Na edição de hoje do Diário IOL, conta-se que na abertura da Cimeira da FAO (Organização para a Agricultura e Alimentação), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon “lembrou que há mil milhões de pessoas com fome no planeta e que a produção de alimentos terá de aumentar para fazer face a estas carências e ainda ao aumento de população que se regista.”
Como já é habitual quando se fala nestas questões, o ambiente parece ser de desencanto e cepticismo quanto à intenção dos países mais ricos em dar resposta a esta catástrofe que condena à morte anualmente 36 milhões de pessoas, das quais seis milhões são crianças.
Do grupo de países que compõem o G8, esses que são os mais industrializados e economicamente mais desenvolvidos do planeta, faltaram à Cimeira os EUA, o Japão, a Alemanha, o Reino Unido, a França, o Canadá e a Rússia. Isto é, apenas compareceu o chefe de governo italiano, Silvio Berlusconi, e suspeita-se que apenas porque era o anfitrião.
As ausências, digo eu, são reveladoras da importância que atribuem ao tema.






estes morrem de fome e nos países ricos morre-se de obesidade…
O cepticismo de quem lê estas estatísticas apavorantes, justifica-se. Que podemos nós fazer, quando sabemos que, em países como Angola, morrem craianças de fome ou de doenças curáveis, enquanto o presidente tem um jacto de luxo, topo de gama? Que credibilidade tem o governo de Angola, por exemplo, quando pede auxílio à comunidade interancional?
olhando friamente para os “governantes do mundo” eles apenas se preocupam com os abortos que poderiam gerar crianças de raça branca… quanto a crianças de outras raças que diariamente morrem de fome… até é um alivio porque o crescimento da população querem-no mas em tons brancos
Não me sinto capaz de comentar a barbárie dos poderosos do mundo, desse miserável bando de abutres, empanturrados com a fome de milhões de seres humanos. Não encontro palavras que possam exprimir a minha louca vontade que de os ver cagar lagostas inteiras.