das boas práticas e legais. A Secretária de Estado, na altura da discussão, veio dizer que mais nenhuma empresa se tinha mostrado interessada no concurso, o que foi de imediato desmentido por uma empresa concorrente.

É ponto assente, que este negócio envolve muitos milhões de Euros, que o Estado tem de fazer avultados investimentos para que a empresa privada se interesse pelo projecto, que a sua localização é altamente discutível, que é ambientalmente, uma malformação.

Enfim, sabemos agora pela voz autorizada do Presidente do Tribunal de Contas que é mais uma negociata de que resultam enormes prejuízos para todos nós os contribuintes.

Este governo não aprende e tem raiva a quem não gosta de ser roubado.

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