Já depois das 13h00 de ontem, hora de encerramento compulsivo da actividade, os estabelecimentos comerciais visados pelo despacho da CML foram informados pela PSP que poderiam continuar em funcionamento até às 16h00.
A comunicação chegou tarde e a más-horas, apesar do incumprimento estar a ser generalizado, os restaurantes continuavam abertos, mas várias reservas haviam sido canceladas e muitos clientes escolheram outros locais para almoçarem.
Este episódio mostrou uma liderança fraca, errática da autarquia lisboeta, navegando ao sabor do coro de protestos que ecoou no país. O executivo de Carlos Moedas nunca teve um plano de segurança, nem se articulou com a Junta de Freguesia e muito menos ouviu os comerciantes, que seriam os primeiros interessados na segurança dos seus espaços, que obviamente não queriam vandalizados.
Episódio lamentável e desnecessário da inteira responsabilidade da CML.



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