Um documentário produzido no Brasil sobre aquela que já é considerada a maior epidemia de sempre a afectar a população infantil: a obesidade.
“Muito além do peso” foi realizado em 2012, pelas Produções Maria Farinha.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um documentário produzido no Brasil sobre aquela que já é considerada a maior epidemia de sempre a afectar a população infantil: a obesidade.
“Muito além do peso” foi realizado em 2012, pelas Produções Maria Farinha.
Earth (Terra), de 1998, é o segundo filme da trilogia de Deepa Mehta. Legendado em Inglês. O terceiro filme da trilogia, Water (Água), de 2005, não dá ainda na net.
Ficha IMDb
Reportagem no programa de tv alemão Ard Monitor. Legendado em português (clique em CC para activar as legendas)
Realizado em 1996 por Deepa Mehta, realizadora Indiana que aborda temas complexos nas suas obras. Faz parte da trilogia dedicada aos elementos (Fogo, Terra e Água). Sem legendas.
Ficha IMDB
Reportagem da Spor-TV sobre os relatos da Rádio Universidade de Coimbra.
A História do neoliberalismo contada por Naomi Klein.
Ficha IMDB
inclui:
uma foda, o cu não é de vocês
Com Rui Gomes, Isabel Ruth e Ruy Furtado. Argumento de Nuno Bragança e Paulo Rocha
Ficha IMDB
Nos 200 anos da Revolução Francesa e nos vintes do Maio de 68, Francisco Louçã, então alguém dado como maluquinho da extrema-esquerda que nunca existiria na política parlamentar portuguesa, publicou a Herança Tricolor.
Está agora disponível em formato pdf.
O livro é um vintage do Chico, tão avisado no tempo, redigido por quem ama a escrita e não se limita a usá-la em forma de propaganda, como actualíssimo nas críticas e afirmações.
Oferta do PSR, esse improvável ex-partido a espalhar agora prendas de Natal, obrigado camaradas, os 10 anos em que me aturaram sem, entre muitas outras situações, alguma vez me terem exigido fidelizações e outras observâncias religiosas, foram dos melhores da minha militância política.
Prémio do júri do Festival de Cannes, 2007, escrito e realizado por Satrapi e Vincent Paronnaud
Legendado em português (clique em CC). Ficha IMDB
Breaking the Taboo – documentário narrado por Morgan Freeman na versão inglesa e por Gael Garcia Bernal na versão em espanhol, sobre um dos maiores falhanços da política norte americana nos últimos 40 anos, a guerra à droga.
Um dos mais brilhantes e lúcidos discursos sobre o mundo em que estamos e a vida que levamos.
Não podemos continuar indefinidamente sendo governados pelo mercado, e sim, temos de governar o mercado.
10 minutos – Legendado em português, inglês e linguagem gestual.
No Boxe, a dualidade entre a violência de um confronto humano e um movimento corporal em perfeita sintonia com a mente, faz com que um combate pareça uma coreografia de dança. Neste documentário sobre a boxer Juliana Rocha, conhecida como Pitão, filmado a preto e branco, pretende-se demonstrar a perspectiva de um desporto conhecido como violento mas praticado por uma pugilista feminina. Através de entrevistas ao pai e ao treinador contámos a história e motivações da campeã. Acompanhando a sua rotina e os seus combates, documentamos a grandeza de um desporto praticado no feminino, na sua plenitude. ” [Read more…]
Em países civilizados livros cujos direitos de autor caíram, ou melhor, subiram ao domínio público oferecem-se em formato digital. Há mesmo instituições para isso.
Os que descarreguei estavam todos em pdf formato texto, permitindo pesquisa, anotação, etc.
Clássicos de Dante a Fernando Pessoa, passando por Eça ou Swift, escolha e sirva-se.
No Brasil é assim. Por cá vai-se digitalizando pouco, e normalmente por mera imagem. As grandes editoras agradecem.
