A lenda de Fred Ille e Gwen Vilaine
A Crise Portuguesa em 10 minutos
Um precioso documento, da ATTAC, que explica a crise e mostra o caminho para dela sair. Tão claro que até o Vítor Gaspar entenderia se quisesse.
Descarregar ATTAC Portugal – A Crise Portuguesa em 10 minutos.pdf (1,9 MB)
Demissão já, ontem era tarde
Nunca se viu nada assim. Um governo que desgoverna um país alimentado-se de mentiras, sobrevivendo por inércia, destruindo toda a economia, calcando e recalcando os governados. Um povo reduzido a números, vidas que se destroem no belo prazer de alimentar negócios, salvar a banca, vingar o paraíso perdido do Estado Novo.
Para um governo que é um erro não basta uma borracha: delete. Fim, finito, the end, emigrem, para Angola, para a China, para o raio que vos parta.

Este texto será partilhado na página Demissão do Facebook, onde apelo a que outros surjam e os leitores cliquem. Desde já deixo esse desafio ao Luís Januário, ao Rui Bebiano, ao José Simões, ao Luís M. Jorge e à Joana Lopes.
Terrorismo de estado
Como Irritar uma Pessoa
Programa de televisão escrito em 1968 por John Cleese, Graham Chapman, Marty Feldman e Tim Brooke-Taylor. Os Monty Pyton viriam logo a seguir. Legendado em português.
A vergonha vai à escola e uma vergonha de escola
Deve fazer parte do processo de regresso ao passado em curso: uma procissão religiosa interrompendo actividades lectivas, dentro de uma escola, neste caso em Mafra. Num estado constitucionalmente laico isto é completamente ilegal, e absurdo. As estátuas não ensinam, as crenças de cada um não se passeiam pelos templos do saber. Mas pelos vistos aqui governa a ignorância.
Saudemos o novo Papa
Adenda: houve necessidade de acrescentar nos comentários uma versão dobrada e legendada para esclarecimento de alguns fiéis mais dados ao latim:
Está demorado
Costuma ser mais rápida, a parte de apalpar os tomates ao novo Papa. Terá havido orgasmo?
Sugestões
Catroga sugere 8 mil milhões cortados na despesa. Eu sugiro 8 mil milhões de despesas cortadas no Catroga.
Passos Coelho conta comigo!
Quem foi o idiota que abriu esta página no Facebook?
Deve andar aos tiros nas pernas, que pés já não tem de certeza absoluta.
Nicho de mercado
O negacionismo
Há dois anos o último governo de José Sócrates caiu, onde há muito em Portugal não caiam os governos: na rua.
Claro que para os negacionistas do PS fica bem soltar uma gargalhada, e garantir que não foi nada disso, a culpa terá sido de quem posteriormente não votou favoravelmente um PEC criado e gerido para ser chumbado na AR, no que terão o apoio veemente dos que pensam a História uma cousa de gabinetes, reuniões, políticos, acordos, desacordos, troikas e outras ilusões. Negacionismo que alacançou todo o seu explendor nesta imagem canciana, tão bem titulada de “coisas verdadeiramente inexplicáveis“:
Ficando a dois passos do ridículo e roçando sempre o caricato, o negacionismo entre nós teve outros esplendores: o 25 de Abril enquanto golpe de estado não teria sido tão simples se a negação da realidade não estivesse estacionada na Pide/Dgs, que nem a avisos de congéneres estrangeiras ligou importância e viu o Março das Caldas como um ponto final na contestação de meia-dúzia de tropas acometidos de cobardia colonial. [Read more…]
Cães de Atenas recebem animais da Troika

Troika recebida pelos cães vadios de Atenas à porta do Min. das Finanças – Fotografia Opinion Post, info via Artigo 21º.
Anacleto Ribeiro não aguentou
Há muitas formas de não aguentar. Anacleto Ribeiro não aguentou o desemprego, a falta de moedas para as gomas do filho doente, e escolheu a pior forma de não aguentar: fugiu com ele para a morte.
Outros têm seguido essa fuga: cada vez mais, por muito que pela válida razão de evitar o contágio tal não seja noticiado.
Mais tarde ou mais cedo alguém tentará partir com outra companhia, a de um de tantos culpados. Nada resolve.
Há outras formas de não aguentar. Há aquela que vingará o Tiago e o Anacleto Ribeiro: demitir os mentirosos que se instalaram no governo e enrolados na própria incompetência e estupidez andam a bater recordes velhos de 38 anos. Com a grande diferença de que em 1975 se recuperavam 48 anos perdidos, séculos de redução de um povo à miséria. Agora, muito simplesmente, arrasa-se Portugal.
Os direitos conquistam-se, perdem-se, recuperam-se. É da História. A morte dos que não aguentam, essa, é um caminho sem retorno. Por isso quem com ferros mata pode ter a certeza que desta vez com ferros morre. Mais tarde ou mais cedo, às mãos de um povo.
A cor do petróleo
O da Venezuela é vermelho. Não exactamente do vermelho que inundou as capas dos jornais, que era um vermelho-telemóvel embora haja quem o tenha imaginado vermelho-chávez.
Qual é a cor do petróleo saudita?
Um tribunal da Arábia Saudita condenou dois activistas políticos, fundadores da Associação Saudita dos Direitos Cívicos e Políticos, uma organização proibida pela monarquia saudita, a penas de dez anos de prisão.
Execução na Arábia Saudita (a 2ª é texana)
Relvas Street Art
Mural Relvas nas Amoreiras, Lisboa, by Nomen; fotografia de Nuno Pinto.
Que parte é que ainda não perceberam?
Clara Ferreira Alves explicou, no Eixo do Mal e em português de lei. Dúvidas? arranjem explicador.















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