Terrorismo fascista

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A Nova Zelândia, um país pacífico que ocupa o topo da cadeia alimentar das nações mais desenvolvidas e com maior qualidade de vida do planeta, foi na Sexta-feira palco de um atentado terrorista, o mais grave da sua história (se é que houve outro), que resultou em dezenas mortos e feridos.

O autor do atentado é um terrorista de extrema-direita, que afirma inspirar-se em personagens sinistras como Anders Breivik, e que elogia Marine Le Pen e Donald Trump como “símbolo de identidade branca renovada”. A agenda da violência, da intolerância, do racismo e da islamofobia começa a colher os seus frutos. [Read more…]

No alvo

Um texto certeiro, e o que se pede aos textos neste momento é que acertem no pior dos alvos: a islamofobia.

Era isto que os assassinos queriam:

Vários ataques a locais de culto muçulmano em França. Conseguiram, porque o filhodaputa não tem lado, é omnipresente.

 

Anders Breivik não diria melhor

E há muita gente que acha que a economia de mercado é a pior coisa que pode haver e que gostaria de ver tudo isto implodir.
Fala de quem, concretamente?
Dos extremistas islâmicos, por exemplo, ou dos comunistas, que ainda os há.

Mas João Duque ainda não pegou na espingarda. Contenta-se com a descoberta que o vai conduzir ao Nobel da Economia:

Estou convencido que o Homem é o único animal que concede crédito. i

Merkel, a má…


Foto dedicada aos jugulares defensores de “leis diferentes” para gente “diferente”. Na Europa, claro.

Alcorão 8:39: «Combatei-os [aos incrédulos] até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. (…)»

Alcorão 9:29: «Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem [se] abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.»

Alcorão 9:123: «Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes.»

A islamofobia cheira a merda

 Aprendi uma palavra, islamofobia. Tenho algum hábito, quase condescendência, em co-habitar com a imbecibilidade humana, o tanto aperto a mão a um branco como o pescoço a um preto, as mariquices contra e pró, a inferioridade atávica das gajas, etc. e etc. O convívio é tanto que dou por mim a passear pelo lado das piadas racistas, homófobas e machistas, o que não é o fim do mundo mas é feito em ameno convívio com os filhosdaputa, coisa sempre desagradável a partir do nariz. Tenho um olfacto sensível que já sofre com os neo-cruzados, só me faltava uma guerra de religiões para empestar os ares, a pestilência dos cagões num regresso aos anos 30 em todo o seu esplendor, onde estava judeu troquem por islão e lá se levantam os cobardes à procura de um expiatório, bode ou cabra tanto se lhes faz.

O filhodaputa tem de ter medo, porque o medo é uma condição estimável para lhe dar ânimo à fanfarronice. Tem medo de si bate nos outros. Os filhosdaputa são cagões por natureza. E cheiram mal, cheiram a merda

Leiam o excelente destaque da edição de hoje do Público Online, "Discriminação contra muçulmanos está a aumentar em toda a Europa", passem os olhos pelos comentários e percebem logo do que falo e porque tenho a pituitária cheia de esterco mesmo sem ter chegado a fuçar.