Um filme de Jim Jarmusch com Tom Waits (sim, ele é um grande actor), John Lurie (outro músico) e Roberto Benigni (numa das suas melhores interpretações). Chega, ou é preciso explicar?
Tem coelho assado, para apreciadores.
Ficha IMDB. Em inglês, legendado em castelhano.
Trás-os-Montes, comboios, uma câmara de filmar. Um grande documentário.
Marinaleda, uma cidade a 100km de Sevilha, vive muito próxima do socialismo. Neste município com 2800 habitantes, há uma situação de pleno emprego. Por uma casa as pessoas pagam 15eur/mês e para ter os seus filhos na Creche, 12eur/mês.
Reportagem para a SIC de Pedro Miguel Costa com imagem de Filipe Ferreira, via 420doc.
Eis a última unidade do programa do 8.º ano de História e o último filme desta série. É raro conseguir leccionar esta unidade, ainda por cima quando se dispõe apenas de uma aula semanal de 90 minutos. Mesmo assim, aqui fica um breve rettrato do Portugal da segunda metade do século XIX. A difícil industrialiação e o papel de Fontes Pereira de Melo.
Venha o 9.º ano.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.2. – Os países de difícil industrialização: O caso português
O Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels num pequeno filme animado de 8 minutos. O texto é o do próprio Manifesto, a realização pertence ao cineasta independente americano Jesse Drew.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.1. – O mundo industrializado
As propostas socialistas como forma de construção de uma nova sociedade. ReferÊncias a Karl Marx e Engels, entre outros.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.1. – O mundo industrializado
Narra a história do Padre belga Adolf Daens(Jan Decleir), um pioneiro na luta pelos direitos dos trabalhadores em seu país nos finais do séc. XIX. Nessa época, as tecelagens do norte da Bélgica decidiram substituir os operários por mulheres e crianças, a quem pagavam salários menores. Conseguiam, assim, manter preços que permitiam enfrentar a concorrência da indústria inglesa. Essa era a situação, por exemplo, na cidade de Aalst, para onde vai o padre Daens. Impressionado pela miséria que presencia, o religioso lidera um movimento de protesto.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.1. – O mundo industrializado
Início de um novo tema, a industrialização do séc. XIX. Estamos quase no final do ano lectivo e, para compreender parte da matéria do 9.º ano, é conveniente não passar por cima desta unidade. Para além das novas fontes de energia, foquemo-nos nos contrastes e antagonismos sociais provocados pelo advento da industrialização.
Não faltam filmes sobre este tema. Começamos por Oliver Twist, romance de Charles Dickens que põe em relevo as condições precárias da sociedade inglesa no séc. XIX. Na net está disponível o musical de 1968, legendado em português,
ficha IMDb

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Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX
Unidade 8.1. – O mundo industrializado
Um último filme sobre este tema, as Invasões Francesas em Portugal. Também aqui em 2 minutos. Num momento em que, no cinema, acaba de estrear Linhas de Torres – Linhas de Wellington. Quem sabe se futuramente estará na net.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais
Os inconfidentes é um contraponto a outro filme do mesmo ano, Independência ou morte, que celebrava os 150 anos da independência do Brasil de forma heróica. Os inconfidentes, ao contrário, mostra a mão de ferro da Coroa portuguesa. Ao mesmo tempo, é uma metáfora do regime autoritário da ditadura militar.
ficha IMDb
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais
Filme de 1977 dirigido por Geraldo Vietri. A mítica figura do Tiradentes como antecedente importante da independência do Brasil.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – O arranque da Revolução Industrial e o triunfo das Revoluções Liberais
Unidade 7.2. – As revoluções liberais
Longa-metragem de 1972 sobre a independência do Brasil. Tarcísio Meira desempenha o papel de D. Pedro.
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Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais
A história de D. Pedro IV, o rei que entregou o seu coração ao Porto…
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais
A influência da Revolução Francesa fez-se sentir um pouco por toda a Europa. Foi o caso cde Portugal, com a sua Revolução Liberal de 1820.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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