Pornografia (2)

Sim, a pornografia é uma indecência.

Pornografia (1)

Sim, a pornografia é uma indecência.

Adenda:A imagem de Padilla a levantar-se com a mão a tapar o rosto completamente ensanguentado causou grande impressão entre todos os que assistiam e aos profissionais que participavam no espectáculo.”

“Festa”

Pedro Noel da Luz

Restante série em: http://kameraeskura.blogspot.com/2011/07/festa.html

Pedro Noel da Luz e Gerard Castello Lopes

Esta fotografia de Pedro Noel da Luz (ou KameraEskura) trouxe-me à ideia Gerard Castello Lopes

fotografos portuguesesque tem, atualmente, uma exposição póstuma em Lisboa.

Bem sei que décadas separam os dois fotógrafos e que cada um carrega no olhar os signos do seu próprio tempo. No entanto fica-me a ideia que ambos comungam algumas particularidades, a mesma atenção aos detalhes, aos pormenores do quotidiano, a mesma poesia na fixação do momento.

É um luxo, digo eu, visitar a exposição “Aparições – A Fotografia de Gérard Castello-Lopes 1956-2006″, e acompanhar no Aventar – ou no KameraEskura – as fotografias contemporâneas do Pedro Noel da Luz. Digo eu, repito, que sou suspeito.

Arredas Folk Fest

Sim, nas margens de um dos rios mais intocados de Portugal – o Neiva – , e a marcar a fronteira entre Barcelos e Viana do Castelo existe uma terra chamada Tregosa; a dois quilómetros fica a estação de comboios de Barroselas e lá desembarcaram uns quantos forasteiros a caminho da 3ª edição do Arredas Folk Fest. Foi este fim de semana, foi grátis, foi óptimo. Foi qualquer coisa

A Metáfora…

…de Portugal. Acabou-se a Grande Teta, doravante é só tetinhas…

O Verão em Barcelinhos

…é como noutros sítios do Minho, é verde, tem sol, chove…

 

One

©Pedro Noel da Luz

Penedono

Se vierem a Coimbra passem pelo mercado

O Mercado Municipal D. Pedro V fica mesmo ao lado do Jardim dito da Manga, obra primeira do nosso Renascentismo, e tem este Verão um motivo acrescido de interesse: Mercadoria Humana, instalação fotográfica da autoria de Pedro Medeiros, integrada no projecto global Mercadoria Humana – Projecto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos.

Entre a fruta e os legumes, a alcatra e a febra, as excelentes fotografias, parte de um trabalho que a partir dali (e que oportuna escolha) se espalhou pela cidade. Fotografia com causas, e ainda bem.

Fotografia © Pedro Medeiros, 2011

 

O Douro

Vida Eterna

Chile em Barcelinhos

Do Chile veio gente dançar ontem sobre as águas do Cávado no 31º Festival do Rio. O Raúl Iturra bem podia ter cá vindo no comboio

Olhó Passarinho

Exposição de Fotografia na Galeria “PORTA 22” III

Rua do Ferraz 22 – PORTO

CAVALOS III

Exposição de Fotografia na Galeria “PORTA 22” II

Rua do Ferraz 22 – Porto

CAVALOS II

Exposição de Fotografia na Galeria “PORTA 22”

Rua do Ferraz 22 – PORTO

CAVALOS I

Fotografia em Exposição em Matosinhos II

No A Cup Of Tea

Fotografia em Exposição em Matosinhos

No A Cup Of Tea

Descubra as semelhanças

É daquelas imagens das quais se pode dizer: boa demais para ser verdadeira. Tirada por Rich Lam durante os confrontos no Canadá após um jogo de hóquei no gelo, parece que foi mesmo encenada.

E qual é o problema? uma das mais célebres imagens do séc. XX, esta:

também o foi, e nem por isso Robert Doisneau deixou de ser um grande fotógrafo.

Agora entre uma encenação e outra, e como ícones, não são apenas 60 anos que as separam. O mundo mudou, e não foi pouco.

Actualização: segundo o Guardian (obrigado Dario) a rapariga foi agredida pela polícia, e o namorado está apenas a confortá-la, donde nem tudo o que parece é. A fotografia passa a não encenada, mas neste caso pode dizer-se que o casal parisiense, esse, ao menos, sempre se beijou.

Estilo vietnamita

 

(Em Hanói)

© packardemrodagem

Fotografia – Perafita

Um País Amarrado

-Tolo é aquele que afundou seu navio duas vezes e ainda culpa o mar-
Publilius Syrus (~100 BC)

A melhor fotografia de um casamento de sempre

Tardes na “Província”

Hoje, o Bastuço São João defrontou o Vila Cova e sagrou-se já campeão da II Divisão do distrito de Braga em Iniciados. As coisas que eu sei de futebol ressuscitam qualquer defunto…

O Vale do Tua

O vale e a Linha do Tua no período pré-filosófico. Só falta aqui é betão

Ah, se o Mar em que Navegamos fosse Assim, Calmo

Album de recordações


Uma foto cheia de futuros ex, dedicada à matilha de serviço

Até que a morte nos aproxime

Comecei a morrer há alguns anos, quando ainda respirava, o que é só um sinal aparente de vida. Comecei a morrer quando já não conseguia contar as rugas, quando o simples acto de caminhar se transformou em ginástica. Comecei a morrer, quando tudo em mim se tornou incómodo: a incontinência, os nomes que me fugiam da cabeça, a tendência para contar várias vezes as mesmas histórias, a dificuldade em perceber os programas de televisão. Passei a viver num cemitério e morri em casa. Parece que, de vez em quando, davam pela minha falta, o que é diferente de sentirem a minha falta, claro. Se alguém sentisse a minha falta, talvez não tivesse morrido tanto como morri. [Read more…]

Terramoto do Haiti: As imagens duras e frias merecem mais que um simples juízo de valor?

No Bitaites, o seu autor, Marco Santos, coloca “A velha discussão entre jornalismo e pornografia” em debate. Por causa de uma fotografia. Em causa, a ética e a moralidade de publicação de uma imagem dura, cruel, que ali é apelidade de pornográfica. É uma velha questão, de facto. Deve a imagem de Olivier Laban-Mattei, que venceu na categoria General News Stories, do World Press Photo, ser mostrada, seja onde for, num jornal, numa revista, num site, numa exposição? A fotografia foi tirada a 15 de Janeiro do ano passado, num dia normal das prolongadas operações de limpeza que se seguiram ao terramoto no Haiti.

Todos nós vimos imagens de momentos únicos de salvamentos no pós catástrofe no Haiti. Daqueles que nos fazem encolher o peito, embargar a voz e humedecer os olhos. Eram momentos felizes. Dos escombros saiam vidas, depois de horas, dias e até uma semana em suspenso. Gostamos dessas imagens. Proporcionam esperança. Sabemos que há milhares de mortos mas é nestas que obtemos mais uma recarga de humanidade.

Por isso, é tão duro olhar para a imagem do homem que efectua limpezas na morgue do repleto hospital central de Port-au-Prince. Ali, parece não haver humanidade.

Um corpo de uma criança voa em direcção a uma pilha onde já há outros cadáveres. Há um despejar literal, como se fosse um pedaço de madeira. Como se fosse nada. O nosso espanto é ainda maior porque se trata de uma criança.

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Crédito: Olivier Laban-Mattei, França, Agence France-Presse

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